• T3 - TRIIODOTIRONINA

  • T3 - TRIIODOTIRONINA LIVRE

  • T3 - TRIIODOTIRONINA RETENÇÃO

  • T3 - TRIIODOTIRONINA REVERSO

  • T4 - TIROXINA

  • T4 - TIROXINA LIVRE

  • T4 - TIROXINA LIVRE - Curva

  • T4 - TIROXINA NEONATAL

  • TELOPEPTÍDEO - (CROSS-LINKS) - NTX

  • TEMPO DE ATIVIDADE DE PROTROMBINA

  • TEMPO DE COAGULAÇÃO

  • TEMPO DE SANGRAMENTO

  • TEMPO DE TROMBINA

  • TEMPO DE TROMBOPLASTINA PARCIAL ATIVADO

  • TEOFILINA

  • TESTE DA BOCHECHINHA

  • TESTE DE ABSORÇÃO DA D-XILOSE , plasma

  • TESTE DE ABSORÇÃO DA LACTOSE

  • TESTE DE ABSORÇÃO DA MALTOSE

  • TESTE DE ABSORÇÃO DA SACAROSE

  • TESTE DE ESTIMULO DE 17 OH PROGESTERONA APÓS ACTH

  • TESTE DE ESTÍMULO DE ACTH APÓS INSULINA

  • TESTE DE ESTÍMULO DE ACTH E CORTISOL APÓS DDAVP

  • TESTE DE ESTÍMULO DE CORTISOL APÓS INSULINA

  • TESTE DE ESTÍMULO DE GASTRINA APÓS SECRETINA

  • TESTE DE ESTIMULO DE GLICOSE APÓS INSULINA

  • TESTE DE ESTÍMULO DE PEPTÍDEO C APÓS GLUCAGON

  • TESTE DE ESTÍMULO DE PROLACTINA APÓS AMPLICTIL

  • TESTE DE ESTÍMULO DE PROLACTINA APÓS PLASIL

  • TESTE DE ESTÍMULO DE PROLACTINA APÓS TRH

  • TESTE DE ESTÍMULO DE TESTOSTERONA APÓS CORTROSINA

  • TESTE DE ESTÍMULO DE TESTOSTERONA APÓS HCG

  • TESTE DE ESTÍMULO DO FSH APÓS LHRH

  • TESTE DE ESTÍMULO DO GH APÓS EXERCÍCIO

  • TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM ARGININA

  • TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM CLONIDINA

  • TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM INSULINA

  • TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM PROPANOLOL

  • TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM TRH

  • TESTE DE ESTÍMULO DO LH APÓS LHRH

  • TESTE DE ESTÍMULO DO TSH APÓS TRH

  • TESTE DE ESTIMULO RENINA/ALDOSTERONA

  • TESTE DE LIBERAÇÃO DE CORTISOL APÓS CORTROSINA

  • TESTE DE MISTURA PARA TTPA PROLONGADO

  • TESTE DE PATERNIDADE [MÃE, FILHO (A) E SUP. PAI]

  • TESTE DE PATERNIDADE DUO [FILHO (A) E SUP. PAI (OU MÃE)]

  • TESTE DE SUPRESSÃO DA PROLACTINA APÓS L-DOPA

  • TESTE DE SUPRESSÃO DO CORTISOL APÓS DEXAMETASONA

  • TESTE DE SUPRESSÃO DO GH COM GLICOSE

  • TESTE DO PEZINHO - BASICO

  • TESTE DO PEZINHO - BASICO (Cientifica)

  • TESTE DO PEZINHO - MCAD

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL 0

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL 1

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL 1+ Hb

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL 2

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL 2 + Hb

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL 3

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL 4

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL 5

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL AMPLIADO

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL AMPLIADO - PADRÃO DASA

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL BASICO

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL EXPANDIDO - MCAD

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL EXPANDIDO - PADRÃO DASA

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL MASTER

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL MASTER (Cientifica Lab)

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL NP1

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL NPG

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL NPH

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL NPT

  • TESTE DO PEZINHO - PERFIL TSH - T4 - PKU

  • TESTE DO PEZINHO - PKU, T4Neo, TSH, HEN, TRIPS

  • TESTOSTERONA BIODISPONÍVEL

  • TESTOSTERONA LIVRE

  • TESTOSTERONA TOTAL

  • TESTOSTERONA TOTAL - Curva

  • TIOCIANATO

  • TIOCIANATO PRÉ JORNADA

  • Tipagem para HLA Classe II

  • TIREOGLOBULINA

  • TIREOGLOBULINA - LIQUIDOS

  • TIREOGLOBULINA COM ÍNDICE DE RECUPERAÇÃO

  • TIROSINA

  • TOPIRAMATO

  • TOXOCARA - Anticorpos IgG

  • TOXOCARA - Anticorpos IgM

  • TOXOPLASMA GONDII - Detecção por PCR

  • TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgA (ELISA)

  • TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgG

  • TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgG (CMIA)

  • TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgG (IFI)

  • TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgG e IgM no LCR

  • TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgG no LCR

  • TOXOPLASMOSE - Anticorpos IgM

  • TRAB - ANTICORPO ANTI RECEPTOR DE TSH

  • TRANSFERRINA

  • TRANSFERRINA DEFICIENTE DE CARBOHIDRATO

  • TREPONEMA PALLIDUM - Anticorpos IgM

  • TREPONEMA PALLIDUM - Pesquisa

  • TRIAGEM AMPLIADA PARA ERROS INATOS DO METABOLISMO

  • TRIAGEM TOXICOLÓGICA

  • TRICHOMONAS VAGINALIS - Pesquisa

  • TRICICLICOS ANTIDEPRESSIVOS

  • TRICLOROCOMPOSTOS TOTAIS PRÉ JORNADA

  • TRIGLICÉRIDES

  • TRIPSINA IMUNOREATIVA

  • TRIPSINA IMUNOREATIVA - Soro

  • TRIPTASE

  • TROPONINA CARDÍACA - I

  • TROPONINA CARDIACA - T

  • TRYPANOSOMA CRUZI - Anticorpos IgG

  • TRYPANOSOMA CRUZI - Anticorpos IgM

  • TSH - HORMÔNIO TIREOESTIMULANTE - Cuva

  • TSH - HORMÔNIO TIREOESTIMULANTE - Ultrasensivel

  • TSH - NEONATAL

T3 – TRIIODOTIRONINA

Código: T3

Material: soro

Sinônimo: T3

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico do hipotireoidismo e hipertireoidismo. A triiodotironina (T3) é formada a partir do T4 nos tecidos periféricos (aproximadamente 80%), sendo também sintetizada (20%) pelas células foliculares da glândula tireóide. Interferentes: preservativos orais +, estrógenos +, andrógenos -, prednisona -, dexametasona -, corticóides -, deficiência de iodo -.

 

Referência: Cordão umbilical : 15,0 a 100,0 ng/dL 0 a 6 dias : 100,0 a 270,0 ng/dL 1 semana a 1 ano : 105,0 a 245,0 ng/dL 2 a 5 anos : 105,0 a 269,0 ng/dL 6 a 10 anos : 94,0 a 241,0 ng/dL > 11 anos : 94,0 a 240,0 ng/dL Adulto : 60,0 a 215,0 ng/dL

T3 – TRIIODOTIRONINA LIVRE

Código: T3L

Material: soro

Sinônimo: T3L, Free T3, FT3

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico do hipotireoidismo e hipertireoidismo. Aproximadamente 0,5% do T3 circula na forma livre (não ligada às proteínas), sendo considerado a fração biologicamente ativa.

 

Referência: 2,00 a 4,40 pg/mL

T3 – TRIIODOTIRONINA RETENÇÃO

Código: RT3

Material: soro

Sinônimo: Triiodotironina Retenção, T3 uptake

Volume: 2.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não obrigatório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico de hipotireoidismo e hipertireoidismo. Interferentes: salicilatos +, fenitoína +, fenilbarbitúricos +.

 

Referência: 24 a 35 % RT3 = Thyroid Uptake (TU)

T3 – TRIIODOTIRONINA REVERSO

Código: T3RE

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: 2ª e 5ª Feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas. Coletar soro.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: Formado, em sua grande maioria, em uma pequena parcela tiróide e na maioria parte pela metabolização periférica do T4, não apresentando função biológica conhecida. Sua determinação está indicada em pacientes com doença grave sistemica, onde o T3 e T4 estão diminuídos e o T3 Reverso está aumentado.

 

Referência: 8,0 a 40,0 ng/dL

T4 – TIROXINA

Código: T4

Material: soro

Sinônimo: Tetraiodotironina, tiroxina, T4 total

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. A tiroxina (T4) é produzida exclusivamente pela tireóide, circulando ligada a proteínas carreadoras (TBG - Thyroid binding globulin 75%, TGPA 15% e albumina 10%). A medida de T4 total é um procedimento comum para avaliar o estado da tiróide de um paciente. Na atualidade, a dosagem de T4 total está sendo praticamente substituída pela dosagem dos níveis de T4 livre. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminuídos: hipotireoidismo. Diversas outras condições fisiológicas e patológicas não associadas diretamente à função tireoidiana podem interferir diretamente na dosagem de T4: insuficiência renal, cirrose, hepatites, câncer, infecção, inflamação severa, doenças psiquiátricas. Interferentes: amiodarona +, anfetaminas +, heroína +, levodopa +, metadona +, propanolol +, tireotrofina +, TRH +, aminosalicílico -, androgênicos -, anticonvulsivantes -, corticosteróides -, aspirina -, etionamida -, furosemida -, lítio -, penicilina -, fenilbutazona -, propiltiuracil -, reserpina -, butazona -, rifampicina -, sulfonamidas -, triiodotironina -.

 

Referência: cordão umbilical : 6,0 a 15,0 ug/dL 1 a 6 dias : 14,0 a 28,4 ug/dL 7 dias a 3 meses : 8,1 a 15,7 ug/dL 4 meses a 5 anos : 5,6 a 14,9 ug/dL 6 anos a 15 anos : 4,6 a 12,7 ug/dL Adultos : 4,8 a 13,7 ug/dL

T4 – TIROXINA LIVRE

Código: T4L

Material: soro

Sinônimo: Tiroxina livre

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. O T4 livre corresponde a 0,02-0,04% do T4 total, estando precocemente elevado nas fases iniciais do hipertireoidismo, quando os níveis de T4 e T3 totais estão ainda dentro dos limites de normalidade. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminuídos: hipotireoidismo.

 

Referência: 0,70 a 1,80 ng/dL

T4 – TIROXINA LIVRE – Curva

Código: T4LCURVA

Material: soro

Sinônimo: Tiroxina livre

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. O T4 livre corresponde a 0,02-0,04% do T4 total, estando precocemente elevado nas fases iniciais do hipertireoidismo, quando os níveis de T4 e T3 totais estão ainda dentro dos limites de normalidade. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminuídos: hipotireoidismo.

 

Referência: 0,70 a 1,80 ng/dL

T4 – TIROXINA NEONATAL

Código: T4NEO

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel filtro

Método: Imunofluorimétrico

Volume Lab: Papel filtro

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 5 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar sangue total em papel filtro

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico precoce do hipotireoidismo congênito. Doença causada pela produção deficiente dos hormônios da tireóide. Neste caso podem ocorrer deficiências físicas e mentais em graus variados.

 

Referência: Superior a 6,0 ug/dL Faixa limítrofe: de 4,5 a 5,9 ug/dL * * Repetição em nova amostra de papel de filtro a critério médico.

TELOPEPTÍDEO – (CROSS-LINKS) – NTX

Código: NTX

Material: urina - 2ª urina da manhã

Sinônimo: N TELOPEPTIDIO ,TELOPEPTIDIO N TERMINAL

Volume: 50,0 mL

Método: Eletroquimioluminométrico

Volume Lab: 50,0 mL

Rotina: 3ª feira

Resultado: 4 dias

Temperatura: Congelado

Coleta: Coletar a 2ª urina da manha, coletar no mínimo 50,0 mL, enviar congelado . Estabilidade de 5 dias refrigerado (2 a 8º C) e até 4 semanas congelado (-20º C)

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação da velocidade de reabsorção nos processos osteoporóticos. Valores aumentados: reabsorção óssea acelerada, menopausa, hipertireoidismo, hiperparatireoidismo, doença de Paget. Valores diminuídos: controle pós-tratamento. Espera-se tipicamente decrescimo de 30 a 40% nos níveis de N-telopeptideo basal após 3 meses de terapia anti-reabsortiva na monitoração da terapia, os pacientes devem ser mantidos com níveis menores ou iguais a 35 nBCE/nmol creatinina. O NTx é um excelente marcador de reabsorção óssea pelos osteoclastos liberando porções de colágeno na circulação que são excretadas na urina. Não apresenta variações com a dieta sendo o principal colágeno dos ossos, e uma queda superior a 30% na sua concentração basal indica bom resultado terapêutico.

 

Referência: Mulheres 5 a 65 nM/mM creatinina Homens 3 a 51 nM/mM creatinina

TEMPO DE ATIVIDADE DE PROTROMBINA

Código: TAP

Material: plasma citratado

Sinônimo: TAP

Volume: 1.0 mL

Método: Fibrômetro e coagulômetro

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Congelado

Coleta: Não é necessário jejum. Informar se o paciente faz uso de algum tipo de anticoagulante. Enviar o plasma já separado e congelado.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: controle terapêutico de anticoagulantes orais; avaliação da função hepática e desordens de coagulação. Devido às diferenças de sensibilidade das tromboplastinas obtidas em diferentes fontes, é recomendada uma padronização, utilizando-se uma tromboplastina de referência mundial (INR - International Normalization Ratio). Os pacientes que utilizam anticoagulantes orais, em fase estável de anticoagulação, podem ser monitorados de um modo mais racional e seguro, utilizando este parâmetro.

 

Referência: Atividade de protrombina: 70% a 100% RNI : 2,0 a 3,0 Anticoagulação convencional RNI : 2,5 a 3,5 Coagulação intensiva RNI - Intervalo de Refêrencias(Alvos Terapeuticos) Recomendações do American College of Physicians, National Heart Lung and Blood Institute for Haematology.

TEMPO DE COAGULAÇÃO

Código: TC

Material: sangue total sem anticoagulante

Sinônimo:

Volume: NA

Método: Duke

Volume Lab: NA

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Ambiente

Coleta: Paciente deve comparecer no laboratório para realização do teste.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Ver Tempo de Sangramento e Coagulação.

 

Referência: 4 a 10 minutos

TEMPO DE SANGRAMENTO

Código: TS

Material: sangue

Sinônimo: TS

Volume: Variável

Método: Duke

Volume Lab: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Ambiente

Coleta: Paciente deve comparecer no laboratório para realização do teste.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Ver Tempo de Sangramento e Coagulação.

 

Referência: Até 5 minutos

TEMPO DE TROMBINA

Código: TROMB

Material: plasma citratado

Sinônimo: TT

Volume: 4.5 mL

Método: Fibrômetro

Volume Lab: 4.5 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Congelado

Coleta: Colher com seringa plástica ou Vacutainer e separar o plasma logo após a coleta. Manter Congelado.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico e monitoramento da coagulação intravascular disseminada (CIVD); controle de terapêutica heparínica e fibrinolítica. Valores aumentados (geralmente acima de 30 segundos): presença de heparina circulante, presença de produtos de degradação da fibrina, depleção de fibrinogênio, disfibrinogenemia, doenças hepáticas, paraproteínas.

 

Referência: até 22 segundos

TEMPO DE TROMBOPLASTINA PARCIAL ATIVADO

Código: KPTT

Material: plasma citratado

Sinônimo: TTPA

Volume: 1.0 mL

Método: Fibrômetro e coagulômetro

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Congelado

Coleta: Não é necessário Jejum. Informar se o paciente faz uso de algum tipo de anticoagulante. Enviar o plasma separado e refrigerado.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: monitoramento da terapia com heparina; triagem para defeitos da coagulação (via intrínseca). Isoladamente, é o melhor teste para detectar problemas na coagulação, obtendo resultados anormais em 90% dos casos. Valores aumentados: deficiências de um ou mais fatores (I - fibrinogênio, II - protrombina, V - fator lábil, VIII, IX, X, XI e XII).

 

Referência: Ratio : 0,80 a 1,25

TEOFILINA

Código: TEOFI

Material: soro

Sinônimo: Aminofilina

Volume: 1.0 mL

Método: Turbidimetria

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher 2 horas após a dose oral de teofilina, ou conforme orientação médica. Se o exame não for realizado no mesmo dia, congelar a amostra.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação da concentração sérica da teofilina (droga terapêutica). A teofilina é uma metilxantina, usada comumente no tratamento da asma e da doença pulmonar obstrutiva crônica. Seus efeitos tóxicos são encontrados em pacientes com náuseas, vômitos, taquicardia, arritmias e convulsões. Interferentes: eritromicina, fenobarbital, cimetidina, fumo, alopurinol, propanolol, anticoncepcionais orais.

