ACANTHAMOEBA – Pesquisa

Código:

Material: Raspado de cornea

Sinônimo:

Volume: Raspado de cornea

Método: Microscopia , contraste de fase

Volume Lab:

Rotina: Diária

Resultado: 72 horas

Temperatura: Ambiente

Coleta: Raspado de córnea, conforme instrução do médico solicitante. Confeccionar duas lâminas e enviá-las em recepiente apropriado.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Uso: diagnóstico da ceratite por Acanthamoeba (pesquisa em biópsia ou raspado de córnea), diagnóstico de contaminação de lentes de contato em raspado de olho ou conjuntival, na encefalite por Acanthamoeba (pesquisa no líquor ou biópsia cerebral). As infecções por Acanthamoeba spp. ocorrem em pacientes imunossuprimidos, estando normalmente associadas ao uso de piscinas, rios, lagos (é um organismo comum na natureza). O diagnóstico pode ser feito através de análise com contraste de fase em LCR. Os casos mais recentes de ceratite por Acanthamoeba foram associados ao uso de lentes de contato.

ACANTÓCITOS – Pesquisa

Código:

Material:

Sinônimo:

Volume: 3.0 mL de sangue total com EDTA

Método: Esfregaço de sangue Total com EDTA

Volume Lab: 3.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 24 horas

Temperatura: Temperatura ambiente

Coleta:

Código SUS: 0.00.00.00-0

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação: Uso: acantócitos são hemáceas (eritrócitos) espiculadas irregulares, encontradas em pacientes contendo uma deficiência congênita de beta-lipo-proteínas. Estes pacientes também apresentam graves perturbações neurológicas. Células semelhantes podem ser observadas em pacientes com grave disfunção hepato-celular.

Referência: Referência .: Negativa

ACETILCOLINA – Anticorpo anti-receptor de Acetilcolina

Código:

Material:

Sinônimo:

Volume: 3 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Lab: 3 mL

Rotina: 7 dias

Resultado:

Temperatura: Amostra congelada

Coleta: Coletar sangue, separar o soro. Se o exame não for realizado no mesmo dia, congelar a amostra.

Código SUS:

Código CBHPM: 4.03.08.90-1

Interpretação: Uso: confirmação diagnóstica de Miastenia Gravis, monitoramento do tratamento com drogas imunossupressivas. A Miastenia Gravis é uma patologia degenerativa neuromuscular, ocorrendo em todas as idades, às vezes associada a timoma, lupus ou artrite reumatóide, entre outros. Sua sintomatologia está associada ao dano autoimune contra receptores de acetilcolina pós-sinápticos. Estes anticorpos estão primariamente associados à redução do número de receptores de acetilcolina viáveis, embora também possa se determinar atividade imune celular contra os mesmos. Não há correlação entre condição clínica e títulos de anticorpos contra receptores de acetilcolina. Os anticorpos estão presentes em 87% dos pacientes com MG generalizada, 63% com a doença em sua forma ocular, e 58% dos pacientes com MG em remissão. Interferentes: hemólise, lipemia, uso recente de radiocontrastantes, amostra plasmática, azatioprina, corticosteróides, clorambucil, corticotropina, ciclofosfamida, ciclosporina, mercaptopurina, timectomia prévia, terapia imunossupressiva, plasmaferese, hemodiálise, esclerose amiotrófica lateral.

Referência: Referência .: Normais : até 0,15 nmol/L Outras doenças autoimunes : até 0,25 nmol/L Indeterminados : 0,25 a 0,40 nmol/L Miastenia Gravis : 0,40 a 1500,00 nmol/L

Acetona

Código: ACETO

Material: Urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo:

Volume: 30.0 mL

Método: Cromatografia gasosa

Volume Lab: 50.0 mL

Rotina: 2ª 4ª 6ª e feira

Resultado: 72 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar urina de final de jornada de trabalho ou aleatória em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo. Após a coleta manter o frasco bem fechado e refrigerado. Enviar a amostra congelada para o laboratório. Para a determinação em plasma ou sangue total, coletar a amostra em tubo contendo fluoreto/oxalato e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS: 0202010104

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:

Referência: IBMP*: até 50,0 mg/L *Índice Biológico Máximo Permitido (ACGIH/2005).

ÁCIDO DELTA AMINO LEVULÍNICO

Código: AL

Material: urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo: ALA-U

Volume: 20.0 mL

Método: Espectrofotometria

Volume Lab: 20.0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 72h

Temperatura: Sob Refrigeração

Coleta: coletar a amostra em coletor de urina âmbar, limpo e sem aditivo. Caso não disponha de coletor âmbar, proceder à coleta em coletor de urina comum mantendo a amostra protegida da luz. As amostras mantidas refrigeradas a 2-8°C são estáveis por até 4 dias. As amostras congeladas são estáveis por até 1 mês.

Código SUS: 0202070018

Código CBHPM: 4.03.13.01-8

Interpretação:

  • Interpretação .:

    Uso: diagnóstico de porfirias; diagnóstico de intoxicação por chumbo ou mercúrio; auxilio no diagnóstico de desordens hepáticas. Valores aumentados: intoxicação por chumbo ou mercúrio, porfiria aguda (porfiria aguda intermitente, coproporfiria hereditária, porfiria variegata), porfiria cutânea tardia, câncer hepático, hepatite. Interferentes: barbituratos +, griseofulvina +, vitamina E +

 

Referência: VR*: até 4,5 mg/g de creatinina IBMP**: até 10,0 mg/g de creatinina *Valor de Referência para pacientes não expostos. **Índice Biológico Máximo Permitido (NR-7).