 

Referência: Niveis terapeuticos: 10,0 a 20,0 ug/mL Niveis toxicos : acima de 20,0 ug/mL

TESTE DA BOCHECHINHA

Código:

Material: Raspado da mucosa

Sinônimo:

Volume:

Método:

Volume Lab:

Rotina:

Resultado:

Temperatura: ambiente

Coleta:

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação: O TESTE DA BOCHECHINHA é um exame genético capaz de identificar precocemente mais de 310 doenças graves, silenciosas e tratáveis, desenvolvidas na primeira infância. Doenças identificadas SURDEZ DOENÇAS NEUROLÓGICAS (NOVO) DOENÇAS IMUNOLÓGICAS DOENÇAS HEMATOLÓGICAS DEFICIÊNCIAS DO METABOLISMO DE VITAMINAS E MINERAIS DOENÇAS RENAIS DOENÇAS ENDÓCRINAS ERROS INATOS DO METABOLISMO NEOPLASIAS DOENÇAS HEPÁTICAS E GASTROINTESTINAIS Surdez – GJB2 Surdez – GJB6 Deficiência de Linfócitos T – ZAP70 Deficiência de Linfócitos T, Alopecia Congênita e Distrfia Ungueal – FOXN1 Deficiência de Mieloperoxidase – MPO Deficiência de Purina Nucleosídeo Fosforilase – PNP Desregulação Imunológica, Poliendocrinopatia e Enteropatia (IPEX) – FOXP3 Disgenesia Reticular – AK2 Doença Granulomatosa Crônica (CGD) – CYBA Doença Granulomatosa Crônica (CGD) – CYBB Doença Granulomatosa Crônica (CGD) – NCF2 Doença Granulomatosa Crônica (CGD) – NCF4 Imunodeficiência de Células T – CD247 Imunodeficiência de Células T – CORO1A Imunodeficiência de Células T – ORAI1 Imunodeficiência e Hiper-IgM – AICDA Imunodeficiência e Hiper-IgM – CD40 Imunodeficiência e Hiper-IgM – CD40LG Imunodeficiência e Hiper-IgM – UNG Imunodeficiência, Defeito do Magnésio, Infecção por Epstein-Barr e Neoplasia – MAGT1 Infecções Piogênicas Recorrentes – MYD88 Linfedema Primário, Mielodisplasia, Imunodeficiência e Leucemia Mielóide Aguda – GATA2 Linfohistiocitose Hemofagocítica – PRF1 Linfohistiocitose Hemofagocítica – STX11 Linfohistiocitose Hemofagocítica – STXBP2 Linfohistiocitose Hemofagocítica – UNC13D Neutropenia Congênita – CXCR2 Neutropenia Congênita Grave – ELANE Neutropenia Congênita Grave – G6PC3 Neutropenia Congênita Grave – GFI1 Neutropenia Congênita Grave – HAX1 Neutropenia Congênita Grave – JAGN1 Neutropenia Congênita Grave – VPS45 Síndrome de Falência da Medula Óssea – DNAJC21 Síndrome de Shwachman-Diamond – EFL1 Síndrome de Shwachman-Diamond – SBDS Síndrome de Shwachman-Diamond – SRP54 Síndrome de Wiskott-Aldrich – WAS Síndrome de Wiskott-Aldrich – WIPF1 Síndrome do Linfócito Desnudo – CIITA Síndrome do Linfócito Desnudo – RFX5 Síndrome do Linfócito Desnudo – RFXANK Síndrome do Linfócito Desnudo – RFXAP Síndrome do Linfócito Desnudo – TAP1 Síndrome do Linfócito Desnudo – TAP2 Síndrome do Linfócito Desnudo – TAPBP Síndrome Linfoproliferativa – SH2D1A Síndrome Linfoproliferativa – XIAP Síndrome WHIM – CXCR4 Susceptibilidade a Infecção por Micobactérias – IFNGR2 Susceptibilidade a Infecções por Micobactérias – IFNGR1 Susceptibilidade a Infecções por Micobactérias – IL12B Susceptibilidade a Infecções por Micobactérias – IL12RB1 Susceptibilidade a Infecções por Micobactérias – IRF8 Susceptibilidade a Infecções por Micobactérias – RORC Susceptibilidade a Infecções por Micobactérias e Virais – STAT1 Afibrinogenemia Congênita – FGA Deficiência Combinada de Fatores de Coagulação Dependentes de Vitamina K – GGCX Deficiência Combinada de Fatores de Coagulação Dependentes de Vitamina K – VKORC1 Hemofilia A* (*Não inclui inversão intrônica) – F8 Hemofilia B – F9 Púrpura Trombocitopênica Trombótica Congênita – ADAMTS13 Trombocitopenia Amegacariocítica Congênita – MPL Abetalipoproteinemia – MTTP Acrodermatite Enteropática (Deficiência de Zinco) – SLC39A4 Deficiência de Cofator de Molibdênio – MOCS1 Deficiência de Transcobalamina II – TCN2 Deficiência de Transporte Cerebral de Folato – FOLR1 Deficiência de Vitamina E – TTPA Doença de Menkes – ATP7A Doença de Wilson – ATP7B Epilepsia Responsiva a Piridoxina – PLPBP Epilepsia Responsiva à Piridoxina – ALDH7A1 Hipomagnesemia Intestinal – TRPM6 Hipomagnesemia Renal – CLDN16 Hipomagnesemia Renal – CLDN19 Hipomagnesemia Renal – CNNM2 Síndrome Brown-Vialetto-Van Laere – SLC52A2 Síndrome Brown-Vialetto-Van Laere – SLC52A3 Síndrome de Disfunção do Metabolismo de Tiamina – SLC25A19 Síndrome de Disfunção do Metabolismo de Tiamina – SLC19A3 Síndrome de Disfunção do Metabolismo de Tiamina – TPK1 Acidose Tubular Renal Distal – ATP6V0A4 Acidose Tubular Renal Distal e Surdez Neurosensorial Progressiva – ATP6V1B1 Diabetes Insipidus Nefrogênico – AQP2 Diabetes Insipidus Nefrogênico – AVPR2 Síndrome de Bartter – BSND Síndrome de Bartter – CLCNKA Síndrome de Bartter – CLCNKB Síndrome de Bartter – KCNJ1 Síndrome de Bartter – SLC12A1 Síndrome de Fechtner – MYH9 Deficiência Combinada de Hormônios Hipofisários – LHX3 Deficiência Combinada de Hormônios Hipofisários – LHX4 Deficiência Combinada de Hormônios Hipofisários – OTX2 Deficiência Combinada de Hormônios Hipofisários – POU1F1 Deficiência Combinada de Hormônios Hipofisários – PROP1 Deficiência Combinada de Hormônios Hipofisários – SOX3 Deficiência de Corticosterona Metiloxidase – CYP11B2 Deficiência de Diidrolipoamida Desidrogenase – DLD Deficiência de Glicocorticóide – MC2R Deficiência de Glicocorticóide – MRAP Deficiência de Glicocorticóide – NNT Deficiência de Transportador de Monocarboxilato 1 e Hipoglicemia Hiperinsulinêmica – SLC16A1 Deficiência de TRH – TRH Diabetes Neonatal – INS Diabetes Neonatal e Hipotireoidismo Congênito – GLIS3 Displasia Septo-óptica – HESX1 Hiperinsulinismo, Hipopituitarismo e Anomalias Endodermais e Craniofaciais – FOXA2 Hiperparatireoidismo Neonatal Grave – CASR Hiperplasia Adrenal Congênita – CYP11B1 Hiperplasia Adrenal Congênita – CYP17A1 Hiperplasia Adrenal Congênita – HSD3B2 Hiperplasia Adrenal Congênita Lipóide – STAR Hipoglicemia Hiperinsulinêmica – GLUD1 Hipoglicemia Hiperinsulinêmica – INSR Hipoglicemia Hiperinsulinêmica e Diabetes Neonatal – ABCC8 Hipoglicemia Hiperinsulinêmica e Diabetes Neonatal – GCK Hipoglicemia Hiperinsulinêmica e Diabetes Neonatal – KCNJ11 Hipoplasia Adrenal Congênita – NR0B1 Hipotireoidismo Central Congênito – IRS4 Hipotireoidismo Central e Surdez – TBL1X Hipotireoidismo Congênito – IGSF1 Hipotireoidismo Congênito – NKX2-5 Hipotireoidismo Congênito – PAX8 Hipotireoidismo Congênito – THRA Hipotireoidismo Congênito – TRHR Hipotireoidismo Congênito – TSHB Hipotireoidismo Congênito – TSHR Pseudohipoaldosteronismo – SCNN1A Pseudohipoaldosteronismo – SCNN1B Pseudohipoaldosteronismo – SCNN1G Raquitismo Deficiente de Hidroxilação de Vitamina D – CYP27B1 Raquitismo Deficiente de Hidroxilação de Vitamina D – CYP2R1 Raquitismo Dependente de Vitamina D – VDR Raquitismo Hipofosfatêmico – PHEX Adrenoleucodistrofia – ABCD1 Cardiomiopatia e Degeneração de Retina Progressiva – SLC6A6 Cistinose Nefropática – CTNS Cistinúria – SLC7A9 Defeito de Síntese de Ácidos Biliares – AKR1D1 Defeito de Síntese de Ácidos Biliares – AMACR Defeito de Síntese de Ácidos Biliares – CYP7A1 Defeito de Síntese de Ácidos Biliares – CYP7B1 Defeito de Síntese de Ácidos Biliares – HSD3B7 Defeito de Síntese de Ácidos Biliares – SLC27A5 Deficiência Cerebral de Creatina – GAMT Deficiência Cerebral de Creatina – GATM Deficiência de Frutose-1,6-Bisfosfatase – FBP1 Deficiência de Holocarboxilase Sintetase – HLCS Deficiência de L-Amino Ácido Aromático Descarboxilase – DDC Deficiência de Lipase Ácida Lisossomal – LIPA Deficiência de Piridoxamina 5-Primo-Fosfato Oxidase – PNPO Deficiência de Succinil-CoA:3-Oxoácido-CoA Transferase – OXCT1 Deficiência de Sucrase-Isomaltase – SI Distonia Dopa-Responsiva – SPR Distúrbio Congênito da Glicosilação (CDG) Tipo Ib – MPI Distúrbio Congênito da Glicosilação (CDG) Tipo It – PGM1 Distúrbio Congênito da Glicosilação (CDG) Tipo Iz – CAD Doença de Gaucher – GBA Doença de Segawa – TH Encefalopatia Etilmalônica – ETHE1 Encefalopatia Relacionada ao Transporte de Malato-Aspartato – GOT2 Glicogenose Tipo 0A – GYS2 Glicogenose Tipo IA – G6PC Glicogenose Tipo IB/IC – SLC37A4 Glicogenose Tipo III – AGL Glicogenose Tipo IV – GBE1 Glicogenose Tipo IXA1 – PHKA2 Glicogenose Tipo IXB – PHKB Glicogenose Tipo VI – PYGL Hipercolanemia – BAAT Hipofosfatasia – ALPL Homocistinúria – CBS Homocistinúria – MTHFR Leucodistrofia Metacromática – ARSA Lipofuscinose Ceróide Tipo 2 (CLN2) – TPP1 Malabsorção de Folato Hereditária – SLC46A1 Mucopolissacaridose Tipo I (Síndrome de Hurler e/ou Scheie) – IDUA Mucopolissacaridose Tipo II – IDS Mucopolissacaridose Tipo IVA – GALNS Mucopolissacaridose Tipo VI – ARSB Mucopolissacaridose Tipo VII – GUSB Quilomicronemia – APOA5 Quilomicronemia – APOC2 Quilomicronemia – GPIHBP1 Quilomicronemia – LMF1 Quilomicronemia – LPL Síndrome de Anemia Megaloblástica Responsiva a Tiamina – SLC19A2 Síndrome de Deficiência de GLUT1 – SLC2A1 Síndrome Fanconi-Bickel – SLC2A2 Síndrome MIRAGE – SAMD9 Xantomatose Cérebro-tendínea – CYP27A1 Retinoblastoma – RB1 Colestase e Surdez – USP53 Colestase Intra-hepática Familial Progressiva – ABCB4 Colestase Intra-hepática Familial Progressiva – ATP8B1 Colestase Intra-hepática Familial Progressiva – TJP2 Colestase Intra-hepática Familial Progressiva – ABCB11 Deficiência Congênita de Lactase – LCT Diarréia Congênita – DGAT1 Diarréia Congênita – NEUROG3 Diarréia Congênita – SLC26A3 Intolerância a Fructose – ALDOB Malabsorção de Glicose e Galactose – SLC5A1 Síndrome de Crigler-Najjar – UGT1A1

Referência:

TESTE DE ABSORÇÃO DA D-XILOSE , plasma

Código: TADXILOSEP

Material: plasma fluoretado

Sinônimo: XILOSE

Volume: 2.0 mL

Método: Colorimétrico

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum 8 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal e administrar xilose via oral conforme a seguir ; Adultos: 25 g de D-xilose dissolvida em 250 mL de água. Crianças: 0,5 g de D-xilose/Kg de peso corpóreo até o máximo de 25 g. Coletar 4 mL de sangue fluoretado (plasma)Adulto :2 horas após ingestão da xilose Crianças 1 hora após a ingestão.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação diagnóstica de intolerância ao glúten, espru tropical, doença celíaca, insuficiência pancreática (valores normais), síndromes malabsortivas e função jejunal. A D-xilose, por sua estrutura monossacarídica pentamérica, é absorvida no duodeno e jejuno de forma diferente de outros monossacarídeos, não requerendo enzimas pancreáticas no processo. Após a ingestão de uma solução de d-xilose, são coletadas amostras de sangue ou urina num período de 5 horas para determinar a quantidade de xilose absorvida. É esperado que em pessoas normais haja uma excreção urinária entre 16-25% da xilose administrada nas 5 horas de exame, ou 30-52 g/dL no sangue em duas horas. A absorção é diminuída em esteatorréia por má absorção do intestino delgado, giardíase, gastroenterites virais, verminoses ou idade avançada. É normal em esteatorréia pancreática, cirrose hepática, pós-gastrectomia e má nutrição. Alguns fatores podem estar associados a baixos resultados na prova sem, no entanto, haver distúrbio da absorção intestinal, como insuficiência renal, vômitos, hipomotilidade, estase intestinal, desidratação e uso de certos medicamentos.

 

Referência: Criança Apos 1 hora < 6 meses : 15,0 mg/dL > 6 meses : 30,0 a 50,0 mg/dL Apos 2 horas < 6 meses : 30,0 a 40,0 mg/dL Adultos > 33,0 mg/dL

TESTE DE ABSORÇÃO DA LACTOSE

Código: TALACTOSE

Material: plasma fluoretado

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Enzimático

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum 8 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal e administrar Lactose conforme quantidades a seguir : Adulto: 50 g de lactose diluída em água . Criança: 2 g de lactose diluída em água e administrada oralmente/Kg de peso Máximo 50 g Coleta de sangue (tubos com fluoreto) para dosagens de glicose basal 15,30, 60 minutos após a ingestão de lactose. Dosar glicose.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: estudo de deficiência enzimática intestinal (lactase), resultante de dano ou disfunção da mucosa em casos de deficiência idiopática, spru, doença celíaca e gastroenterite.

 

Referência: Deficiência : elevação inferior a 20 mg/dL em relação a Basal. Normal: elevação de 20 a 25 mg/dL na glicemia em relação a Basal.

TESTE DE ABSORÇÃO DA MALTOSE

Código: TAMALTOSE

Material: plasma fluoretado

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Enzimático

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum 8 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal e administrar Maltose conforme quantidades a seguir : Adulto: 50 g de Maltose diluída em água . Criança: 2 g de Maltose diluída em água e administrada oralmente/Kg de peso .Coleta de sangue (tubos com fluoreto) para dosagens de glicose basal 15,30, 60 minutos após a ingestão de Maltose. Dosar glicose.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: estudo de deficiência enzimática intestinal , resultante de dano ou disfunção da mucosa em casos de deficiência idiopática, spru, doença celíaca e gastroenterite.

 

Referência: Normal : elevação de 20 a 25 mg/dl na glicemia em relação ao tempo basal. Deficiência : elevação inferior a 20 mg/dL

TESTE DE ABSORÇÃO DA SACAROSE

Código: TASACAROSE

Material: plasma fluoretado

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Enzimático

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum 8 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal e administrar sacarose via oral conforme quantidades a seguir: 2g/kg de peso corporal, com dose máxima de 50g. Coletar amostras nos tempos 15, 30, 60 e 90 minutos após a ingestão de sacarose. Dosar glicose.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: estudo de deficiência enzimática intestinal.