ÁCIDO FÓLICO

Código: FOLIC

Material: soro congelado em tubo âmbar

Sinônimo: Folato

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab:

Rotina: Diária

Resultado: 72 horas

Temperatura: Congelado

Coleta: Jejum não necessário. Coletar soro. Enviar o soro congelado em tubo âmbar.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

  • Uso: detecção de deficiência de folato (condição inibitória da síntese de DNA desencadeadora de anemia megaloblástica) em gestantes, usuários de medicamentos inibidores do folato e pacientes com síndromes malabsortivas (doença celíaca, doença de Crohn, outras); monitoramento de terapia com folato. Os folatos atuam como cofatores em reações de transferência. Geralmente absorvidos no trato gastrointestinal, provenientes diretamente da dieta ou a partir de folato sintetizado por bactérias intraintestinais, sua deficiência causa um quadro hematológico quase indistinguível do causado pela deficiência de vitamina B12, estando associada à diminuição da capacidade de síntese protéica e divisão celular. A principal manifestação clínica da deficiência de folato é anemia megaloblástica. Valores aumentados: dieta vegetariana, deficiência de vitamina B12, neoplasias. Valores diminuídos: deficiência primária de folato dietético, hipertireoidismo, anemia perniciosa, alcoolismo, má nutrição, doenças hepáticas, deficiência de vitamina B12, hemodiálise crônica, doença celíaca adulta, anemia hemolítica, carcinomas, mielofibroses, gravidez. Interferentes: hemólise, lipemia, exposição à luz, anticonvulsivantes, metotrexato, colchicina, estrogênios, contraceptivos orais, álcool, ácido aminosalicílico, ampicilina, cloranfenicol, eritromicina, lincomicina, penicilina, tetraciclinas.

 

Referência: 3,0 a 17,0 ng/mL

ÁCIDO HIPÚRICO

Código: HIPUR

Material: urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo: Tolueno

Volume: 50.0 mL

Método: Cromatografia Líquida de Alto Desempenho (HPLC)

Volume Lab: 50.0 mL

Rotina:

Resultado: 72 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar a amostra em coletor de urina limpo e sem aditivo. Manter a amostra refrigerada para o envio ao laboratório. Amostras mantidas a temperatura ambiente são estáveis por até uma semana. Amostras refrigeradas entre 2-5°C são estáveis por até quinze dias. Amostras congeladas são estáveis por até 2 meses. Evitar ciclos de congelamento e descongelamento.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

  • Interpretação .:

    Uso: Indicador biológico de exposição ao tolueno. Interpretação: O ácido hipúrico e o ácido metil hipúrico são os principais metabólitos do tolueno e xileno, respectivamente. Processos de exposição ocupacional a estes solventes orgânicos podem ser monitorados pelo seguimento da excreção destes compostos na urina. Embora o ácido hipúrico seja marcador de exposição ao tolueno, outros compostos como o estireno, o etilbenzeno e mesmo alguns conservantes alimentares podem estar associados ao aumento de seus níveis urinários. Como é prontamente excretado na urina, os níveis séricos de ácido hipúrico podem ser utilizados como bons marcadores de função renal. A dosagem de ácido hipúrico e metil hipúrico é realizada por cromatografia líquida de alta pressão (HPLC), em amostra urinária de fim de turno de trabalho após, pelo menos, dois dias de trabalho consecutivos, conservada em refrigerador e enviada ao laboratório para análise. O tolueno e/ou o xileno podem ser encontrados na maioria dos solventes utilizados na indústria, especialmente em colas e combustíveis. Trabalhadores expostos a estas substâncias podem desenvolver sinais e sintomas compatíveis com intoxicação. Sua absorção pode ocorrer por inalação, ingestão ou absorção dérmica. Normalmente os sintomas desaparecem em alguns dias após o afastamento do indivíduo da fonte contaminante, especialmente nos casos de toxicidade aguda. O diagnóstico é realizado juntando dados clínicos, epidemiológicos e laboratoriais, com o uso dos marcadores urinários e eventualmente séricos.

 

Referência: VR: Até 1,5 g/g creatinina IBMP*: Até 2,5 g/g creatinina *IBMP: Indíce Biológico Máximo Permitido (NR-7).

ÁCIDO LÁTICO

Código: ACL

Material: PLASMA

Sinônimo: Lactato sangüíneo

Volume: 2.0 mL

Método: Enzimático

Volume Lab: 2,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 24 HORAS

Temperatura: Congelado

Coleta: Jejum não obrigatório. Coletar sangue total com Fluoreto. Separar o plasma no prazo mínimo de 15 minutos e enviar congelado para o Laboratório. Na coleta não utilizar garrote.

Código SUS: 0202010538

Código CBHPM: 4.03.01.10-9

Interpretação:

  • Uso: avaliação de acidose láctica; indicador de hipoperfusão tecidual localizada ou difusa; miopatias; fator prognóstico em avaliação de choque; diagnóstico de metabolismo defeituoso da biotina. Valores aumentados: ingestão de etanol, sepse, choque, doença hepática, cetoacidose diabética, exercício muscular intenso, hipóxia, hipoperfusão tecidual regional, doença de estoque do colágeno tipo I, deficiência de frutose 1, 6 difosfatase, deficiência de piruvato desidrogenase, defeito no metabolismo da biotina, estados inflamatórios, doença cardíaca congestiva, desidratação.