 

Referência: Normal : elevação de 20 a 25 mg/dl na glicemia em relação ao tempo basal. Deficiência : elevação inferior a 20 mg/dL

TESTE DE ESTIMULO DE 17 OH PROGESTERONA APÓS ACTH

Código: TE17OHACT

Material: soro

Sinônimo: Teste da Cortrosina c/dosagem de 17OH Progesterona

Volume: 2.0 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum 8 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal para dosagem basal de 17 hidroxiprogesterona. Administrar via endovenosa Cortrosina (250 ug). Coletar amostras de sangue nos tempos 30 e 60 minutos. Dosar 17 hidroxiprogesterona.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da Hiperplasia Adrenal Congênita, deficiência da 21 - hidroxilase, diagnóstico de hirsutismo e infertilidade feminina; monitoramento terapêutico. A 17 - alfa - hidroxiprogesterona (17-OHP) é um esteróide intermediário na biossíntese do cortisol. O termo hiperplasia adrenal congênita é utilizado para definir uma síndrome que reúne erros inatos do metabolismo esteróide. São desordens geneticamente determinadas na produção dos esteróides adrenocorticais, como resultado de deficiências enzimáticas específicas. Estima-se que mais de 90% dos casos desta patologia sejam devidos à deficiência de 21 - hidroxilase, resultado de mutações hereditárias dos genes da 21 - hidroxilase B, situados próximos ao complexo HLA. Os casos podem ser classificados em formas clássicas e não-clássicas. Nas formas clássicas, o diagnóstico é facilitado pela presença de níveis extremamente elevados de 17 - alfa - hidroxiprogesterona, enquanto que nas não-clássicas, esta alteração pode ser leve, borderline ou mesmo inexistente. Nestes casos, geralmente subclínicos, persistindo a suspeita clínica, é recomendado a realização do teste dinâmico de estimulação com ACTH exógeno. A resposta normal é o de aumento até 20-25 ng/mL 60 minutos após a administração do ACTH, enquanto que em indivíduos com deficiência de 21 - hidroxilase os níveis de resposta são muito superiores.

 

Referência: Após jejum 8 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal para dosagem basal de 17 hidroxiprogesterona. Administrar via endovenosa Cortrosina (250 ug). Coletar amostras de sangue nos tempos 30 e 60 minutos. Dosar 17 hidroxiprogesterona.

TESTE DE ESTÍMULO DE ACTH APÓS INSULINA

Código: TACTHINSUL

Material: plasma com EDTA

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Congelado

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coleta da amostra basal para dosar Cortisol e ACTH. Administrar via endovenosa 0,10 UI/Kg de Insulina Regular. Coletar amostras de sangue nos tempos 15, 30, 45, 60, 90 e 120 minutos e dosar CORTISOL . Dosar ACTH e GLICOSE nos tempos 30, 60, 90 e 120. Enviar as amostras de plasma com EDTA congelada. Obs: Manter soro glicosado a 50% para infusão venosa lenta, caso a dosagem de glicose for inferior a 25 mg/dL

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico diferencial da síndrome de Cushing, síndrome do ACTH ectópico (ex. carcinoma de pulmão, tumor de ilhotas pancreáticas, tumores carcinóides, carcinoma medular de tireóide), doença de Addison, hipopituitarismo e tumores pituitários produtores de ACTH (ex. síndrome de Nelson); avaliação de função adrenal. Valores aumentados: doença de Addison, tumores produtores de ACT, stress, síndrome de Cushing hipofisária. Valores diminuídos: adenoma de glândulas supra-renais, carcinoma de células supra renais. Interferentes: corticosteróides, estrogênios, espironolactona, anfetaminas, álcool, lítio, gravidez, fase do ciclo menstrual, atividade física.

 

Referência: Basal : 0,0 a 46,0 pg/mL

TESTE DE ESTÍMULO DE ACTH E CORTISOL APÓS DDAVP

Código: TEACTCRTDD

Material: soro + plasma com EDTA

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum 8 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal para dosagem de CORTISOL (soro) e ACTH (plasma EDTA). Administrar DDAVP (acetato de desmopressina) via endovenosa (10 ug) . Coletar amostra nos tempos 15,30,45,60,90 e 120 minutos. Dosar cortisol (soro) e ACTH (plasma) nos tempos coletados. Enviar as amostras de plasma congeladas. Obs: Orientar o paciente a fazer restrição hídrica no dia do teste.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico diferencial da síndrome de Cushing (elevação do cortisol em 4 vezes) e para controle de cura cirúrgica.

 

Referência: ACTH : elevação de 50% em relação ao basal. CORTISOL : elevação de 20% em relação ao basal.

TESTE DE ESTÍMULO DE CORTISOL APÓS INSULINA

Código: TECRTINSUL

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de 8 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal. Administrar via endovenosa Insulina regular, na dose de 0,1 U/kg de peso. Coletar amostras de sangue nos tempos 20, 40 e 60 minutos. Dosar cortisol e glicemia. Obs: Manter soro glicosado a 50% para infusão venosa lenta, caso a dosagem de glicose for inferior a 25 mg/dL

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso : investigação de síntese dos esteroides adrenais. Doença de Addison. A prova somente será considerada válida se os níveis de glicose após insulina reduzirem a pelo menos 50% do valor basal ou se a glicose for <40,0 mg/dL.

 

Referência: Normal : valores acima de 30,0 ug/dL ou aumento de 50% em relação ao valor basal.

TESTE DE ESTÍMULO DE GASTRINA APÓS SECRETINA

Código: TEGASSECRE

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum 8 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal e dosar Gastrina. Administrar secretina , 1 a 2 U/kg de peso. Coletar as amostras de sangue nos tempos 2, 5, 10, 15, 20, 25 e 30 minutos . Dosar Gastrina em todas as amostras.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico de gastrinoma.

 

Referência: Não detectavel a 90,0 pg/mL Aumento de 2 vezes os níveis basais ou maior que 200 pg/mL sugere gastrinoma.

TESTE DE ESTIMULO DE GLICOSE APÓS INSULINA

Código: TEGLINS

Material: plasma fluoretado

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Enzimático/ automatizado

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum obrigatório. Nos 3 dias que antecedem a prova, fazer dieta rica em carboidratos e não ingerir álcool na véspera. Corticosteróides e estresse podem atuar como interferentes.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Ver Curva Glicêmica (Prolongada - 0 a 300 minutos).

 

Referência: Hipoglicemia aos 30 minutos Após adm. EV de TRH,LHRH e Insulina

TESTE DE ESTÍMULO DE PEPTÍDEO C APÓS GLUCAGON

Código: TEPCGLUCAG

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum 8 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal. Administrar Glucagon 1 mg via endovenosa . Coletar amostra após 6 minutos. Dosar Peptídeo C nas duas amostras.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: Avaliação da reserva pancreática (função da célula beta).

 

Referência: 0,9 a 4,0 ng/mL Obs : valor médio 1,6 ng/mL .Amostras coletadas antes da dose de insulina(em diabéticos),com valor inferior a 0,8 ng/mL indica reserva pancreática funcional comprometida.

TESTE DE ESTÍMULO DE PROLACTINA APÓS AMPLICTIL

Código: TPRLAMPLIC

Material: soro

Sinônimo: Estímulo de prolactina após AMPLICTIL

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar da amostra basal. Administrar via oral bromoergocriptina ( PARLODEL - dose de 2,5 mg) .Coletar amostras de sangue nos tempos 60,120,180,240 e 360 minutos. Dosar Prolactina em todas as amostras.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação: Uso: Avaliação da reserva de prolactina e hiperprolactinemia .Útil no diagnóstico de prolactinomas e desordes hipotalâmicas.

Referência: Aumento de 2 a 4 vezes o valor basal. Aos 60 minutos ocorre o pico máximo permanecendo por até 3 horas.

TESTE DE ESTÍMULO DE PROLACTINA APÓS PLASIL

Código: TPRLPLASIL

Material: soro

Sinônimo: Estímulo de prolactina após PLASIL

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coleta da amostra basal. Administrar 1 ampola de plasil 10 mg endovenosa. Coletar amostras de sangue nos tempos 30, 60 e 120 minutos. Dosar Prolactina em todas as amostras.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: Avaliação da reserva de prolactina e hiperprolactinemia. Útil no diagnóstico de prolactinomas e desordes hipotalâmicas Resposta normal: aumento 3 vezes os níveis basais ou maior que 20 ng/mL.

 

Referência: Aumento de 50 ng/mL sobre o basal aos 60 minutos.

TESTE DE ESTÍMULO DE PROLACTINA APÓS TRH

Código: TEPROLTHR

Material: soro

Sinônimo: Estímulo de prolactina após TRH

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de 4 - 8 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal. Administrar TRH ( 200 ug) via endovenosa( infusão em 30 segundos). Coletar amostras de sangue nos tempos 15, 30, 45 e 60 minutos. Dosar Prolactina em todas as amostras.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação das reservas de TSH e prolactina; avaliação da supressão do TSH por hormônios tireoidianos; confirmação de hipertireoidismo endógeno; monitoramento da terapêutica de supressão hormonal. O TRH é um hormônio liberador de tirotropina sintético, com potente atividade estimuladora da liberação de prolactina e TSH. O principal uso deste teste é a avaliação de pacientes com suspeita de insuficiência pituitária, freqüentemente combinada com teste de liberação de gonadotropinas. Em indivíduos normais, o TSH plasmático sobe rapidamente após a administração de TRH. Em pacientes com tirotoxicose, hipotireoidismo secundário ou insuficiência pituitária primária, há resposta reduzida devido à supressão do feedback da via pituitária. Os níveis de prolactina normalmente devem subir de 2 a 3 vezes o valor basal. Respostas de TSH insuficientes também podem ocorrer em doenças como depressão, síndrome de Cushing, acromegalia e uso de medicamentos.

 

Referência: Resposta normal: pico maior que 20 ng/mL e valores 3 vezes o basal aos 30 minutos.

TESTE DE ESTÍMULO DE TESTOSTERONA APÓS CORTROSINA

Código: TTESCORT

Material: soro

Sinônimo: Estímulo de testosterona após TRH

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de 12 horas, manter o paciente em repouso durante 30 minutos e colher a primeira amostra de sangue (basal). Injetar EV TRH (Hormonio Tireo Estimulante) - 200 microgramas e colher as amostras de sangue nos tempos 15,30,60 e 120 minutos.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência:

TESTE DE ESTÍMULO DE TESTOSTERONA APÓS HCG

Código: TETESTOHCG

Material: soro

Sinônimo: Testosterona, teste de reserva testicular

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar a amostra basal para dosagem de Testosterona. Administrar via intramuscular 1500 UI de HCG (pregnyl) . Coleta da amostra após 72 horas.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: Avaliação funcional das células de Leydig testiculares; diagnóstico de hipogonadismo hipogonadotrófico. Os portadores de doença gonadal primária apresentam uma resposta diminuída e os portadores de insuficiência gonadal secundária ou hipotalâmica tem resposta normal.

 

Referência: Adulto : aumento de 2 vezes o valor basal Pré púberes : aumento superior a 150,0 ng/dL

TESTE DE ESTÍMULO DO FSH APÓS LHRH

Código: TEFSHGONAD

Material: soro

Sinônimo: FSH

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Não é necessário jejum. Coletar amostra basal. Administrar via endovenosa 100 ug de Gn RH (HRF/GONADORELINA). Coletar amostras de soro nos tempos 15,30, 45 e 60 minutos. Dosar FSH (5 FSH) em todos os tempos. Durante o teste o paciente não pode fumar, andar, comer e beber.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação da reserva gonadotrófica em indivíduos com retardo puberal ou hipogonadismo.

 

Referência: Resposta normal Em pacientes com deficiência hipofisária, não ha - verá resposta ao estímulo. Resposta normal exclui hipogonadismo hipofisário. Pacientes com deficiência hipotalâmica apresentam -se com níveis baixos, que podem se elevar após LHRH. Mulheres Fase folicular : 2,50 a 10,20 mUI/mL Meio do ciclo : 3,10 a 17,70 mUI/mL Fase lutea : 1,50 a 9,10 mUI/mL Posmenopausa : 23,00 a 116,00 mUI/mL Homens : 1,60 a 8,00 mUI/mL 0 a 9 anos :0,50 a 4,50 < 3,00 mUI/mL 10 a 13 anos :0,40 a 6,50 0,30 a 4,00 mUI/mL 14 a 17 anos :0,80 a 8,50 0,40 a 7,40 mUI/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH APÓS EXERCÍCIO

Código: TEGHEXERCI

Material: soro

Sinônimo: Estímulo do HGH após exercício

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar a amostra basal. Exercício em esteira até atingir freqüência cardíaca de 160 a 180 BPM (aproximadamente 20 minutos). Coletar amostra de soro 20 e 40 minutos após exercício ou choro intenso. Dosar GH em todas as amostras.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL

 

Referência: Aumento dos niveis de HGH de, pelo menos 5,0 ng/mL sobre o basal. Valor Basal: Masculino Até 3,0 ng/mL Feminino Até 8,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM ARGININA

Código: TEGHARGINI

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar a amostra basal. Administrar lentamente (30 minutos) arginina (Monocloridrato de L arginina a 10%) endovenosa, 0,5 g/kg de peso (não ultrapassar 30g). Coletar amostras de soro nos tempos 30, 60, 90 e 120 minutos. Dosar GH em todas as amostras.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação: Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL.

Referência: No tempo 90 observa-se resposta de no minimo 10 ng/mL em relação a basal Valor Basal: 0,06 a 7,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM CLONIDINA

Código: TEGHCLONID

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar a amostra basal. Administrar Clonidina via oral 0,1 mg/m2. Coletar amostras de soro nos tempos 30, 60, 90 e 120 minutos. Dosar GH em todas as amostras. Cálculo para dosagem do medicamento :Superficie corporal=((Peso x 4)+7)/(Altura +90) . Comprimido de Clonidina 0,100 mg(1 comp.) para cada 1,0 m2 de superfície corporal.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL.

 

Referência: No tempo 90 observa-se resposta de no minimo 10 ng/mL em relação a basal Valor Basal: 0,06 a 7,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM INSULINA

Código: TEGHINSULI

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar a amostra basal. Administrar insulina regular via endovenosa 0,10 UI/Kg de peso corporal. Coletar amostras de soro e plasma fluoretado nos tempos 15, 30, 45, 60, 90 e 120 minutos. Dosar GH e glicose em todas as amostras. Obs: Manter soro glicosado a 50% para infusão venosa lenta, caso a dosagem de glicose for inferior a 25 mg/dL.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL A prova somente será considerada válida se os níveis de glicose após insulina reduzirem a pelo menos 50% do valor basal ou se a glicose for <40,0 mg/dL.

 

Referência: No tempo 90 observa-se resposta de no minimo 10 ng/mL em relação a basal Obs: valores elevados de GH nos tempos iniciais podem ocorrer devido ao estresse do paciente. Valor Basal: 0,06 a 7,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM PROPANOLOL

Código: TEGHPROPAN

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar a amostra basal. Administrar via oral - 40 mg ( > 25 kg) 20 mg (< 25 kg) de propanolol. Coletar amostras de soro nos tempos 60, 90, 120 e 180 minutos. Dosar GH em todas as amostras.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: Suspeita de deficiência de GH. Avaliação da baixa estatura. O teste é considerado normal, quando o GH for maior que 10 ng/mL em qualquer tempo da curva. São considerados pacientes com deficiência de GH, aqueles que apresentarem no mínimo dois testes de estímulos diferentes, com picos inferiores a 10 ng/mL.

 

Referência: Aumentos de GH de pelo menos 10 ng/mL aos 90 min. Valores Basais: Masculino até 3,0 ng/ml Feminino até 8,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO GH COM TRH

Código: TEGHTRH

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar a amostra basal. Administrar via endovenosa TRH (200 ug) e coletar amostras no tempos 15, 30 e 60 minutos. Dosar GH em todas as amostras.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação: Uso: No acompanhamento de tratamento da acromegalia.Teste coadjuvante no acompanhamento da resposta ao tratamento.

Referência: No tempo 90 observa-se resposta de no minimo Valor Basal: 0,06 a 7,0 ng/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO LH APÓS LHRH

Código: TELHGONAD

Material: soro

Sinônimo: LH, Gonadotrofina hipofisária

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Não é necessário jejum. Coletar amostra basal. Administrar via endovenosa 100 ug de Gn RH (HRF/GONADORELINA). Coletar amostras de soro nos tempos 15, 30, 45 e 60 minutos. Dosar LH nos tempos coletados. Durante o teste o paciente não pode fumar, andar, comer e beber.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação da reserva gonadotrófica em indivíduos com retardo puberal ou hipogonadismo.

 

Referência: Resposta normal Em pacientes com deficiência hipofisária, não ha - verá resposta ao estímulo. Resposta normal exclui hipogonadismo hipofisário. Pacientes com deficiência hipotalâmica apresentam -se com níveis baixos, que podem se elevar após LHRH. Normalmente o LH responde rapidamente ao estímulo, atingindo o pico após 30 minutos da administração do LHR Incremento máximo Homens 17 a 70 anos : 1,50 a 9,30 mUI/mL Mulher Fase folicular : 1,90 a 12,50 mUI/mL Fase ovulatória : 8,70 a 76,30 mUI/mL Fase lutea : 0,50 a 16,90 mUI/mL Pos-menopausa : 15,90 a 54,00 mUI/mL Contraceptivos : 0,70 a 5,60 mUI/mL Criança 1 a 7 anos: Masculino <0.10 mUI/mL Feminino <0.45 mUI/mL 8 a 9 anos: Masculino <0.44 mUI/mLL Feminino <3.36 mUI/mL 10 a 11 anos: Masculino <2.28 mUI/mL Feminino <5.65 mUI/mL 12 a 14 anos: Masculino 0.31 a 5,29 mUI/mL Feminino <11.00 mUI/mL 15 a 17 anos: Masculino 0,15 a 5,33 mUI/mL Feminino <15.80 mUI/mL

TESTE DE ESTÍMULO DO TSH APÓS TRH

Código: TETSHTRH

Material: soro

Sinônimo: Teste de TRH

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e coletar amostra basal. Administrar TRH ( 200 ug) via endovenosa . Coletar amostras de soro nos tempos basal,15, 30 e 60 minutos. Dosar TSH em todas as amostras.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação das reservas de TSH e prolactina; avaliação da supressão do TSH por hormônios tireoidianos; confirmação de hipertireoidismo endógeno; monitoramento da terapêutica de supressão hormonal. O TRH é um hormônio liberador de tirotropina sintético, com potente atividade estimuladora da liberação de prolactina e TSH. O principal uso deste teste é a avaliação de pacientes com suspeita de insuficiência pituitária, freqüentemente combinada com teste de liberação de gonadotropinas. Em indivíduos normais, o TSH plasmático sobe rapidamente após a administração de TRH. Em pacientes com tirotoxicose, hipotireoidismo secundário ou insuficiência pituitária primária, há resposta reduzida devido à supressão do feedback da via pituitária. Os níveis de prolactina normalmente devem subir de 2 a 3 vezes o valor basal. Respostas de TSH insuficientes também podem ocorrer em doenças como depressão, síndrome de Cushing, acromegalia e uso de medicamentos.

 

Referência: Resposta normal: aumento de 10 vezes o valor basal

TESTE DE ESTIMULO RENINA/ALDOSTERONA

Código: TEREALDEAM

Material: soro + plasma com EDTA

Sinônimo: Teste de estimulo renina/aldosterona (deambulação)

Volume: 2.0 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: 2ª, 5ª feira

Resultado: 4 dias

Temperatura: Congelar a - 4oC

Coleta: Jejum de 12 horas - primeira coleta as 9 horas (o paciente deverá vir ao Laboratório as 8 horas ) Manter o paciente em repouso com veia cateterizada durante 60 minutos antes a coleta. Colher amostra basal para dosar Renina e Aldosterona. Solicitar que o paciente ande (deambule) por 4 horas e coletar novamente material para as dosagens de Renina e Aldosterona.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico diferencial da hipertensão arterial; diferenciação entre aldosteronismo primário e secundário; monitoramento da terapia com mineralocorticóides; seguimento de portadores de defeito da 21-hidroxilase em tratamento. Valores diminuídos: hiperaldosteronismo primário. Valores aumentados: hipertensão renovascular.

 

Referência: Renina Em pé : 4,4 a 46,1 uUI/mL Em Repouso: 2,8 a 39,9 uUI/mL Aldosterona basal (repouso): 1,0 a 16,0 ng/dL Aldosterona de pé : 4,0 a 31,0 ng/dL

TESTE DE LIBERAÇÃO DE CORTISOL APÓS CORTROSINA

Código: TLCRTCORTR

Material: soro

Sinônimo: Estímulo com ACTH p/ Cortisol

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de oito horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coleta da amostra basal para dosar Cortisol . Administrar via endovenosa uma ampola de cortrosina simples (ACTH sintético 0,25 mg). Coletar amostras de soro nos tempos 30, 60 e 90 minutos . Dosar cortisol em todos os tempos.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: determinação da resposta adrenal ao ACTH; diagnóstico diferencial de insuficiência adrenal. Este teste, ao utilizar uma forma sintética de ACTH de ação rápida, causa um aumento súbito na concentração do cortisol sérico. Em pacientes com insuficiência adrenal, não existem mudanças na concentração do cortisol. Pacientes com causas secundárias de insuficiência adrenal apresentam mudanças pequenas na cortisolemia, devendo ser investigados com outros protocolos. Na doença de Addison, os valores não apresentam alterações (resposta normal ao teste exclui insuficiência adrenal primária), enquanto que em hiperplasia adrenal congênita, os níveis de cortisol sobem 4-6 vezes o valor basal.

 

Referência: Normal: o pico de cortisol excede 30,0 ug/dL em relação ao basal ou incremento de 50%.

TESTE DE MISTURA PARA TTPA PROLONGADO

Código: TMTAP

Material: plasma citratado

Sinônimo: DILUTE RUSSEL VIPER TIME

Volume: 1.0 mL

Método: Fibrômetro e coagulômetro

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Ambiente

Coleta: Não é necessário jejum. Informar se o paciente faz uso de algum tipo de anticoagulante. Coletar plasma citratado.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: controle terapêutico de anticoagulantes orais; avaliação da função hepática e desordens de coagulação. Devido às diferenças de sensibilidade das tromboplastinas obtidas em diferentes fontes, é recomendada uma padronização, utilizando-se uma tromboplastina de referência mundial (INR - International Normalization Ratio). Os pacientes que utilizam anticoagulantes orais, em fase estável de anticoagulação, podem ser monitorados de um modo mais racional e seguro, utilizando este parâmetro.

 

Referência: Não é necessário jejum. Informar se o paciente faz uso de algum tipo de anticoagulante. Coletar plasma citratado

TESTE DE PATERNIDADE [MÃE, FILHO (A) E SUP. PAI]

Código: PAT

Material: Sangue total com EDTA

Sinônimo: Investigação de Vínculo Genético de Filiação

Volume: 10.0 mL

Método: PCR - STR - Sequenciador ABI

Volume Lab: 10.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 17 dias úteis

Temperatura: Temperatura ambiente

Coleta: Coletar sangue total com EDTA de todas as partes participantes do teste. Caso a mãe tenha menos que 18 anos encaminhar com o material uma declaração do responsávle por ela. Quando o filho não for registrado em nome do suposto pai, é necessário uma declaração do responsável legal. Quando o filho não tiver registro deve ser encaminhado a declaração de nascido vivo.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Interpretação: O Laboratório Alvaro emprega em suas análises o DNA genômico extraído de leucócitos presentes no sangue dos examinandos (Suposto Pai, Mãe e Filho (a)). Para cada indivíduo determina-se os seus dois alelos de cada um dos treze locos em estudo. Na identificação de cada loco de microssatélite utiliza-se a tecnologia da PCR (Polymerase Chain Reaction, Reação em Cadeia pela Polimerase) que amplifica os locos e promove a marcação destes utilizando-se oligonucleotídeos marcados com grupos fluorescentes de quatro cores diferentes. Os alelos amplificados e marcados são analisados em sequenciador automático ABI-PRISM Genetic Analizer (sistema validado pelo TWGDAM) e seus tamanhos em pares de bases (bp) são determinados por meio de comparação com padrões previamente obtidos de DNA de comprimento conhecido. Posteriormente todos os dados são calculados estatisticamente com base em tabelas de freqüências alélicas determinadas experimentalmente numa amostra representativa da população. Nos casos de inclusão de paternidade alcança-se uma certeza maior do que 99,99% e nos casos de exclusão de paternidade a certeza é de 100%.

 

Referência:

TESTE DE PATERNIDADE DUO [FILHO (A) E SUP. PAI (OU MÃE)]

Código: PATDUO

Material: Sangue total com EDTA

Sinônimo: Investigação de Vínculo Genético de Filiação

Volume: 10.0 mL

Método: PCR - STR - Sequenciador ABI

Volume Lab: 10.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 17 dias úteis

Temperatura: Temperatura ambiente

Coleta: Coletar sangue total com EDTA de todas as partes participantes do teste. Caso a mãe tenha menos que 18 anos encaminhar com o material uma declaração do responsávle por ela. Quando o filho não for registrado em nome do suposto pai, é necessário uma declaração do responsável legal. Quando o filho não tiver registro deve ser encaminhado a declaração de nascido vivo.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Interpretação: O Laboratório Alvaro emprega em suas análises o DNA genômico extraído de leucócitos presentes no sangue dos examinandos (Suposto Pai, Mãe e Filho (a)). Para cada indivíduo determina-se os seus dois alelos de cada um dos treze locos em estudo. Na identificação de cada loco de microssatélite utiliza-se a tecnologia da PCR (Polymerase Chain Reaction, Reação em Cadeia pela Polimerase) que amplifica os locos e promove a marcação destes utilizando-se oligonucleotídeos marcados com grupos fluorescentes de quatro cores diferentes. Os alelos amplificados e marcados são analisados em sequenciador automático ABI-PRISM Genetic Analizer (sistema validado pelo TWGDAM) e seus tamanhos em pares de bases (bp) são determinados por meio de comparação com padrões previamente obtidos de DNA de comprimento conhecido. Posteriormente todos os dados são calculados estatisticamente com base em tabelas de freqüências alélicas determinadas experimentalmente numa amostra representativa da população. Nos casos de inclusão de paternidade alcança-se uma certeza maior do que 99,99% e nos casos de exclusão de paternidade a certeza é de 100%.

 

Referência:

TESTE DE SUPRESSÃO DA PROLACTINA APÓS L-DOPA

Código: PRLLD

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de no mínimo 8 horas, manter o paciente em repouso 30 minutos e colher amostra de sangue (basal). Administrar L-Dopa 10 mg/kg de peso, via oral, colher amostra a cada hora durante 6 horas.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Redução de 50% sobre o nível basal de prolactina (após 24 horas)em pacientes com hiperprolactinemia.

TESTE DE SUPRESSÃO DO CORTISOL APÓS DEXAMETASONA

Código: TSCRTDEXA

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Administrar 1,0 mg de Dexametazona às 23 horas e dosar o cortisol as 8:00 horas do dia seguinte.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: determinação da resposta adrenal ao ACTH; diagnóstico diferencial de insuficiência adrenal.

 

Referência: O cortisol após dexametasona deverá estar abaixo de 2,0 ug/dL.

TESTE DE SUPRESSÃO DO GH COM GLICOSE

Código: TSGHGLICOS

Material: soro

Sinônimo: Curva de HGH após glicose

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Após jejum de 12 horas, punção venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar a amostra basal. Administrar via oral 75 g de glicose a 25% em adultos ou 1,75 g/kg de peso em crianças. Coletar amostras de soro nos tempos 30, 60, 90 e120 minutos. Dosar GH em todas as amostras.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação de casos com suspeita de hipersecreção autônoma de HGH. Até 10% dos indivíduos com excesso de HGH (acromegalia) apresentam valores basais de GH dentro dos parâmetros da normalidade. O excesso de GH pode ser estabelecido medindo-se a resposta de HGH após resposta de sobrecarga de glicose. Os níveis de HGH devem baixar até cerca de 2,0 ng/mL após esta supressão com carga de glicose. A incapacidade de supressão é geralmente observada em pacientes com acromegalia, embora resultados alterados também possam ser vistos em doença hepática, doença renal crônica, diabetes mellitus não controlada, desnutrição, síndrome de Laron, tirotoxicose ou ingestão de L-dopa.

 

Referência: Normal : queda dos niveis de HGH Nível basal < 1,0 ng/ml exclui acromegalia. Valores Basais: Masculino até 3,0 ng/mL Feminino até 8,0 ng/mL

 

TESTE DO PEZINHO – BASICO

Código: DASAB

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina (PKU) Até 3,5 mg/dL Limite de detecção : 0,6 mg/dL TSH Até 7 dias : Até 15,0 uUI/mL Após 7 dias : Até 10,0 uUI/mL Limite de detecção : 1,00 uUI/mL Hemoglobinopatias Hb FA - Padrão Normal Hb FS - Padrão Anemia Falciforme Hb FAS - Traço Falcêmico Hb FC - Padrão Hemoglobina C Hb FSC - Padrão Hemoglobina SC Hb FAC - Traço Hemoglobinopatia C Hb FAD - Traço Hemoglobina D Hb FAE - Traço Hemoglobina E Hb FSA - S Beta Talassemia Hb AF - Sugestivo de Transfusão Obs: Recem-nascidos transfundidos devem repetir a análise das hemoglobinas após 90 dias. Tripsina Imunorreativa (IRT) 2 a 14 dias : Até 90,0 ng/mL Após 14 dias : até 70,0 ng/mL Valores acima de 140,0 ng/mL são sugestivos de Fibrose Cística.

TESTE DO PEZINHO – BASICO (Cientifica)

Código: PECIB

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel filtro

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL TSH Neonatal - Até 7 dias : Até 15,0 uUI/mL Hemoglobinopatias: Fenótipos investigados T4 - Neonatal : Superior a 6,0 ug/mL TSH Neonatal - Após 7 dias : Até 10,0 uUI/mL Hb FA : Padrão Normal Hb FS : Padrão Anemia Falciforme Hb FAS : Traço Falcêmico Hb FC : Padrão Hemoglobinopatia C Hb FSC : Padrão Hemoglobina SC Hb FAC : Padrão Hemoglobinopatia D Hb FAD : Traço Hemoglobopatia D Hb FSA : S Beta Talassemia Hb AF : Sugestivo de Transfusão Obs : Recem-nascidos transfundidos devem repetir a análise das hemoglobinas após 90 dias.

TESTE DO PEZINHO – MCAD

Código: PEMCDA

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo: Def. de Acil CoA Desidrogenase de Cadeia Média

Volume: Papel filtro

Método: Espectrometria de Massas em Tandem

Volume Lab: Papel filtro

Rotina: 2ª feira

Resultado: 12 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Exames realizados : Aminoacidopatias e Distúrbios do Ciclo da Uréia (dentre elas Tirosinemia e Doença do Xarope de Bordo) o Distúrbios das Acilcarnitinas (incluindo Distúrbios dos Ácidos Orgânicos e Oxidação dos Ácidos Graxos, entre eles o MCAD).

 

Referência: Normal MCAD - Deficiencia Desidrogenase dos Acil-Coa de Cadeia Media Obs. Resultados do rastreamento neonatal não podem ser consideradas como diagnósticos. Avaliação cli- nica e exames complementares são obrigatórios para sua confirmação. Um resultado normal não exclui a possibilidade das doenças mencionadas. **Esta análise não pode ser realizada em amostra contendo anticoagulantes (EDTA, citrato...) que interferem na metodologia utilizada. **

TESTE DO PEZINHO – PERFIL 0

Código: PE0

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel filtro

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/mL

TESTE DO PEZINHO – PERFIL 1

Código: PE1

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

 

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos : Normal TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/mL Biotinidase : Negativo TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL

TESTE DO PEZINHO – PERFIL 1+ Hb

Código: PE1H

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Cromatografia aminoacidos : Normal Hemoglobinopatinas : Negativa TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL Biotinidase : Negativo Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL

TESTE DO PEZINHO – PERFIL 2

Código: PE2

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Cromatografia aminoacidos : Normal TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL após 14 dias até 70ng/mL Atenção: Novos valores de referênciapara 17OH a partir de 15/07/09: 17 Hidroxiprogesterona: Até 15,0 ng/mL

TESTE DO PEZINHO – PERFIL 2 + Hb

Código: PE2H

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos :Normal Hemoglobinopatinas :Negativa TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Atenção: Novos valores de referência para 17OH a partir de 15/07/09: 17 Hidroxiprogesterona: Até 15,0 ng/mL após 14 dias até 70ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL Biotinidase :Negativo

TESTE DO PEZINHO – PERFIL 3

Código: PE3

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos : Normal TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Atenção: Novos valores de referência para 17OH a partir de 15/07/09: 17 Hidroxiprogesterona: Até 15,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL após 14 dias até 70ng/mL Galactose : Menor que 10,0 mg/dL Biotinidase : Negativo Toxoplasmose - Ac. IgM : Não reagente

TESTE DO PEZINHO – PERFIL 4

Código: PE4

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos : Normal TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL após 14 dias até 70ng/mL TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL Galactose : Menor que 10,0 mg/dL Biotinidase : Negativo Toxoplasmose - Ac. IgM : Não reagente G6PD : superior a 2,2 U/g Hb

TESTE DO PEZINHO – PERFIL 5

Código: PE5

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos : Normal Hemoglobinopatias : Negativa TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL Progesterona : Menor que 40,0 ng/mL Atenção: Novos valores de referência para 17OH a partir de 15/07/09: 17 Hidroxiprogesterona: Até 15,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL após 14 dias até 70ng/mL Galactose : Menor que 10,0 mg/dL Biotinidase : Negativo Toxoplasmose - Ac. IgM : Não reagente G6PD : superior a 2,2 U/g Hb

TESTE DO PEZINHO – PERFIL AMPLIADO

Código: PEAMPLIADO

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos :Normal Hemoglobinopatias :Negativa TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Atenção: Novos valores de referência para 17OH a partir de 15/07/09: 17 Hidroxiprogesterona: Até 15,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL após 14 dias até 70ng/mL.