 

Referência: Plasma : 0,4 a 2,0 mmol/L LCR : 1,2 a 2,1 mmol/L

ÁCIDO MANDÉLICO

Código: MANDE

Material: urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo: Estireno

Volume: 10,0 mL

Método: Cromatografia Líquida de Alto Desempenho (HPLC)

Volume Lab: 10,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 72 HORAS

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: coletar a amostra em coletor de urina limpo e sem aditivo. Manter a amostra refrigerada para o envio ao laboratório. Amostras mantidas a temperatura ambiente são estáveis por até uma semana. Amostras refrigeradas entre 2-5°C são estáveis por até quinze dias. Amostras congeladas são estáveis por até 2 meses. Evitar ciclos de congelamento e descongelamento.

Código SUS: 0202070034

Código CBHPM: 4.03.13.05-0

Interpretação:

  • Interpretação .:

    Uso: indicador biológico de exposição/intoxicação ao estireno. Valores aumentados: intoxicação ao estireno.

 

Referência: Exposição ao Estireno: IBMP*: até 0,8 g/g de creatinina Exposição ao Etil-benzeno: IBMP*: até 1,5 g/g de creatinina *Índice Biológico Máximo Permitido (NR-7).

ÁCIDO METIL HIPÚRICO

Código: METIL

Material: urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo: Xileno

Volume: 50,0 mL

Método: Cromatografia Líquida de Alto Desempenho (HPLC)

Volume Lab: 50.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 72 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: coletar a amostra em coletor de urina limpo e sem aditivo. Manter a amostra refrigerada para o envio ao laboratório. Amostras mantidas a temperatura ambiente são estáveis por até uma semana. Amostras refrigeradas entre 2-5°C são estáveis por até quinze dias. Amostras congeladas são estáveis por até 2 meses. Evitar ciclos de congelamento e descongelamento.

Código SUS: 0202070042

Código CBHPM: 4.03.13.06-9

Interpretação:

  • Uso: Indicador biológico de exposição ao xileno. Interpretação: O ácido hipúrico e o ácido metil hipúrico são os principais metabólitos do tolueno e xileno, respectivamente. Processos de exposição ocupacional a estes solventes orgânicos podem ser monitorados pelo seguimento da excreção destes compostos na urina. Embora o ácido hipúrico seja marcador de exposição ao tolueno, outros compostos como o estireno, o etilbenzeno e mesmo alguns conservantes alimentares podem estar associados ao aumento de seus níveis urinários. Como é prontamente excretado na urina, os níveis séricos de ácido hipúrico podem ser utilizados como bons marcadores de função renal. A dosagem de ácido hipúrico e metil hipúrico é realizada por cromatografia líquida de alta pressão (HPLC), em amostra urinária de fim de turno de trabalho após, pelo menos, dois dias de trabalho consecutivos, conservada em refrigerador e enviada ao laboratório para análise. O tolueno e/ou o xileno podem ser encontrados na maioria dos solventes utilizados na indústria, especialmente em colas e combustíveis. Trabalhadores expostos a estas substâncias podem desenvolver sinais e sintomas compatíveis com intoxicação. Sua absorção pode ocorrer por inalação, ingestão ou absorção dérmica. Normalmente os sintomas desaparecem em alguns dias após o afastamento do indivíduo da fonte contaminante, especialmente nos casos de toxicidade aguda. O diagnóstico é realizado juntando dados clínicos, epidemiológicos e laboratoriais, com o uso dos marcadores urinários e eventualmente séricos.

 

Referência: IBMP*: até 1,5 g/g de creatinina *Indice Biológico Máximo Permitido (NR-7).

ÁCIDO TRANS, TRANS-MUCONICO

Código: TRAA

Material: urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo:

Volume: 50,0 mL

Método: Cromatografia Líquida de Alto Desempenho (HPLC)

Volume Lab:

Rotina: diaria

Resultado: 72 horas

Temperatura:

Coleta:

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

  • Uso : Indicador biológico de exposiçaõ ao Benzeno, em substituição ao Fenol urinario.

 

Referência: Normal: até 0,50 mg/g creatinina IBMP*: até 1,6 mg/g de creatinina (não contemplado na NR-7, ver portaria 34 de 20/12/2001) O valor de 1,6 mg/g de creatinina correlaciona-se com uma exposição ocupacional de 1 ppm de benzeno.

ÁCIDO TRICLORO ACÉTICO

Código: TRIA

Material: urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo:

Volume: 50,0 mL

Método: Espectrofotometria

Volume Lab: 50,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 72 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar urina no final do último dia de jornada de trabalho.

Código SUS:

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:

  • Uso : Nivel de intoxicação através da exposição ao Tetracloroetileno.

 

Referência: IBMP : 3,5 mg/L

ÁCIDO ÚRICO

Código: uric

Material: soro

Sinônimo: Uricemia

Volume: 1.0 mL

Método: Enzimático/automatizado

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 24 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum obrigatório de 8 horas.

Código SUS: 0202010120

Código CBHPM: 4.03.01.15-0

Interpretação:

  • Uso: diagnóstico de gota, destruição celular excessiva, falha renal, uremia pré-renal, alguns defeitos metabólicos. Valores aumentados: em processos de aumento de síntese de nucleoproteínas, catabolismo, ou diminuição na excreção do ácido úrico renal; gota, insuficiência renal, doenças mieloproliferativas (leucemias, linfomas, mielomas, policitemia), psoríase, síndrome de Lesch-Nyhan, nefropatia por chumbo, doença de estoque do colágeno tipo I, infecções, hipotireoidismo, hipoparatireoidismo, hiperparatireoidismo, diabetes insipidus nefrogênica, acidose láctica e diabética, toxemia da gravidez, aumento de risco cardiovascular, risco de litíase renal. Valores diminuídos: síndrome da secreção inapropriada do hormônio diurético, deficiência da enzima xantina oxidase, síndrome de Fanconi, doença de Wilson, doenças neoplásicas causadoras de aumento de excreção renal, doença hepática severa, porfiria intermitente, diabetes idiopática e familiar. Interferentes: agentes quimioterapêuticos +, diuréticos +, etanol +, ácido nicotínico +, salicilatos (baixa dose +, alta dose -), teofilina +, purinas na dieta (rica +, pobre-), alopurinol -, alguns grupos étnicos possuem níveis mais altos (p. ex., filipinos +), sexo, idade, função renal, ácido ascórbico -, azatioprina, corticosteróides, furosemida, indometacina, levodopa, mercuriais, metotrexato, metildopa, fenitoína, prednisona, probenecid, vincristina, desnutrição +, stress +.

 

Referência: Homens : 3,6 a 7,7 mg/dL Mulheres: 2,5 a 6,8 mg/dL

ÁCIDO ÚRICO URINÁRIO

Código: ACURI

Material: urina - amostra isolada

Sinônimo: Uricosúria amostra isolada

Volume: 30,0 mL

Método: Enzimático/automatizado

Volume Lab: 30,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 24 HORAS

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Usar Bicarbonato de sódio 5g/L de urina.

Código SUS: 0202010120

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:

  • Rotina .:Uso: diagnóstico da uricosúria, principalmente em casos de litíase renal de repetição por uratos; identificação de pacientes com risco de formação de cálculos e defeitos genéticos. Valores aumentados: dietas ricas em purinas (nem sempre acompanhado de hiperuricemia). Valores diminuídos: insuficiência renal crônica ou aguda. Interferentes: ver Ácido Úrico.

 

Referência: 15,0 a 99,0 mg/dL

ÁCIDO ÚRICO URINÁRIO – 24h

Código: ACUR1

Material: urina 24 horas

Sinônimo: Uricosúria

Volume: 20,0 mL

Método: Enzimático/automatizado

Volume Lab: 20,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 24 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Usar Bicarbonato de sódio 5g/L de urina. Anotar volume total. Separar aliquota.

Código SUS: 0202010120

Código CBHPM: 4.03.01.15-0

Interpretação:

  • Uso: diagnóstico da uricosúria, principalmente em casos de litíase renal de repetição por uratos; identificação de pacientes com risco de formação de cálculos e defeitos genéticos. Valores aumentados: dietas ricas em purinas (nem sempre acompanhado de hiperuricemia). Valores diminuídos: insuficiência renal crônica ou aguda. Interferentes: ver Ácido Úrico.

 

Referência: 150,0 a 990,0 mg/24h

ÁCIDO VALPRÓICO

Código: AVAL

Material: soro

Sinônimo: Valproato de sódio, Depakene, divalproato de sodio

Volume: 2,0 mL

Método: Quimioluminescencia

Volume Lab: 2,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 72 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Deve ser realizada antes da próxima dose do medicamento. A dose de medicamento deve ser estável por pelo menos dois dias e não deve ter havido falha na tomada do mesmo. Em suspeita de intoxicação, pelo menos seis horas após a última dose.

Código SUS: 0202070050

Código CBHPM: 4.03.01.16-8

Interpretação:

  • Uso: monitoramento de níveis terapêuticos de ácido valpróico (valproato), utilizado no tratamento de epilepsias. Os níveis séricos de ácido valpróico devem ser mantidos na faixa de referência indicada. Concentrações superiores às concentrações tóxicas podem causar toxicidade direta ou indireta em vários órgãos, notadamente fígado, medula óssea e tecido cerebral. Interferentes: recomenda-se tomada do medicamento e coleta da amostra realizadas de modo constante, dada à característica circadiana das concentrações de ácido valpróico. A exposição a qualquer agente metabolizado do álcool ou hepatotóxico pode interferir nos níveis séricos da droga, especialmente álcool. Processos patológicos que envolvam o fígado também podem interferir nos valores.