TESTE DO PEZINHO – PERFIL AMPLIADO – PADRÃO DASA

Código: DASAAMP

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Cromatografia aminoacidos : Normal T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Galactose : Menor que 10,0 mg/dL Biotinidase : Negativo Toxoplasma - Ac. IgM : Não reagente

TESTE DO PEZINHO – PERFIL BASICO

Código: PEBASICO

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos : Normal Hemoglobinopatias : Negativa

TESTE DO PEZINHO – PERFIL EXPANDIDO – MCAD

Código: PMCDASA

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 12 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL Normal Cromatografia aminoacidos : Normal TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL após 14 dias até 70ng/mL MCAD - Deficiencia Desidrogenase dos Acil-Coa Hemoglobinopatias : Negativa de Cadeia Media TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL Obs. Resultados do rastreamento neonatal não podem T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL ser consideradas como diagnósticos. Avaliação cli- 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL nica e exames complementares são obrigatórios para Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL sua confirmação. Um resultado normal não exclui a Galactose : Menor que 10,0 mg/dL possibilidade das doenças mencionadas. Biotinidase : Negativo Toxoplasma - Ac. IgM : Não reagente

TESTE DO PEZINHO – PERFIL EXPANDIDO – PADRÃO DASA

Código: DASAEXP

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação: Exames realizados (MCAD): Aminoacidopatias e Distúrbios do Ciclo da Uréia (dentre elas Tirosinemia e Doença do Xarope de Bordo) o Distúrbios das Acilcarnitinas (incluindo Distúrbios dos Ácidos Orgânicos e Oxidação dos Ácidos Graxos, entre eles o MCAD).

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL Cromatografia aminoacidos : Normal após 14 dias até 70ng/mL Hemoglobinopatias : Negativa TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL Galactose : Menor que 10,0 mg/dL Biotinidase : Negativo Toxoplasma - Ac. IgM : Não reagente

TESTE DO PEZINHO – PERFIL MASTER

Código: PEMASTER

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL Cromatografia aminoacidos : Normal Hemoglobinopatias : Negativa TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL após 14 dias até 70ng/mL Galactose : Menor que 10,0 mg/dL Biotinidase : Negativo Toxoplasma - Ac. IgM : Não reagente G6PD : superior a 2,2 U/g Hb valor anterior : de 100, a 160 U/g Hb Citomegalovirus - Ac. IgM : Não reagente Rubeola - Anticorpos IgM : Não reagente Treponema pallidum Ac. IgM : Não reagente Trypanossoma cruzi - Ac. IgG : Não reagente

TESTE DO PEZINHO – PERFIL MASTER (Cientifica Lab)

Código: PECIM

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL Cromatografia aminoacidos : Normal após 14 dias até 70ng/mL Hemoglobinopatias : Negativa TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL Galactose : Menor que 10,0 mg/dL Biotinidase : Negativo Toxoplasma - Ac. IgM : Não reagente G6PD : superior a 2,2 U/g Hb valor anterior : de 100, a 160 U/g Hb Citomegalovirus - Ac. IgM : Não reagente Rubeola - Anticorpos IgM : Não reagente Treponema pallidum Ac. IgM : Não reagente Trypanossoma cruzi - Ac. IgG : Não reagente

TESTE DO PEZINHO – PERFIL MASTER (Cientifica Lab)

Código: PECIM

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL Cromatografia aminoacidos : Normal após 14 dias até 70ng/mL Hemoglobinopatias : Negativa TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL Galactose : Menor que 10,0 mg/dL Biotinidase : Negativo Toxoplasma - Ac. IgM : Não reagente G6PD : superior a 2,2 U/g Hb valor anterior : de 100, a 160 U/g Hb Citomegalovirus - Ac. IgM : Não reagente Rubeola - Anticorpos IgM : Não reagente Treponema pallidum Ac. IgM : Não reagente Trypanossoma cruzi - Ac. IgG : Não reagente

TESTE DO PEZINHO – PERFIL NPG

Código: NPG

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL após 14 dias até 70ng/mL Cromatografia de Aminoacidos:normal Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL Galactose : menor que 10,0 mg/dL

TESTE DO PEZINHO – PERFIL NPH

Código: NPH

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal Superior a 6,0 ug/mL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL após 14 dias até 70ng/mL Cromatografia de Aminoacidos:normal Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL Hemoglobinapatias : negativa

TESTE DO PEZINHO – PERFIL NPT

Código: NPT

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL após 14 dias até 70ng/mL Cromatografia de Aminoacidos:normal Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias até 90 ng/mL Toxoplamose-anticorpos IgM : não reagente

TESTE DO PEZINHO – PERFIL TSH – T4 – PKU

Código: PETTF

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina - PKU : Menor que 3,5 mg/dL T4 - Neonatal 6,0 a 17,5 ug/mL TSH - Neonatal Até 7 dias: < 15uUI/mL TSH - Neonatal Após 7 dias: < 10 uUI/mL

TESTE DO PEZINHO – PKU, T4Neo, TSH, HEN, TRIPS

Código: PE7

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel embebido em sangue total

Método: Diversos

Volume Lab: Papel embebido em sangue total

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendações : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas à temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Fenilalanina (PKU) Até 3,5 mg/dL T4 neonatal Limite de detecção : 0,6 mg/dL Superior a 6,0 ug/dL TSH Até 7 dias : Até 15,0 uUI/mL Após 7 dias : Até 10,0 uUI/mL Limite de detecção : 1,00 uUI/mL Hemoglobinopatias Hb FA - Padrão Normal Hb FS - Padrão Anemia Falciforme Hb FAS - Traço Falcêmico Hb FC - Padrão Hemoglobina C Hb FSC - Padrão Hemoglobina SC Hb FAC - Traço Hemoglobinopatia C Hb FAD - Traço Hemoglobina D Hb FAE - Traço Hemoglobina E Hb FSA - S Beta Talassemia Hb AF - Sugestivo de Transfusão Obs: Recem-nascidos transfundidos devem repetir a análise das hemoglobinas após 90 dias. Tripsina Imunorreativa (IRT) 2 a 14 dias : Até 90,0 ng/mL Após 14 dias : até 70,0 ng/mL Valores acima de 140,0 ng/mL são sugestivos de Fibrose Cística.

TESTOSTERONA BIODISPONÍVEL

Código: TESTOBIO

Material: soro

Sinônimo: Testosterona biodisponível

Volume: 1.0 mL

Método: Eletroquimioluminométrico

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação do hirsutismo; diagnóstico de tumores virilizantes; diagnóstico do hipogonadismo masculino; avaliação de precocidade sexual idiopática; avaliação de pseudopuberdade precoce. Valores aumentados: hirsutismo idiopático (elevação discreta em mulheres), ovários policísticos, virilização, tumores ovarianos virilizantes (níveis muito elevados). Valores diminuídos: hipogonadismo de origem testicular.

 

Referência: Testosterona Biodisponível - Masculino: 01 a 06 anos : < 1,3 ng/dL 07 a 09 anos : 0,3 a 2,8 ng/dL 10 a 11 anos : 0,1 a 17,9 ng/dL 12 a 13 anos : 1,4 a 288,0 ng/dL 14 a 15 anos : 9,5 a 337,0 ng/dL 16 a 17 anos : 35,0 a 509,0 ng/dL > 18 anos : 131,0 a 682,0 ng/dL Testosterona Biodisponível - Feminino: 01 a 06 anos : < 1,3 ng/dL 07 a 09 anos : 0,3 a 5,0 ng/dL 10 a 11 anos : 0,4 a 9,6 ng/dL 12 a 13 anos : 1,7 a 18,8 ng/dL 14 a 15 anos : 3,0 a 22,6 ng/dL 16 a 17 anos : 3,3 a 28,6 ng/dL 18 a 30 anos : 2,2 a 20,6 ng/dL 31 a 40 anos : 4,1 a 25,5 ng/dL 41 a 51 anos : 2,8 a 16,5 ng/dL Pós menopausa : 1,5 a 9,4 ng/dL Testosterona Total Masculino Adulto : 241,0 a 827,0 ng/dL < 1 ano : 12,0 a 21,0 ng/dL 1 a 5 anos : até 25,0 ng/dL 6 a 9 anos : 3,0 a 30,0 ng/dL 10 a 11 anos : 5,0 a 50,0 ng/dL 12 a 14 anos : 10,0 a 572,0 ng/dL 15 a 17 anos : 220,0 a 800,0 ng/dL Feminino Adulto : 6,0 a 82,0 ng/dL 1 a 5 anos : até 10,0 ng/dL 6 a 9 anos : até 20,0 ng/dL 10 a 11 anos : 3,0 a 25,0 ng/dL 12 a 14 anos : 10,0 a 40,0 ng/dL 15 a 17 anos : 5,0 a 80,0 ng/dL Após 60 anos os valores de referência diminuem tanto no homem como na mulher. Testosterona Livre Calculada (ng/dL): Homens Saudáveis (17 a 65 anos) : 2,62 a 16,7 Mulheres Saudáveis (17 a 50 anos) : 0,08 a 1,07 Mulheres pós menopausa(não tratadas): 0,01 a 1,07 Crianças Meninos (6 a 9 anos) : 0,03 a 0,97 Meninas (6 a 9 anos) : 0,03 a 0,81 SHBG Crianças : 55,0 a 100,0 nmol/L Homens : 10,0 a 70,0 nmol/L Mulheres : 20,0 a 100,0 nmol/L Mulheres gravidas : 315,0 a 508,0 nmol/L Valores de Referência alterados em 27/10/2010

TESTOSTERONA LIVRE

Código: TESTL

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Calculada

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação da fração ativa da testosterona; avaliação do hirsutismo em mulheres (principalmente quando os níveis de testosterona total estão normais). Valores aumentados: hirsutismo (mais de 30% das mulheres com hirsutismo apresentam testosterona total com níveis normais), tumor virilizante de adrenal, síndrome do ovário policístico. Valores diminuídos: hipogonadismo.

 

Referência: Testosterona Livre Calculada (ng/dL): Homens Saudáveis (17-65 anos) : 2,62 a 16,7 Mulheres Saudáveis (17-50 anos) : 0,08 a 1,07 Mulheres pós menopausa(não tratadas): 0,01 a 1,07 Meninos (6 - 9 anos) : 0,03 a 0,97 Meninas (6 - 9 anos) : 0,03 - 0,81 OBS: Testosterona Livre Calculada através da dosa- gem de Testosterona Total, SHBG e, com associação da constante Albumina-Testosterona em uma concen - tração média estimada de 4,3 g/dL de Albumina. Amostras de gestantes e pacientes em uso de con - traceptivos orais e drogas anti-epiléticas podem ter valor aumentado para SHBG o que pode resul- tar em valores baixos para a Testosterona Livre Referência Bibliográfica: VERMEULEN A, VERDONCL L, KAUFMAN JM. A critical evaluation of simple methods for the estimulation of free testosterone in serum. J Clin Endoclinol Metabol 1999;84:3666-3672. VIEIRA JH, FERRER CF, CHIRINGHELLO MT, TACHIBANA T, HAUACHE OM. Definition of normal range for free testosterone (FT) calculated from total testoste - rone (TT) anda sex hormone - bindinhg globulin (SHBG). Clin Chem 2002;48(6):Suppl A114.

TESTOSTERONA TOTAL

Código: TESTO

Material: soro

Sinônimo: Testosterona

Volume: 1.0 mL

Método: Eletroquimioluminométrico

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação do hirsutismo; diagnóstico de tumores virilizantes; diagnóstico do hipogonadismo masculino; avaliação de precocidade sexual idiopática; avaliação de pseudopuberdade precoce. Valores aumentados: hirsutismo idiopático (elevação discreta em mulheres), ovários policísticos, virilização, tumores ovarianos virilizantes (níveis muito elevados). Valores diminuídos: hipogonadismo de origem testicular.

 

Referência: Masculino Adulto : 241,0 a 827,0 ng/dL < 1 ano : 12,0 a 21,0 ng/dL 1 a 5 anos : até 25,0 ng/dL 6 a 9 anos : 3,0 a 30,0 ng/dL 10 a 11 anos : 5,0 a 50,0 ng/dL 12 a 14 anos : 10,0 a 572,0 ng/dL 15 a 17 anos : 22,0 a 800,0 ng/dL Feminino Adulto : 6,0 a 82,0 ng/dL 1 a 5 anos : até 10,0 ng/dL 6 a 9 anos : até 20,0 ng/dL 10 a 11 anos : 3,0 a 25,0 ng/dL 12 a 14 anos : 10,0 a 40,0 ng/dL 15 a 17 anos : 5,0 a 80,0 ng/dL Após 60 anos os valores de referência diminuem tanto no homem como na mulher. OBS: Variações significativas de T são observadas quando as amostras são coletadas após as 12:00 Andre B. Araujo, and John B. McKinlay. The Effect of Diurnal Variation on Clinical Measurement of Serum Testosterone and Other Sex Hormone Levels in Men. J Clin Endocrinol Metab 94: 907-913, 2009

TESTOSTERONA TOTAL – Curva

Código: TESTOCURVA

Material: soro

Sinônimo: Testosterona

Volume: 1.0 mL

Método: Eletroquimioluminométrico

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação do hirsutismo; diagnóstico de tumores virilizantes; diagnóstico do hipogonadismo masculino; avaliação de precocidade sexual idiopática; avaliação de pseudopuberdade precoce. Valores aumentados: hirsutismo idiopático (elevação discreta em mulheres), ovários policísticos, virilização, tumores ovarianos virilizantes (níveis muito elevados). Valores diminuídos: hipogonadismo de origem testicular.

 

Referência: Homem Mulher Adulto : 241,0 a 827,0 6,0 a 82,0 ng/dL < 1 ano : 12,0 a 21,0 ng/dL 1 a 5 anos : 2,0 a 25,0 2,0 a 10,0 ng/dL 6 a 9 anos : 3,0 a 30,0 2,0 a 20,0 ng/dL 10 a 11 anos: 5,0 a 50,0 3,0 a 25,0 ng/dL 12 a 14 anos: 10,0 a 572,0 10,0 a 40,0 ng/dL 15 a 17 anos: 220,0 a 800,0 5,0 a 40,0 ng/dL Após 60 anos os valores de referência diminuem tanto no homem como na mulher.

TIOCIANATO

Código: TIO

Material: urina do final da jornada de trabalho

Sinônimo:

Volume: 30.0 mL

Método: Espectrofotometria

Volume Lab: 30.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 17 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar urina do final da jornada de trabalho.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: monitoramento da terapia com nitroprussiato. Indivíduos fumantes apresentam uma concentração plasmática de tiocianato mais elevada, devido à presença de ácido cianídrico no tabaco.

 

Referência: Não Fumantes: VR*: até 4,0 mg/L ou até 2,5 mg/g de creatinina. IBMP**: até 4,0 mg/L ou até 6,0 mg/g creatinina. Fumantes: VR*: de 4,0 a 17,0 mg/L *Valor de Referência para pacientes não expostos. **Índice Biológico Máximo Permitido.

 

 

TIOCIANATO PRÉ JORNADA

Código: TIOPRE

Material: Urina pré-jornada de trabalho

Sinônimo:

Volume: 30.0 mL

Método: Espectrofotometria

Volume Lab: 30.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 17 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar urina de pré jornada de trabalho em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: monitoramento da terapia com nitroprussiato. Indivíduos fumantes apresentam uma concentração plasmática de tiocianato mais elevada, devido à presença de ácido cianídrico no tabaco.

 

Referência: Não Fumantes: VR*: até 4,0 mg/L ou até 2,5 mg/g de creatinina. IBMP**: até 4,0 mg/L ou até 6,0 mg/g creatinina. Fumantes: VR*: de 4,0 a 17,0 mg/L *Valor de Referência para pacientes não expostos. **Índice Biológico Máximo Permitido.