 

Referência: Concentração efetiva mínima : 50,0 ug/mL Concentração terapeutica : 50,0 a 100,0 ug/mL Concentração tóxica : > 100,0 ug/mL

ÁCIDO VANIL MANDÉLICO

Código: VMA

Material: urina 24 horas

Sinônimo: VMA,

Volume: 20,0 mL

Método: Cromatografia Líquida de Alto Desempenho (HPLC)

Volume Lab: 20 ,0 mL

Rotina: 3ª e 5ª feira

Resultado: 7 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar a urina das 24 horas em frascos contendo 20,0 mL de HCl 50% ( para 1 litro de urina) .Três dias antes da coleta de urina e durante a coleta o paciente deverá abster-se de café, chá, chocolates, frutas, verduras, baunilha, vanilina (especialmente bananas e substâncias que contenha vanilina). Suspender o uso de medicamentos, principalmente drogas hipotensoras , salicilatos , cafeína e fenotiazidas . Todas estas substâncias interferem diretamente no resultado do teste. Alimentar-se de: pão, manteiga, ovos, leite integral, açúcar, arroz, carne e água a vontade. É importante, além de um rótulo com aviso de que o frasco contém ácido clorídrico, colocar um aviso em letras grandes CUIDADO . A coleta deverá ser feita em um frasco intermediário antes de depositar no frasco com conservante.

Código SUS: 0202010139

Código CBHPM: 4.03.16.03-3

Interpretação:

  • Uso: diagnóstico de feocromocitoma; avaliação de quadros hipertensivos; seguimento de neuroblastomas e ganglioneuroblastomas. O ácido vanil mandélico (VMA) é o metabólito final da epinefrina e norepinefrina. Valores aumentados: feocromocitoma, neuroblastoma, ganglioneuroma, ganglioblastoma. Interferentes: café +, chá +, chocolates +, baunilha +, algumas frutas e vegetais +, drogas vasopressoras +, drogas antihipertensivas +, metildopa +, inibidores MAO -, aspirina, imipramina, ácido nalidíxico, penicilina e sulfas. A coleta de urina 24 horas deve ser realizada após a observância de dieta de três dias padronizada para VMA, com coleta total e correta do volume de 24 horas.

 

Referência: Urina 24 horas 2,0 a 14,0 mg/24h Amostra isolada: 0-2 anos: 0-27 mg/g creatinina 3-5 anos: 0-13 mg/g creatinina 6-17 anos: 0-9 mg/g creatinina 18 anos e maiores: 0-6 mg/g creatinina

ACTH – HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓFICO

Código: ACTH

Material: plasma com EDTA

Sinônimo: Hormônio adrenocorticotrófico, corticotrofina

Volume: 1,0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 72 horas

Temperatura: Congelado

Coleta: Após a coleta , centrifugar imediatamente (centrífuga refrigerada) separar o plasma e transferir para tubo plástico. Enviar o plasma congelado. Melhores resultados em amostras colhidas entre 07:00 e 10:00 hs

Código SUS: 0202060080

Código CBHPM: 4.03.16.04-1

Interpretação:

  • Uso: diagnóstico diferencial da síndrome de Cushing, síndrome do ACTH ectópico (ex. carcinoma de pulmão, tumor de ilhotas pancreáticas, tumores carcinóides, carcinoma medular de tireóide), doença de Addison, hipopituitarismo e tumores pituitários produtores de ACTH (ex. síndrome de Nelson); avaliação de função adrenal. Valores aumentados: doença de Addison, tumores produtores de ACT, stress, síndrome de Cushing hipofisária. Valores diminuídos: adenoma de glândulas supra-renais, carcinoma de células supra renais. Interferentes: corticosteróides, estrogênios, espironolactona, anfetaminas, álcool, lítio, gravidez, fase do ciclo menstrual, atividade física.

 

Referência: Até 46,0 pg/mL Limite de detecção : 5,0 pg/mL Linearidade: 5 a 1250 pg/mL

ADENOSINA DEAMINASE – ADA

Código: ADA

Material: diversos

Sinônimo: ADA

Volume: 1.0 mL

Método: Colorimétrico (Giusti & Galanti)

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 24 HORAS

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário. Manter a amostra refrigerada. A dosagem de adenosina pode ser realizada além do soro em : Liquor, líquido pleural, líquido pericardico e líquido ascitico (liquidos cavitários). Caso não seja possível o envio do material no dia da coleta, o mesmo poderá ser recebido em até 72 horas, refrigerado.

Código SUS: 0202090027

Código CBHPM: 4.03.09.01-0

Interpretação:

  • Uso: diferenciação diagnóstica da atividade celular imune em líquidos. Basicamente, o teste tem capacidade de responder se a resposta ocorrente é de natureza linfóide (valores aumentados) ou mielóide (valores diminuídos). Valores aumentados: soro (tuberculose, febre tifóide, mononucleose infecciosa, outras viroses sistêmicas, colagenoses, neoplasias hematológicas, SIDA); líquidos cavitários (líquor, líquido pleural, pericárdico, ascítico) (tuberculose, processos virais). Valores normais: líquidos cavitários (infecções bacterianas). Interferentes: vacinação recente.