Tipagem para HLA Classe II

Código: HLAII

Material: Sangue total com EDTA

Sinônimo: Tipagem HLA Classe II

Volume: 10,0 mL

Método: PCR/SSO - Reação em Cadeia da Polimerase/ Sequência Específica de Oligonucleotídeos

Volume Lab: 10,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 9 dias

Temperatura: Refrigerado

Coleta: Coletar 5,0 mL de sangue total com EDTA A amostra não dever ser transportada a temperatura ambiente senão será rejeitada. Após 48 horas da coleta transportada a temperatura ambiente a amostra será rejeitada.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

O Complexo Principal de Histocompatibildade Humano (CPH) está localizado na braço curto do cromossomo 6, ocupando um segmento de aproximadamente 3.500 Kb. O CPH humano é constituído por 3 agrupamentos principais de genes designados de regiões de classe I, de classe II e de classe III. Os produtos dos genes de classe I e classe II são expressos na superfície de uma variedade de células. Os produtos destes genes são chamados de moléculas ou antígenos do CPH. Na região de classe I estão os genes estruturais para as moléculas HLA de classe I clássicas HLA-A, B e C, além dos genes não clássicos HLA-E, F e G. A região HLA-D abrange três sub-regiões DR, DQ e DP, que codificam os produtos HLA de classe II clássicos. Devido os loci HLA estarem intimamente ligados a combinação dos alelos de cada um dos loci de um único cromossomo, é denominado haplótipo, sendo transmitida à descendência como uma unidade através de herança mendeliana simples. Cada indivíduo pode herdar uma das quatro possíveis combinações dos haplótipos materno e paterno. Por convenção, o haplótipo paterno é designado A e B e o haplótipo materno de c e d, desta forma os genótipos são designados de ac, ad, bc e bd. Com base nesta herança há 25% de chance de 2 irmãos compartilharem o mesmo haplótipo, e desta forma serem HLA idênticos, 50% de chance de compartilharem um haplótipo (haploidênticos) e 25% de chance de apresentarem 2 haplótipos distintos, e dets forma serem HLA incompatíveis. Os antígenos HLA de classe I e II são glicoproteínas que diferem quanto a sua estrutura, distribuição tissular e função. As moléculas de classe I clássicas são heterodímeros constituídos de 2 cadeias polipeptídicas que se expressam na superfície de todas as células nucleadas. As moléculas de classe II são heterodímeros de uma cadeia alfa de 32- 44 kD e uma cadeia beta de 29- 32 kD que associam-se por ligações não covalentes e expressam-se em monócitos, macrófagos, células endoteliais, células de Langerhans da epiderme, linfócitos T ativados e linfócitos B.

 

Referência:

TIREOGLOBULINA

Código: TIREO

Material: soro

Sinônimo: TG, HTG

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Se o exame não for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra. Informar se o paciente faz uso de algum tipo de medicamento e se há um tipo de patologia tireoidiana.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação e acompanhamento de carcinomas; monitoramento do tratamento de pacientes tireoidectomizados. A tireoglobulina é uma glicoproteína produzida pelas células acinares tireoidianas, sendo o principal componente do colóide dos folículos tireoidianos. Valores aumentados: tumor papilífero, tumor folicular, tireoidites autoimunes, doença de Graves. Após tireoidectomia total, valores menores que 6 ng/mL são indicativos de ausência de tecido remanescente. É importante fazer a determinação dos anticorpos anti tireoglobulina juntamente com a dosagem da Tireoglobulina . Caso sejam positivos , falseiam o resultado da Tireoglobulina sérica e este exame está contra indicado.

 

Referência: Normais : 2,0 a 60,0 ng/mL Tiroidectomizados e em terapêutica com hormônios tiroideanos : < 2,0 ng/mL Sensibilidade do método: 0,1 ng/mL.

TIREOGLOBULINA – LIQUIDOS

Código: TIREOL

Material: Diversos

Sinônimo: TG, HTG

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Se o exame não for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra. Informar se o paciente faz uso de algum tipo de medicamento e se há um tipo de patologia tireoidiana.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação e acompanhamento de carcinomas; monitoramento do tratamento de pacientes tireoidectomizados. A tireoglobulina é uma glicoproteína produzida pelas células acinares tireoidianas, sendo o principal componente do colóide dos folículos tireoidianos. Valores aumentados: tumor papilífero, tumor folicular, tireoidites autoimunes, doença de Graves. Após tireoidectomia total, valores menores que 6 ng/mL são indicativos de ausência de tecido remanescente. É importante fazer a determinação dos anticorpos anti tireoglobulina juntamente com a dosagem da Tireoglobulina . Caso sejam positivos , falseiam o resultado da Tireoglobulina sérica e este exame está contra indicado.

 

Referência: Esta dosagem não é citada para o referido material de acordo com recomendações do fabricante. Valores de referência não são fornecidos ficando a avaliação do resultado a critério médico.

TIREOGLOBULINA COM ÍNDICE DE RECUPERAÇÃO

Código: TIREO2

Material: soro

Sinônimo: TG, HTG

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Se o exame não for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra. Informar se o paciente faz uso de algum tipo de medicamento e se há um tipo de patologia tireoidiana.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação e acompanhamento de carcinomas; monitoramento do tratamento de pacientes tireoidectomizados. A tireoglobulina é uma glicoproteína produzida pelas células acinares tireoidianas, sendo o principal componente do colóide dos folículos tireoidianos. Valores aumentados: tumor papilífero, tumor folicular, tireoidites autoimunes, doença de Graves. Após tireoidectomia total, valores menores que 6 ng/mL são indicativos de ausência de tecido remanescente. É importante fazer a determinação dos anticorpos anti tireoglobulina juntamente com a dosagem da Tireoglobulina . Caso sejam positivos , falseiam o resultado da Tireoglobulina sérica e este exame está contra indicado.

 

Referência: Tireoglobulina: Normais : 2,0 a 60,0 ng/mL Tiroidectomizados e em terapêutica com hormônios tiroideanos : < 2,0 ng/mL Índice de Recuperação: Um resultado de 70 a 130% indica uma recuperação adequada.

TIROSINA

Código: TIRO

Material: Plasma heparinizado

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 32 dias úteis

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação: Uso: avaliação de anomalias hereditárias ou metabólicas.

Referência: Tirosina : Até 3,0 mg%

 

 

TOPIRAMATO

Código: TOPIR

Material: soro

Sinônimo: Topamax

Volume: 2.0 mL

Método: Imunoensaio de Fluorescência Polarizada (FPIA)

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 27 dias úteis

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário. Coleta de soro.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

- Este exame é útil para o acompanhamento de indivíduos que fazem uso de topiramato, um medicamento utilizado no tratamento de epilepsia, enxaqueca e de algumas doenças psiquiátricas, como o distúrbio bipolar. A monitorização da terapêutica com topiramato permite a individualização do tratamento e, com isso, a otimização dos resultados.

 

Referência: Valores Terapêuticos : 2,0 a 4,0 mg/mL Pico : 9,0 a 12,0 mg/mL ATENÇÃO: Novo valor de referência e unidade a partir de 17/12/08. Valores terapêuticos: 6,0 a 74,0 mcmol/L NOTA: Para converter mcmol/L para mg/L dividir pelo fator de 2,95.

TOXOCARA – Anticorpos IgG

Código: TOXOK

Material: soro

Sinônimo: Diagnóstico sorológico da toxocariase

Volume: 1.0 mL

Método: ELISA

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: 5ª feira

Resultado: 4 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Se o exame não for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da toxocaríase . A toxocariose (larva migrans visceral) é uma infecção que resulta da invasão de órgãos por larvas de nematelmintos, como o Toxocara canis e o Toxocara cati(menos comum).Os ovos dos parasitas se desenvolvem no solo contaminado por fezes de cães e gatos infectados. Caixas de areia de crianças, onde os gatos muitas vezes defecam, trazem um risco. Os ovos podem ser transferidos diretamente para a boca, se uma criança brincar com a areia contaminada ou comê-la.Depois de deglutidos, os ovos se abrem no intestino. As larvas penetram na parede intestinal e se propagam pelo sangue. Quase qualquer tecido do corpo pode ser envolvido , particularmente o cérebro, o olho, o fígado, o pulmão e o coração. As larvas podem permanecer vivas por muitos meses, causando lesão por migração aos tecidos e inflamação em torno delas.A toxocariose geralmente produz infecção relativamente leve em crianças com 2 a 4 anos, mas também podem ser afetados crianças com mais idade e adultos. Os sintomas podem começar após várias semanas de infecção ou podem demorar vários meses, dependendo da intensidade e do número de exposições e da sensibilidade da pessoa às larvas. Febre, tosse ou sibilos e hepatomegalia podem desenvolver-se primeiro. Algumas pessoas têm erupção cutânea, esplenomegalia e pneumonia recorrente. Crianças de mais idade tendem a não apresentar sintomas ou estes são leves, mas podem desenvolver lesão ocular que comprometa a visão e que pode ser confundida com tumor maligno do olho.Podemos suspeitar de toxocariose numa pessoa que tenha altos níveis de eosinófilos, hepatomegalia, inflamação dos pulmões, febre e altos níveis de anticorpos no sangue. ( fonte : gastronews )

 

Referência: Não Reagente : < 1.0 Inconclusivo : 1.0 a 1.4 Reagente : > 1.4 Obs. Resultados falso - positivos podem ocorrer em infestação por Ascaris lumbricoides.

TOXOCARA – Anticorpos IgM

Código: TOXOKM

Material: soro

Sinônimo: Diagnóstico sorológico da toxocariase

Volume: 2.0 mL

Método: ELISA

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: 5ª feira

Resultado: 4 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar sangue total sem anticoagulante, centrifugar, separar o soro e enviar.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da toxocaríase . A toxocariose (larva migrans visceral) é uma infecção que resulta da invasão de órgãos por larvas de nematelmintos, como o Toxocara canis e o Toxocara cati(menos comum).Os ovos dos parasitas se desenvolvem no solo contaminado por fezes de cães e gatos infectados. Caixas de areia de crianças, onde os gatos muitas vezes defecam, trazem um risco. Os ovos podem ser transferidos diretamente para a boca, se uma criança brincar com a areia contaminada ou comê-la.Depois de deglutidos, os ovos se abrem no intestino. As larvas penetram na parede intestinal e se propagam pelo sangue. Quase qualquer tecido do corpo pode ser envolvido , particularmente o cérebro, o olho, o fígado, o pulmão e o coração. As larvas podem permanecer vivas por muitos meses, causando lesão por migração aos tecidos e inflamação em torno delas.A toxocariose geralmente produz infecção relativamente leve em crianças com 2 a 4 anos, mas também podem ser afetados crianças com mais idade e adultos. Os sintomas podem começar após várias semanas de infecção ou podem demorar vários meses, dependendo da intensidade e do número de exposições e da sensibilidade da pessoa às larvas. Febre, tosse ou sibilos e hepatomegalia podem desenvolver-se primeiro. Algumas pessoas têm erupção cutânea, esplenomegalia e pneumonia recorrente. Crianças de mais idade tendem a não apresentar sintomas ou estes são leves, mas podem desenvolver lesão ocular que comprometa a visão e que pode ser confundida com tumor maligno do olho.Podemos suspeitar de toxocariose numa pessoa que tenha altos níveis de eosinófilos, hepatomegalia, inflamação dos pulmões, febre e altos níveis de anticorpos no sangue. ( fonte : gastronews )

 

Referência: Não Reagente : < 1.0 Inconclusivo : 1.0 a 1.4 Reagente : > 1.4 Obs. Resultados falso - positivos podem ocorrer em infestação por Ascaris lumbricoides.

TOXOPLASMA GONDII – Detecção por PCR

Código: TGPCR

Material: Sangue total com EDTA

Sinônimo: TOXO

Volume: 5,0 mL

Método: PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) em Tempo Real - Sistema TaqMan

Volume Lab: 5,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 7 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar 5,0 mL de sangue total com EDTA, enviar refrigerado. Pode também ser realizado em Líquido amniótico - 3,0 mL, e liquor em frasco estéril, congelado.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da toxoplasmose. Interpretação: em indivíduos sadios, em geral, a doença é assintomática ou pode manifestar-se como um quadro febril com adenopatia (síndrome mononucleose-like). A infecção pode ser especialmente grave em alguns indivíduos, como crianças com infecção congênita e pacientes imunossuprimidos (por exemplo, AIDS, transplantes de órgãos), com manifestações sistêmicas ou de comprometimento de diferentes órgãos, como pulmão, fígado etc.

 

Referência: Não Detectado Limite de detecção: 5 cópias / 1000 células

TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgA (ELISA)

Código: TOXO

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: ELISA

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: 3ª e 6ª feira

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Caso o exame não for realizado no momento refrigerar a amostra. Lipemia atua como interferente. Jejum 4 horas.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Os anticorpos IgA podem permanecer positivos alguns meses após a fase aguda da toxoplasmose; juntamente com os anticorpos IgM positivo e a avidez de IgG (<30 %), formam um perfil importante como marcadores da infecção aguda. Ver Toxoplasmose - Anticorpos IgM.

 

Referência: Reagente : maior que 2,0 (índice) Limítrofes : 1,0 a 2,0 Associar o teste AVIDEZ de IgG para auxiliar no diagnóstico de fase aguda.

TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgG

Código: TOXOGELI

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Eletroquimioluminescência - ECLIA

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Caso o exame não for realizado no momento refrigerar a amostra. Lipemia atua como interferente.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da toxoplasmose; triagem pré-natal; verificação do estado imune da gestante. Os anticorpos anti-Toxoplasma classe IgG apresentam títulos elevados durante a fase aguda da toxoplasmose, mantendo-se por longo tempo e declinando a títulos mais baixos, permanecendo por toda a vida com variações pequenas. A pesquisa de anticorpos IgG isoladamente não é indicada para o diagnóstico laboratorial da toxoplasmose. Em casos especiais, podem ser avaliados os resultados quando as pesquisas sorológicas são realizadas em diferentes dias (sorologia pareada), considerando-se um aumento significativo de níveis de anticorpos entre as duas amostras. Pela técnica (MEIA), índice >10.0 U é considerado positivo; juntamente com anticorpos da classe IgM negativos indica infecção pregressa. Em gestantes, o diagnóstico laboratorial assume importância vital (pela possibilidade de lesão intra-uterina do feto e principalmente por não apresentarem sintomas da doença); um resultado positivo para anticorpos IgG e negativo para anticorpos IgM é suficiente para tranqüilizar o obstetra, tratando-se de uma infecção pregressa. Gestantes soronegativas para anticorpos IgG e IgM serão consideradas de alto risco, devendo ser acompanhadas com exames em intervalos de 3 em 3 meses.

 

Referência: Não reagente : ausência de anticorpos IgG > 10,0 UI/mL : sugere infecção pregressa Obs: Em casos com presença de reatividade para IgG e IgM, conforme a indicação clínica, é possível associar avidez de IgG para auxílio de diagnóstico entre infecção primária e pregressa. Metodologia: Quimioluminescência ATENÇÃO: Novos valores de Referência e Metodologia a partir de 10/05/2011. Não Reagente : ausência de anticorpos Inconclusivo : Entre 10,0 e 30,0 UI/mL* Reagente : IgG > 30,0 UI/mL - sugere infecção pre- gressa. *Devido ao baixo nível de anticorpos IgG nos Re- sultados INCONCLUSIVOS sugerimos análise mensal de acompanhamento (pesquisa de anticorpos IgG). Observar que o resultado não é conclusivo quanto a presença de anticorpos IgG , principalmente se a paciente é gestante. É importante informar que a solicitação de avidez de IgG não é aconselhável nesse caso, pois ela dever ser realizada somente nos casos em que o indivíduo apresenta os 2 anti- corpos positivos (IgG e IgM). Observação: Embora as metodologias tenham valores de referência semelhantes, os resultados quanti- tativos não podem ser comparados por não possuirem correlação (Quimioluminescência x Eletroquimiolu- minescência), sendo possível nesses casos, somente a comparação qualitativa. Nova Metodologia: Eletroquimioluminescência-ECLIA

TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgG (CMIA)

Código: TOXOG

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Imunoensaio Quimioluminesceste de Micropartículas (CMIA)

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Caso o exame não for realizado no momento refrigerar a amostra. Lipemia atua como interferente.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da toxoplasmose; triagem pré-natal; verificação do estado imune da gestante. Os anticorpos anti-Toxoplasma classe IgG apresentam títulos elevados durante a fase aguda da toxoplasmose, mantendo-se por longo tempo e declinando a títulos mais baixos, permanecendo por toda a vida com variações pequenas. A pesquisa de anticorpos IgG isoladamente não é indicada para o diagnóstico laboratorial da toxoplasmose. Em casos especiais, podem ser avaliados os resultados quando as pesquisas sorológicas são realizadas em diferentes dias (sorologia pareada), considerando-se um aumento significativo de níveis de anticorpos entre as duas amostras. Pela técnica (MEIA), índice >10.0 U é considerado positivo; juntamente com anticorpos da classe IgM negativos indica infecção pregressa. Em gestantes, o diagnóstico laboratorial assume importância vital (pela possibilidade de lesão intra-uterina do feto e principalmente por não apresentarem sintomas da doença); um resultado positivo para anticorpos IgG e negativo para anticorpos IgM é suficiente para tranqüilizar o obstetra, tratando-se de uma infecção pregressa. Gestantes soronegativas para anticorpos IgG e IgM serão consideradas de alto risco, devendo ser acompanhadas com exames em intervalos de 3 em 3 meses.

 

Referência: Não reagente : ausência de anticorpos IgG > 10,0 UI/mL : sugere infecção pregressa * Infecção pregressa ou atual associar a pesquisa de anticorpos IgM, IgA ou Avidez de IgG. Metodologia: Enzima Imunoensaio de Micropartícula ATENÇÃO: Novos valores de Referência e Metodologia a partir de 11/07/2011. Não Reagente : Inferior a 1,6 UI/mL Inconclusivo : Entre 1,6 e 3,0 UI/mL* Reagente : Superior a 3,0 UI/mL - sugere infecção pregressa. *Devido ao baixo nível de anticorpos IgG sugerimos análise mensal de acompanhamento (pesquisa de anticorpos IgG). Observar que o resultado não é conclusivo quanto a presença de anticorpos IgG , principalmente se a paciente é gestante. É importante informar que a solicitação de avidez de IgG não é aconselhável nesse caso, pois ela dever ser realizada somente nos casos em que o indivíduo apresenta os 2 anti- corpos positivos (IgG e IgM). ATENÇÃO: Os resultados quantitativos não podem ser comparados por não possuirem correlação (MEIA x CMIA), sendo possível nesses casos, somente a com- paração qualitativa. Nova Metodologia: Imunoensaio Quimioluminesceste de Micropartículas (CMIA).

TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgG (IFI)

Código: TOXI1

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Imunofluorescência indireta

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas. Se o exame não for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico de infecção pregressa da toxoplasmose. A pesquisa de anticorpos pela técnica de IF é específica e sensível, porém depende de muitas variáveis, que devem ser bem padronizadas. Por ser uma técnica manual, apesar de fácil execução e custo relativamente baixo, está sendo substituída por procedimentos automatizados (EIA, MEIA, etc.). Tem sua aplicação bem definida, sendo utilizada na avaliação de perfis nas diversas fases da doença.

 

Referência: Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : título superior a 1/8 indica presença de anticorpos do tipo IgG, significa uma infestação pregressa ou atual, observar IgM

seu próprio texto. É fácil.

TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgG e IgM no LCR

Código: TOXOL

Material: liquor

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Enzima Imunoensaio Microparticula

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Médico assistente.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da encefalite toxoplásmica. Na encefalite toxoplásmica, alguns autores referem maior quantidade de anticorpos do tipo IgG no LCR do que no soro. Ver Toxoplasmose - Anticorpos IgM.

 

Referência: Não reagente.

TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgG no LCR

Código: TOXLG

Material: liquor

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Enzima Imunoensaio Microparticula

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Médico assistente.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da encefalite toxoplásmica. Na encefalite toxoplásmica, alguns autores referem maior quantidade de anticorpos do tipo IgG no LCR do que no soro. Ver Toxoplasmose - Anticorpos IgM.

 

Referência: Não reagente

TOXOPLASMOSE – Anticorpos IgM

Código: TOXOMEL

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Eletroquimioluminescência - ECLIA

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Caso o exame não for realizado no momento refrigerar a amostra. Lipemia atua como interferente.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da fase aguda da toxoplasmose. O diagnóstico laboratorial da toxoplasmose através da pesquisa de anticorpos contra o parasita é classicamente usado na prática médica. A presença de anticorpos anti IgM, até os últimos anos, era considerada fase aguda da doença. Com o advento de técnicas imunoenzimáticas mais sensíveis, detecta-se anticorpos IgM no soro por longo tempo, ocasionalmente por meses ou anos. Existem vários marcadores de infecção recente que podem auxiliar no diagnóstico da toxoplasmose, entre eles o teste de avidez de IgG, anticorpos IgA e IgE e a pesquisa do antígeno através de técnicas de PCR (no sangue ou líquido amniótico). Os resultados pela técnica imunoenzimática (MEIA) podem significar infecção recente, quando os índices forem maiores que 3.0. O diagnóstico laboratorial da toxoplasmose em gestantes, por não apresentarem sinais clínicos da doença (em mais de 90% dos casos), tem uma importância vital (na presença de anticorpos IgM, é importante realizar vários ensaios para elucidar a fase da infecção).

 

Referência: Não Reagente: Inferior a 1,0 Infestação recente : IgM > 3.0 UI/mL Obs: Em casos onde haja presença de índices baixos de IgM (entre 1,0 e 3,0 UI/mL), é possível o uso do teste de Avidez para IgG, auxiliar na dife- renciação entre reativação de infecção pregressa e infecção primária. Metodologia: Quimioluminescência ATENÇÃO: Novos valores de Referência e Metodologia a partir de 10/05/2011. Não Reagente : Inferior a 1,00 Reagente : Maior ou igual a 1,00 Infestação recente : IgM > 3,0 UI/mL* *Em casos onde haja índice baixo de anticorpos IgM (entre 1,0 e 3,0 UI/mL), é possível o uso do teste de Avidez para IgG como auxílio na diferen- ciação entre reativação de infecção pregressa e infecção primária. Nova Metodologia: Eletroquimioluminescência-ECLIA

TRAB – ANTICORPO ANTI RECEPTOR DE TSH

Código: TRAB

Material: soro

Sinônimo: Anticorpo Anti-inibidor de TSH

Volume: 1.0 mL

Método: Eletroquimioluminescência

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: 2ª, 4ª e 6ª feira

Resultado: 48 horas

Temperatura: congelado

Coleta: Jejum de 8 horas. Anotar uso de medicamentos, em especial drogas anti-tireoideanas e hormônios tireoideanos. Enviar amostra congelada.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação, diagnóstico e acompanhamento de doença de Graves. Os anticorpos anti-receptores de TSH são dirigidos contra epítopos do receptor de TSH. Existem duas classes de TRAB potencialmente associadas a distúrbios da tireóide: (a) anticorpos tireoestimuladores, causadores do hipertireoidismo de Graves, e (b) anticorpos bloqueadores, que impedem a ligação do TSH. Estes anticorpos podem ser encontrados sozinhos ou em conjunto em doença de Graves e em raros casos de tireoidite de Hashimoto. Sua determinação é útil na predição de recidivas após tratamento e também no diagnóstico de hipertireoidismo neonatal.

 

Referência: Positivo : Acima de 1,75 UI/L Normal : até 1,75 UI/L

TRANSFERRINA

Código: TRAN

Material: soro

Sinônimo: Siderofilina

Volume: 1.0 mL

Método: Imunoturbidimetria

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum obrigatório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação do metabolismo do ferro (especialmente na investigação das anemias microcíticas e da hemocromatose). A transferrina é a principal beta globulina, responsável pelo transporte dos íons férricos dos depósitos de ferro intracelulares ou da ferritina mucosa para a medula óssea, onde os precursores dos eritrócitos e dos linfócitos possuem receptores de transferrina nas suas superfícies. Variações ocorrem em suas concentrações em resposta à deficiência de ferro e com doenças crônicas, retornando ao normal após o tratamento. Normalmente apenas um terço da transferrina plasmática encontra-se sob a forma saturada. Sua concentração se correlaciona com a capacidade total de ligação do ferro (TIBC). As estratégias atuais para avaliar a hemocromatose incluem as determinações do ferro e da transferrina (por imunoensaio nefelométrico), com o cálculo do percentual de saturação como melhor índice para a identificação de casos previamente não reconhecidos. Interferentes: estrógenos +, anticoncepcionais orais +, corticosteróides -, testosterona -, corticotrofina -, dextran -.

 

Referência: HOMEM : 215 - 365 mg/dL MULHER: 250 - 380 mg/dL ATENÇÃO: Novos valores de referência e metodologia a partir de 29/08/2011. Referência Anterior: 200,0 a 360,0 mg/dL Metodologia Anterior: Nefelometria

TRANSFERRINA DEFICIENTE DE CARBOHIDRATO

Código: TRANDC

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Cromatografia de afinidade / Espectrometria de massa

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 17 dias úteis

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas. Coleta de soro.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência: Relação Mono-oligo / Di-oligo 0,000 - 0,100 Relação A-oligo / Di-oligo 0,000 - 0,050 Exame realizado por Mayo Medical Laboratories e Quest Diagnostics Nichols Institute em intercâm- bio com o Laboratório Albert Einstein.

TREPONEMA PALLIDUM – Anticorpos IgM

Código: TPM

Material: soro

Sinônimo: Sifilis

Volume: 1.0 mL

Método: Ver Valor de Referência

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico de fase aguda da sífilis. A pesquisa de anticorpos anti-Treponema pallidum por captura (ELISA) é muito sensível para sífilis congênita (100%), sendo menos específica para sífilis primária (82%), secundária (60%), neuro sífilis (34%) e sífilis tratada (11%).

 

Referência: Não reagente = Ausência de anticorpos Resultados Não Reagentes são decorrentes de triagem sorológica Negativa, utilizando-se o teste treponêmico quimioluminiscente automatizado IgG/IgM - Syphilis TP Abbott, portanto, este resultado exclui infecção por T. pallidum. Resultados reagentes no teste de triagem, são confirmados e titulados por IFI.

TREPONEMA PALLIDUM – Pesquisa

Código: TP

Material: secreção lesao peniana

Sinônimo: Pesquisa de sífilis em lesão

Volume: Variável

Método: Fontana

Volume Lab: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Ambiente

Coleta: Confeccionar esfregaço em lâmina da secreção. Não enviar swab.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da sífilis. A pesquisa dos espiroquetas de Treponema pallidum no material obtido da lesão confirma o diagnóstico da sífilis primária ou secundária. Os testes sorológicos só dão resultado positivo mais tarde (geralmente). O exame em campo escuro pode ser, na fase primária, o único meio de se estabelecer o diagnóstico de sífilis. Habitualmente a sífilis é diagnosticada sorologicamente.

 

Referência: Negativo

TRIAGEM AMPLIADA PARA ERROS INATOS DO METABOLISMO

Código: TRIAMPLIAD

Material: urina e plasma

Sinônimo: Screen metabolic

Volume: 50 mL de urina e 4 mL de plasma heparinizado.

Método: Diversos

Volume Lab: 50 mL de urina e 4 mL de plasma heparinizado.

Rotina: Diária

Resultado: 47 dias

Temperatura: Congelar

Coleta: Urina : Coletar 50,0 mL, congelar e enviar em frasco estéril. Sangue : Coletar 5,0 mL de Sangue com Heparina, separar o plasma, congelar e enviar.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência:

TRIAGEM TOXICOLÓGICA

Código: TRITO

Material: urina - amostra isolada

Sinônimo: Pesquisa de Anfetaminas, barbitúricos, benzodiazep

Volume: 50,0 mL

Método: Imunoenzimático

Volume Lab: 50,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar urina amostra isolada, se não realizado no mesmo dia refrigerar a amostra.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: detecção de drogas de abuso. Drogas dosadas nesta triagem : Fenciclidina, Benzodiazepínicos, cocaina, anfetaminas, tetrahidrocanabinol, opiáceos e barbituricos. Sinonimos e susbstacias pesquisadas: Tetrahidrocanabinol: Maconha Cocaína: Cocaína , Crack e Merla Anfetaminas: Ecstasy Opiáceos: Ou drogas opiáceas são substâncias derivadas do ópio. Todas produzem analgesia (diminuem a dor) e uma hipnose (aumentam o sono). Em função disso, recebem o nome de narcóticos sendo também chamadas de drogas hipnoanalgésicas ou analgésicos narcóticos. São Classificadas como substancias entorpecentes e compreendem 3 grupos: Opiáceos naturais: Ópio, Pó de Ópio, Morfina, Codeína; Opiáceos Semi-sintéticos: Heroína Opiáceos sintéticos ou opióides: Zipeprol, Metadona Fenciclidina: A fenciclidina (PCP, pó-de-anjo) desenvolveu-se no final da década de 50 como um anestésico, um forte redutor da sensação dolorosa. O uso médico de PCP foi interrompido em 1962 porque os doentes que o tomaram apresentavam, com frequência, intensa ansiedade e delírios e alguns tornaram-se temporariamente psicóticos. A PCP apareceu como droga de rua em 1967 e, frequentemente, foi vendida fraudulentamente como marijuana. Toda a PCP disponível hoje na rua é sintetizada ilegalmente. Psicofarmacos: Embora os psicofarmacos compreendam varios grupos de medicamentos, este teste detecta 2 grupos especificamente, que são os mais utilizados na pratica médica e com maior potencial em causar dependência. São pesquisados: Barbitúricos Benzodiazepínicos.

 

Referência: Negativo

TRICHOMONAS VAGINALIS – Pesquisa

Código: TRICH

Material: Secreção vaginal

Sinônimo:

Volume: 1 Lamina

Método: Microscopia

Volume Lab: 1 Lamina

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Confeccionar lâmina, e enviar, realizar preferencialmente logo após a coleta.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico de tricomoníase.

 

Referência: Negativa

TRICICLICOS ANTIDEPRESSIVOS

Código: TRICI

Material: soro

Sinônimo: Amitriptilina,nortriptilina, imipramina,desipramin

Volume: 2.0 mL

Método: Fluorescência Polarizada

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: controle terapêutico. Os tricíclicos (TAD) são largamente usados como antidepressivos, estando freqüentemente envolvidos em tentativas de suicídio (por esta razão deve-se indicar no pedido se o que se deseja é controle individual de dose ou pesquisa de "overdose"). Os TAD apresentam uma estreita "janela terapêutica", isto é, sua dose terapêutica é próxima da dose tóxica, havendo grandes variações pessoais. Negros geralmente apresentam níveis sangüíneos 50% maiores que brancos, para uma mesma dose. Sintomas de "overdose" podem ser assemelhar àqueles que originam a prescrição. Um índice sugestivo de "overdose" é o alargamento de QRS >100mseg. Estudos recentes mostram que existe pouca relação entre a dose oral e plasmática, principalmente em crianças adolescentes. Os idosos tendem a ter níveis mais altos que jovens, com a mesma dose.

 

Referência: Amitriptilina + Nortriptilina Nivel terapêutico : 75,0 a 225,0 ng/mL Nivel tóxico : Superior a 500,0 ng/mL Imipramina + desipramina Nivel terapêutico : 125,0 a 225,0 ng/mL ng/mL Nivel tóxico : Superior a 500,0 ng/mL Ref. Wallach - Interpretation of Diagnostics Tests - 6ª Ed.

TRICLOROCOMPOSTOS TOTAIS PRÉ JORNADA

Código: TRCPRE

Material: Urina pré-jornada de trabalho

Sinônimo:

Volume: 30,0 mL

Método: Espectrofotometria

Volume Lab: 30,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 12 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar urina de pré jornada de trabalho em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Os hidrocarbonetos alifáticos clorados são absorvidos pela via respiratória e também pela pele íntegra, exercendo ação irritante e depressora do sistema nervoso central. O processo de eliminação dos triclorocompostos totais é relativamente lento, podendo ocorrer certo acúmulo destes e de seus metabólitos, em caso de exposição freqüente. O tricloroetano (TCE) e o ácido tricloroacético (TCA) são os principais metabólitos encontrados no sangue e na urina, sendo que a proporção entre as partes eliminadas varia de uma substância para outra.

 

Referência: IBMP*: até 40 mg/g de creatinina para exposição ao tricloroetano. até 300,0 mg/g creatinina para exposição ao tricloroetileno.