 

Referência: Soro: Até 40,0 U/L LCR :4,6 a 18,0 U/L Soro e Liquido pleural : Até 40,0 U/L Líq. pleural, ascítico e pericárdio : Até 40,0 U/L

ADENOVÍRUS – Detecção por PCR

Código:

Material: Secreção Respiratória

Sinônimo:

Volume: 5,0 mL

Método: PCR (Reação em Cadeia pela Polimerase)

Volume Lab: 5,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 15 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Refrigerado. - 5,0 mL de Sangue total-EDTA RR, lavados trato respiratório em frasco estéril. Congelado - 2,0 m,L de Líquo

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

  • A detecção do genoma de adenovírus indica a presença deste agente no espécime clínico investigado. Entretanto, os resultados do teste devem ser usados em conjunto com dados clínicos e outros marcadores laboratoriais como um indicador prognóstico da doença e para seguimento de terapia. O resultado Não Detectado não exclui a possibilidade de infecção pelo adenovírus, mas que a carga viral está abaixo do limite de detecção do teste. Significado clínico: Os adenovírus são um dos principais agentes etiológicos de infecções respiratórias agudas (IRA) em humanos, sendo responsável por 10% dos casos de pneumonia. Outras manifestações clínicas, tais como doenças coronarianas e asma tem sido atribuídas à etiologia deste vírus. Dependendo do sorotipo infecções gastrointestinais, conjuntivite ,cistite , rash cutâneo ,tonsilites e meningites também são atribuídos a estes vírus.

 

Referência: Não detectável

ALANINA AMINOTRANSFERASE – GPT

Código: TGP

Material: soro

Sinônimo: ALT

Volume: 1.0 mL

Método: Enzimático/ automatizado

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 24 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum 4 horas.

Código SUS: 0202010651

Código CBHPM: 4.03.02.51-2

Interpretação:

  • Uso: determinação de dano celular do parênquima hepático; avaliação das hepatopatias. A GPT é encontrada predominantemente no fígado e em menores quantidades no rim, coração e músculo esquelético, sendo menos sensível que a GOT para a avaliação de hepatopatia alcoólica. Valores aumentados: necrose celular hepática de qualquer causa, choque severo, insuficiência cardíaca, anóxia aguda (ex: estado asmático), trauma extenso, hepatite infecciosa e tóxica, icterícia obstrutiva, obstrução biliar, cirrose, carcinoma hepático, miosite, miocardite, distrofia muscular, doenças hemolíticas, trauma muscular moderado, abuso crônico do álcool, filariose, queimaduras severas, pancreatite severa. Valores diminuídos: azotemia, diálise renal crônica, estados de deficiência de piridoxal fosfato. Interferentes: stress muscular +, salicilatos +, tetraciclinas +, isoniazida +, lipemia +, hemólise +, andrógenos +, etanol +, metotrexato +, esteróides anabolizantes +, fenobarbital +, quinidina +, ácido valpróico +, metildopa -, dopamina -.

 

Referência: Homens : Até 41,0 U/L Mulheres : Até 31,0 U/L

ALBUMINA – Liquor

Código: ALBLIQUOR

Material: liquor

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Nefelometria

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 24 HORAS

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Líquor coletado pelo médico assistente.

Código SUS: 1103115.8

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:

  • Uso: A dosagem dos níveis de albumina no LCR são usados principalmente para avaliar a integridade da barreira hematoencefálica. O grau de permeabilidade pode ser avaliado dosando a albumina no LCR e soro ao mesmo tempo.

 

Referência: Até 35,0 mg/dL

ALBUMINA – Soro

Código:

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: colorimetrico automatizado

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 24 HORAS

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS: 1103115.8

Código CBHPM: 0.00.00.00-0

Interpretação:

  • Uso: marcador de desordens do metabolismo protéico (nutricional, síntese reduzida, perda aumentada); avaliação de status nutricional; pressão oncótica sanguínea; doença renal com proteinúria; outras doenças crônicas. A determinação de albumina nos líquidos cavitários oferece vantagens sobre a determinação da proteína total no diagnóstico diferencial entre transudatos e exsudatos. Valores aumentados: desidratação (verificar aumento do hematócrito). Valores diminuídos: ingestão inadequada (desnutrição ou diarréias crônicas); absorção entérica diminuída (síndromes malabsortivas); aumento da demanda corpórea (hipertireoidismo, gravidez); síntese prejudicada [cirrose, outras doenças hepáticas (ex. alcoolismo), processo inflamatório crônico, analbuminemia hereditária]; aumento de catabolismo (neoplasias, infecções, traumas, inflamações); perda [edema, ascites, queimaduras, nefroses, síndrome nefrótica, enteropatias com perda protéica (ex. doença de Crohn, colite ulcerativa, úlcera péptica)]; diluição (uso de líquidos IV sem albumina, SIADH, hidratação rápida; diabetes psicogênica); deficiência congênita. A hipoalbuminemia está associada a maiores períodos de internação. Interferentes: infusão albumina IV +, infusão fluidos sem albumina -, contraceptivos orais -, garroteamento excessivo +, diferença postural. Limitações: especialmente em populações de hemodialisados e pacientes com insuficiência renal crônica, os valores obtidos por diferentes métodos não são correlacionados.

 

Referência: 3,4 a 5,20 g/dL

ALBUMINA URINARIA – 24 h

Código: ALB24

Material: urina 24 horas

Sinônimo: Microproteinuria 24 horas

Volume: 20 mL

Método: Nefelometria

Volume Lab: 20 mL

Rotina: Diária

Resultado: 72 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Não há necessidade de conservante. Enviar uma aliquota de 20,0 mL junto com a informação de volume total. Exercícios físicos podem aumentar a excreção de albumina.

Código SUS: 0202010627

Código CBHPM: 4.03.01.22-2

Interpretação:

  • Uso: controle da proteinúria renal. Exercícios físicos podem aumentar a excreção de albumina. Valores aumentados: nefropatia diabética, glomerulonefrite, pielonefrite, cistite, amiloidose, rejeição a transplante renal, mieloma múltiplo, exercício intenso, pirexia, hipertensão, gravidez, proteinúria postural (ortostática).

 

Referência: Normal : < 25,0 mg/24h

ALDOLASE

Código: ALDOL

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Enzimático

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 72 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas. Suspensão de qualquer medicamento injetável via IM 24 h antes da coleta . Evitar contato com inseticidas organofosforados antes do exame.

Código SUS: 0202010147

Código CBHPM: 4.03.01.23-0

Interpretação:

  • Uso: avaliação dos processos de depleção muscular. Valores aumentados: distrofia muscular de Duchenne, dermatomiosites, polimiosites, triquinoses, rabdomiólise, hepatites agudas e outras doenças hepáticas agudas, infarto do miocárdio, câncer de próstata, pancreatite hemorrágica. A aldolase é proporcional à redução da massa muscular, mas sua elevação no soro não é específica de doença muscular. Valores normais: atrofias musculares neurogênicas. Valores diminuídos: perda de massa muscular. Interferentes: injeções intramusculares +, inseticidas organofosforados +, hemólise +, fenotiazidas -.

 

Referência: 1,0 a 7,6 U/L

ALDOSTERONA

Código: ALDO

Material: soro

Sinônimo: Mineralocorticóide

Volume: 1.0 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 72 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 8 horas. Suspensão de qualquer medicamento a base de metoclopramida, captopril ou diurético. Coletar preferencialmente até as 10 horas da manhã, ou conforme a orientação médica; O paciente deverá permanecer por 2 horas em pé (parado ou andando) antes da coleta, ou conforme orientação médica; Caso seja solicitada Aldosterona em repouso, o paciente deverá permanecer por cerca de 30 minutos deitado. Manter a amostra congelada.

Código SUS: 0202060098

Código CBHPM: 4.03.16.05-0

Interpretação:

  • Uso: avaliação de quadros hipertensivos onde se suspeita de hiperaldosteronismo; documentação do hiperaldosteronismo na investigação de hipertensão renovascular; diagnóstico de hiperplasia adrenal, hipoaldosteronismo e síndrome de perda salina. Valores aumentados: hipertensão, hiperaldosteronismo primário, câncer do córtex adrenal, hiperatividade de glândulas adrenais, insuficiência cardíaca congestiva, cirrose, terceiro trimestre de gravidez, hiperaldosteronismo secundário a renina aumentada (ex. terapia diurética, estenose arterial renal). Valores diminuídos: hipoaldosteronismo, doença de Addison, toxemia da gravidez, perda salina. Interferentes: diuréticos, anti-hipertensivos, corticóides, preparação inadequada para a coleta.

 

Referência: Dieta normossódica: Repouso: de 1,1 à 16 ng/dL Posição ortostática: de 4,0 à 31 ng/dL.

ALFA – 2 MACROGLOBULINA

Código: ALFA2

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Nefelometria

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 72 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS: 0202010171

Código CBHPM: 4.03.01.26-5

Interpretação:

  • Uso : pode ser usada como marcador de permeabilidade do soro e fluídos.A alfa 2 macroglobulina é uma globulina de alto espectro com ação inibidora de endoprotease. Valores elevados podem indicar stress ou coagulaçao intravascular disseminada (CID) . Está aumentada também na gravidez, diabetes, cirrose hepática, infarto cerebral e terapèutica estrogênica. Valores dimimuídos pode ser encontrados em sindrome nefrótico , doenças hepáticas , diabetes, mieloma múltiplo, pré eclampsia e doença pulmonar.

 

Referência: mulher : 175 a 420 mg/dL homem : 150 a 350 mg/dL

ALFA 1 ANTITRIPSINA

Código:

Material: soro

Sinônimo: ALFATRIP

Volume: 1.0 mL

Método: Nefelometria

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 72 HORAS

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS: 0202010155

Código CBHPM: 4.03.01.24-9

Interpretação:

  • Uso: detecção de deficiências hereditárias na produção de alfa 1 antitripsina (A1AT), possíveis fatores para doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e doença hepática; diagnóstico de cirrose hepática e hepatite crônica ativa; investigação de enfisema, hepatite neonatal, cirrose juvenil, paniculite; marcador de fase aguda. Valores aumentados: gravidez normal, doenças pulmonares crônicas, edema angioneurótico hereditário, doenças gástricas, doenças hepáticas, doenças reumáticas, como marcador de fase aguda em processos inflamatórios inespecíficos com injúria tecidual, necrose, inflamação ou infecção. Valores diminuídos: perda protéica severa, deficiência de A1AT (um dos mais freqüentes erros inatos do metabolismo, levando a desenvolvimento de enfisema de juvenil), hepatopatia colestática em bebês, cirrose familiar infantil, enfisema familiar, DPOC, cirrose hepática, hepatoma. Interferentes: contraceptivos orais.

 

Referência: 103,0 a 202,0 mg/dL

ALFA 1 GLICOPROTEÍNA ÁCIDA

Código: ALFA1

Material: soro

Sinônimo: ALFAGLIC soromucóide, mucoproteína

Volume: 1.0 mL

Método: Nefelometria

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 72 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS: 020201016-3

Código CBHPM: 4.03.01.25-7

Interpretação:

  • Uso: monitoramento de processos inflamatórios em geral. A alfa 1 glicoproteína ácida é um marcador de fase aguda, sendo também o principal componente da mucoproteína de Winzler. Embora o fígado seja apontado como local exclusivo de síntese, alguns tumores podem produzir esta proteína. Esta dosagem tem sido solicitada em substituição à dosagem de mucoproteínas por apresentar melhor correlação clínica e constituir marcador de maior fidelidade e reprodutibilidade. Valores aumentados: atividade inflamatória de origem infecciosa, autoimune, neoplásica. Valores diminuídos: desnutrição, hepatopatias graves, gravidez, enteropatia com perda protéica.

 

Referência: 41,0 a 121,0 mg/dL

ALFA FETOPROTEÍNA

Código: ALFA

Material: soro

Sinônimo: AFP

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 72 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum mínimo 3 horas

Código SUS: 0202010120

Código CBHPM: 4.03.01.15-0

Interpretação:

  • Uso: diagnóstico e monitoramento de carcinoma hepatocelular e tumores de células germinais; avaliação de risco para defeitos no tubo neural e outros defeitos no útero; distinção entre hepatite neonatal e atresia biliar neonatal. Valores aumentados: carcinoma hepatocelular (concentrações iniciais muito altas sugerem pior prognóstico, falha em diminuição de níveis após cirurgia indica metástase ou má ressecção, mudanças podem ocorrer com o resultado de quimioterapia), ataxia, teleangiectasia, tumores de células germinais, tirosinemia hereditária, persistência hereditária de AFP, metástases hepáticas de carcinoma de estômago e pâncreas, hepatite neonatal, carcinoma embrional, teratocarcinoma, coriocarcinoma, outras doenças hepáticas (em menores concentrações), defeitos do tubo neural em gestações. Valores normais: atresia biliar neonatal. Valores diminuídos: gravidez com trissomia de 21.

 

Referência: Pediátrico (ng/mL) 0 a 1 semana : 5.000,0 a 105.000,0 2 sem. a 1 mês : 300,0 a 60.000,0 1 mês : 100,0 a 10.000,0 2 meses : 40,0 a 1.000,0 3 meses : 11,0 a 300,0 4 meses : 5,0 a 200,0 5 meses : 0,0 a 90,0 > 6 meses : 0,0 a 15,0 Gestantes (ng/mL)valor médio Até 15a sem.: 32,4 Até 16a sem. : 36,3 Até 17a sem.: 42,3 Até 18a sem. : 48,5 Até 19a sem.: 56,1 Até 20a sem. : 64,8 Mulheres : 0,0 a 15,0 Homens : 0,60 a 6,65

ANIDROGLUCITOL 1, 5

Código: ANIDROGLUCITOL 1, 5

Material: soro congelado EXT

Sinônimo: 1,5AG; 1,5-AG

Volume:

Método: Ensaio colorimétrico e enzimático

Volume Lab:

Rotina: Diária

Resultado: 15 dias

Temperatura:

Coleta:

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Interpretação:O 1,5AG, um poliol plasmático de ocorreência natural na dieta, é um análogo da glicose não metabolizável, marcador de glicemia, que é mantido constante durante a normoglicemia através da filtração e reabsorcão renal. É encontrado no plasma após ingestão e é caracterizado pela excreção urinária, filtração através dos glomérulos a uma taxa de 5-10 g/L e reabsorção tubular muito alta (> 99%), que é inibida pela glicose durante períodos de hiperglicemia. Praticamente todo o 1,5-AG filtrado pelo rim é reabsorvido em condições normais. Contudo quando as concentrações glicêmicas ultrapassam o limiar renal ocorre diminuição da concentração plasmática de 1,5-AG devido à inibição competitiva com a glicose pela reabsorção tubular proximal. Indicações: Marcador de curto prazo para excursões de hiperglicemia. A dosagem de 1,5-anidroglucitol (AG) vem sendo proposta como índice de controle glicêmico alternativo à medida de frutosamina e hemoglobina glicada (HbA1c). A dosagem sérica do 1,5 AG permite um controle glicêmico mais precoce (de 24 a 72 horas) do que a frutosamina (15 dias) ou a HbA1c (120 dias). Estudos demonstraram que o teste apresenta boa correlação com a hiperglicemia pós-prandial mesmo em indivíduos com HbA1c dentro do alvo (6-8%). Interpretação: Os níveis de 1,5-AG no sangue se alteram em menos de 24 horas após episódios hiperglicêmicos. Os seus níveis refletem a hiperglicemia ao longo de aproximadamente uma semana. Em relação à interferência analítica, a creatinina somente altera o 1,5-AG quando está acima de 10 mg/dL. Sugestão de leitura complementar: Nerby CL, Stickle DF. 1,5-anhydroglucitol monitoring in diabetes: a mass balance perspective. Clin Biochem 2009; 42: 158-167. Yamanouchi T, Akanuma Y. Serum 1,5-anhydroglucitol (1,5 AG): new clinical marker for glycemic control. Diabetes Res Clin Pract 1994; 24: S261-S268

 

Referência: 0 a 1 ano: Sem valor de referência estabelecido Masculino Feminino 2 a 17 anos: 15,0 - 38,0 ug/mL 11,2 - 35,7 ug/mL 18 anos ou mais:7,3 - 36,6 ug/mL 7,5 - 28,4 ug/mL 0 a 1 ano:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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