TRIGLICÉRIDES

Código: TRIGL

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Enzimático / automatizado

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum obrigatório de 12 a 14 horas. Dieta estável duas semanas antes da realização do teste.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico e acompanhamento de dislipidemias; avaliação de amostras lipêmicas no laboratório. Os triglicerídeos são moléculas compostas de uma molécula de glicerol com três moléculas de ácidos graxos, que podem ser saturados ou insaturados. Os triglicerídeos ocorrem em animais e vegetais; em humanos podem ser provenientes de fontes exógenas, por ingestão ou endógenas por síntese primariamente hepática. Têm como função permitir ao organismo a estocagem de moléculas com longas cadeias de carbono, úteis em processos de formação de energia em estados de jejum prolongado. Estas moléculas altamente energéticas constituem 95% das gorduras estocadas nos tecidos, sendo transportadas no plasma nas lipoproteínas (VLDL, quilomícrons e LDL). Quando os triglicerídeos são metabolizados, seus ácidos graxos são liberados, havendo fornecimento de energia, enquanto sua porção glicerol é reciclada para a formação de outros triglicerídeos. A manutenção dos níveis plasmáticos de triglicerídeos depende de uma série de fatores metabólicos e orgânicos, sendo reconhecido que, após a ingestão de gorduras, suas concentrações encontram-se em níveis elevados. As concentrações séricas de triglicerídeos devem ser avaliadas levando-se em consideração que seus níveis são extremamente variáveis, sendo que determinações separadas por um ou dois dias podem resultar muito diferentes. Portanto, valores elevados devem ser confirmados em ocasiões posteriores. Os níveis de triglicerídeos não são normalmente encarados como fatores independentes de risco para doença cardíaca coronariana. Valores aumentados: dislipidemias (deficiência de lipoproteína lipase, deficiência de Apo-CII, hipertrigliceridemia familiar, disbetalipoproteinemias), doenças hepáticas, xantomas, pancreatites, síndrome nefrótica, doenças de estocagem, hipotireoidismo, diabetes mellitus, alcoolismo, gota, gravidez, doenças agudas, uso de certos medicamentos (contraceptivos orais, estrogênios em altas dosagens, betabloqueadores, hidroclorotiazida, esteróides anabolizantes, corticosteróides). Certos valores estão associados a algumas condições (até 250, não associado a nenhum estado patológico; 250-500, associado à doença vascular periférica; superior a 500, associado a risco de pancreatites; superior a 1000, associado a hiperlipidemias, especialmente tipo I e V, risco de pancreatites; superior a 5000, associado a xantoma eruptivo, arco corneal, lipemia retinal e hepatoesplenomegalia). Valores diminuídos: abetalipoproteinemias, desnutrição, alteração em hábitos dietéticos recentes (especialmente regimes), perda de peso recente, exercício vigoroso e uso de medicamentos (bloqueadores de receptores alfa-1). Hipertrigliceridemia está associada com o uso de diuréticos (tiazidicos) e beta adrenérgicos.

 

Referência: 02 a 9 anos : até 100,0 mg/dL 10 a 19 anos : até 130,0 mg/dL > 19 anos Ótimo : < 150,0 mg/dL Limítrofe : 150,0 a 199,0 mg/dL Alto : 200,0 a 499,0 mg/dL Muito Alto : > 499,0 mg/dL SegIII Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias. (Sociedade Brasileira de Cardiologia 2001) Consideração : Esta determinação pode sofrer grande variabilidade biológica, devendo ser avaliada a necessidade de confirmação pelo(a) Médico(a).

TRIPSINA IMUNOREATIVA

Código: TRIPS

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo: Fibrose Cística

Volume: Papel filtro

Método: Imunofluorimétrico

Volume Lab: Papel filtro

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 5 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Enviar refrigerado.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: detecção precoce da fibrose cística. A fibrose cística é uma doença genética que causa problemas de absorção nos recém-nascidos e nas crianças, sendo responsável por anormalidades na secreção do muco, disfunção pancreática, problemas hepáticos, anormalidades na genitália masculina e insuficiência respiratória. Valores aumentados: pancreatite aguda, insuficiência renal crônica, doenças hepáticas, úlcera péptica (ocasional), fibrose cística (cordão umbilical - RN). Valores diminuídos: pancreatite crônica.

 

Referência: de 2 a 14 dias: Inferior a 90 ng/mL Após 14 dias : Inferior a 70 ng/mL Valores acima de 140,0 ng/mL são sugestivos de Fibrose Cística

TRIPSINA IMUNOREATIVA – Soro

Código: TRIP

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Radioimunoensaio

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 27 dias úteis

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar soro .

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: detecção precoce da fibrose cística. A fibrose cística é uma doença genética que causa problemas de absorção nos recém-nascidos e nas crianças, sendo responsável por anormalidades na secreção do muco, disfunção pancreática, problemas hepáticos, anormalidades na genitália masculina e insuficiência respiratória. Valores aumentados: pancreatite aguda, insuficiência renal crônica, doenças hepáticas, úlcera péptica (ocasional), fibrose cística (cordão umbilical - RN). Valores diminuídos: pancreatite crônica. A importância clínica da dosagem da IRT em soro, reside no fato dela ser sintetizada exclusivamente pelas células acinares do Pâncreas, e portan- to ser considerada um marcador especifico de dano pancreático, se comparadas a amilase e lipase. Em casos de pancreatite aguda,os niveis de IRT alcancam valores de cinco a dez vezes o valor normal e assim permanece por quatro a cinco dias após o surgimento da dor abdominal. A interpretacao de valores altos deve ser acompanhada de avaliaçãoo de função renal por possivel diminuicao de excreção de IRT. Em casos de pancreatite cronica, devido a atrofia de celulas acinares, muitos pacientes tem niveis de IRT abaixo do nível normal inferior.

 

Referência: Crianças : 8,0 a 26,0 ng/mL Adultos : 10,0 a 57,0 ng/mL A importância clínica da dosagem da Tripsina Imuno Reativa em soro, reside no fato dela ser sinteti- zada exclusivamente pelas células acinares do Pancreas, e portanto ser considerada um marcador específico de dano pancreático, se comparadas a amilase e lipase. Em casos de pancreatite aguda, os níveis de IRT alcançam valores de 5 a 10 vezes o valor normal e assim permanece por 4 a 5 dias após o surgimento A interpretação de valores altos deve ser acom- panhada de avaliação de função renal por possível diminuição de excreção de IRT. Em casos de pancreatite crônica, devido a atrofia de células acinares, muitos pacientes tem níveis de IRT abaixo do nível normal inferior.

TRIPTASE

Código: tripta

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Ensaio Imunoenzimático

Volume Lab: 1.5 mL

Rotina: Diária

Resultado: 22 dias

Temperatura: congelado

Coleta: Jejum não obrigatório.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: determinação de dano celular do parênquima hepático; marcador auxiliar de infarto agudo do miocárdio e pericardite. A AST é principalmente originada a partir do coração, fígado, musculatura esquelética, rins, pâncreas, baço, pulmão. Valores muito elevados sugerem hepatites ou outras formas de necrose hepatocelular, podendo ser encontrados em tumores necróticos grandes ou hipóxia, insuficiência congestiva e choque. Elevações de AST não explicadas devem ser investigadas. Valores aumentados: doenças hepáticas [necrose ativa do parênquima (ex. viroses hepatoespecíficas e não hepatoespecíficas com acometimento hepático), doença biliar extrahepática, congestão, insuficiência cardíaca, cirrose, obstrução biliar, neoplasia primária ou metastática, granulomas, isquemia hepática, eclampsia, drogas hepatotóxicas], doenças músculo esqueléticas (injeções intramusculares, mioglobinúria), infarto agudo do miocárdio, pancreatite aguda, dano intestinal (ex. cirurgia, infarto), infarto pulmonar, infarto cerebral, neoplasmas cerebrais, infarto renal, queimaduras, intoxicações, anemias hemolíticas, distrofia muscular de Duchenne, trauma, choque, hipotireoidismo. Valores diminuídos: azotemia, diálise renal crônica, estados de deficiência de piridoxal fosfato (ex. desnutrição, gravidez, doença hepática alcoólica). Valores normais: angina pectoris, insuficiência coronariana, pericardite. Interferentes: stress muscular +, heparina +, salicilatos +, opiáceos +, tetraciclinas +, isoniazida +, lipemia +, hemólise +, oxacilina +, ampicilina +, uremia -, metronidazol -, progesterona +, esteróides anabolizantes +.

 

Referência: 2,0 a 10,0 ng/mL Importante: Este teste mede as formas alfa e beta da triptase o que aumenta a sensibilidade para o diagnóstico da mastocitose e da degranulação de mastócitos como causa de anafilaxia.

TROPONINA CARDÍACA – I

Código: TROPO

Material: soro

Sinônimo: Subunidade inibidora da actina (actinomiosina)

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar soro

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico do infarto do miocárdio A troponina é um complexo de três proteínas, que regula a interação da miosina com a actina no processo contrátil: a troponina T (liga o complexo a tropomiosina), a troponina C (liga o cálcio no início da contração) e a troponina I (um inibidor que bloqueia a concentração na ausência do cálcio). No infarto do miocárdio, o aumento da troponina cardíaca ocorre em paralelo com o CKMB (porém com valores muito mais elevados). Este aumento é prolongado, permitindo a detecção do infarto do miocárdio mesmo 10 dias após o início dos sintomas. A troponina I aumenta 2 a 6 horas após o infarto do miocárdio, retornando aos níveis normais somente 7 a 10 dias após o início dos sintomas. A associação entre troponina I, mioglobina e CKMB forma um perfil satisfatório para o diagnóstico e o monitoramento do infarto do miocárdio.

 

Referência: Até 1,0 ng/mL Sensibilidade analítica: 0,2 ng/mL

TROPONINA CARDIACA – T

Código: TROPT

Material: soro

Sinônimo: Subunidade inibidora da actina (actinomiosina)

Volume: 1.0 mL

Método: Eletroquioluminescência

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração (preferência congelado)

Coleta: Coleta em tubos padrão ou gel separador. Eventualmente pode ser coletado com EDTA ou citrato de sódio. Não colher com heparina ou oxalato/fluoreto.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico do infarto do miocárdio A troponina é um complexo de três proteínas, que regula a interação da miosina com a actina no processo contrátil: a troponina T (liga o complexo a tropomiosina), a troponina C (liga o cálcio no início da contração) e a troponina I (um inibidor que bloqueia a concentração na ausência do cálcio). No infarto do miocárdio, o aumento da troponina cardíaca ocorre em paralelo com o CKMB (porém com valores muito mais elevados). Este aumento é prolongado, permitindo a detecção do infarto do miocárdio mesmo 14 dias após o início dos sintomas. A troponina I aumenta 4 a 6 horas após o infarto do miocárdio, retornando aos níveis normais somente 10 a 14 dias após o início dos sintomas. A associação entre troponina I, mioglobina e CKMB forma um perfil satisfatório para o diagnóstico e o monitoramento do infarto do miocárdio. Em casos de enfarte agudo do miocárdio, os níveis de troponina T no soro aumentam cerca de 3 a 4 horas após a ocorrência de sintomas cardíacos, podendo permanecer elevados até 14 dias.

 

Referência: 0,1 ng/mL recomendado como o valor clínico limiar (Em 1951 indivíduos saudáveis analisados em 99% os valores foram inferioes a 0,01 ng/mL O valor mais elevado foi de 0,037 ng/mL)

TRYPANOSOMA CRUZI – Anticorpos IgG

Código: TRYPG

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Imunofluorescência indireta

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas. Se o exame não for realizado no mesmo dia congelar a amostra.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da doença de Chagas.

 

Referência: Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : título superior a 1/40 indica presença de anticorpos do tipo IgG, significa uma infestação pregressa ou atual, observar IgM.

TRYPANOSOMA CRUZI – Anticorpos IgM

Código: TRYPM

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Imunofluorescência indireta

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas. Se o exame não for realizado no mesmo dia congelar a amostra.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da doença de Chagas.

 

Referência: Não reagente : ausência de anticorpos Reagente : título superior a 1/40 indica presença de anticorpos do tipo IgM. Metodologia desenvolvida e validada pelo Alvaro Centro de Análises e Pesquisas Clínicas.

TSH – HORMÔNIO TIREOESTIMULANTE – Cuva

Código: TSHCURVA

Material: soro

Sinônimo: TSH, tireotropina , tireotrofina

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Jejum não necessário.

Coleta:

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico do hipotireoidismo primário. O TSH é um hormônio glicoprotéico, secretado pelas células tireotróficas do lóbulo anterior da glândula pituitária, que estimula a tiróide a liberar T3 e T4, sendo controlado pelos níveis séricos destes últimos e pelo TRH hipotalâmico. Com o emprego dos ensaios ultra-sensíveis que chegam a níveis de sensibilidade de 0,01mU/L, a dosagem de TSH teve sua utilidade ampliada. Pode ser considerado o melhor exame isolado para a investigação de hipotireoidismo e hipertireoidismo. Na maioria dos pacientes com hipotireoidismo primário, os resultados de TSH são marcadamente elevados (3 a 100 vezes o normal). Os resultados de um ensaio sensível para TSH que estão dentro dos intervalos de referência excluem a disfunção tireoidiana. No hipotireoidismo subclínico o TSH está elevado; o T4 livre, o T4 total e o T3 podem apresentar níveis normais. Nas mulheres com mais de 50 anos de idade a prevalência de hipotireoidismo subclínico é de 15 - 20%. Variáveis fisiológicas que alteram os níveis de TSH: gravidez, idade, ritmo circadiano. Em alguns momentos na gravidez, o HCG compete com o TSH (funcionando como TSH), passando a dirigir a tireóide. Não é incomum encontrar, no primeiro e segundo meses da gravidez, TSH suprimido e T4 livre elevado com HCG >100.000 unidades. Interferentes: dopamina -, corticóides -, carbamazepina -, triiodotironina -, amiodarona +, clomifene +, haloperidol +, fenotiazidas +, morfina +, propiltiuracil +, TRH.

 

Referência: 1ªsemana de vida : até 25,000 uUI/mL 2ªsemana a 11 meses : 0,800 a 6,300 uUI/mL 1 a 5 anos : 0,700 a 6,000 uUI/mL 6 a 10 anos : 0,600 a 5,400 uUI/mL 11 a 15 anos : 0,500 a 4,900 uUI/mL Adultos : 0,5 a 5,0 uUI/mL Limite de detecção : 0,004 uUI/ml

TSH – HORMÔNIO TIREOESTIMULANTE – Ultrasensivel

Código: TSH

Material: soro

Sinônimo: TSH, tireotropina , tireotrofina

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico do hipotireoidismo primário. O TSH é um hormônio glicoprotéico, secretado pelas células tireotróficas do lóbulo anterior da glândula pituitária, que estimula a tiróide a liberar T3 e T4, sendo controlado pelos níveis séricos destes últimos e pelo TRH hipotalâmico. Com o emprego dos ensaios ultra-sensíveis que chegam a níveis de sensibilidade de 0,01mU/L, a dosagem de TSH teve sua utilidade ampliada. Pode ser considerado o melhor exame isolado para a investigação de hipotireoidismo e hipertireoidismo. Na maioria dos pacientes com hipotireoidismo primário, os resultados de TSH são marcadamente elevados (3 a 100 vezes o normal). Os resultados de um ensaio sensível para TSH que estão dentro dos intervalos de referência excluem a disfunção tireoidiana. No hipotireoidismo subclínico o TSH está elevado; o T4 livre, o T4 total e o T3 podem apresentar níveis normais. Nas mulheres com mais de 50 anos de idade a prevalência de hipotireoidismo subclínico é de 15 - 20%. Variáveis fisiológicas que alteram os níveis de TSH: gravidez, idade, ritmo circadiano. Em alguns momentos na gravidez, o HCG compete com o TSH (funcionando como TSH), passando a dirigir a tireóide. Não é incomum encontrar, no primeiro e segundo meses da gravidez, TSH suprimido e T4 livre elevado com HCG >100.000 unidades. Interferentes: dopamina -, corticóides -, carbamazepina -, triiodotironina -, amiodarona +, clomifene +, haloperidol +, fenotiazidas +, morfina +, propiltiuracil +, TRH.

 

Referência: 1ªsemana de vida : até 25,000 uUI/mL 2ªsemana a 11 meses : 0,800 a 6,300 uUI/mL 1 a 5 anos : 0,700 a 6,000 uUI/mL 6 a 10 anos : 0,600 a 5,400 uUI/mL 11 a 15 anos : 0,500 a 4,900 uUI/mL Adultos : 0,500 a 5,000 uUI/mL Limite de detecção : 0,008 uUI/ml

TSH – NEONATAL

Código: TSHN

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: 1 gota de sangue em papel filtro - Schleicher & Sc

Método: Imunofluorimétrico

Volume Lab: 1 gota de sangue em papel filtro - Schleicher & Schuell

Rotina: 2ª e 5ª feira

Resultado: 5 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher uma gota de sangue em papel filtro (Schleicher & Schuell) vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Enviar refrigerado.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico precoce do hipotireoidismo congênito. Ver Caderno Especial - Teste do Pezinho. Estima-se que o hipotireoidismo neonatal ocorra em cerca de um em cada 3.500 a 4.000 nascimentos. O tratamento do hipotireoidismo no primeiro mês de vida elimina o desenvolvimento do retardo mental no paciente. Se o TSH estiver elevado, complementa-se o diagnóstico com T4 livre. Ocasionalmente são observados resultados falso - positivos em prematuros ou crianças severamente estressadas.

 

Referência: Até 7 dias: Inferior a 15 uUI/mL Após 7 dias: Inferior a 10 uUI/mL

Unidades 

E-mail

logo qr code.png
whaTAS.png

WhatsApp

Tel.: (21) 2507-2440

Mais do que uma ampla rede de atendimento,o LABORATÓRIO BIOMÉDICO oferece um completo portfólio de exames: Análises Clínicas, Anatomia Patológica, Biologia Molecular, Genética e Citologia.o. É fácil.

Atualmente atendemos convênios com as seguintes operadoras de saúde: