
VANÁDIO
Código: VANA
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 4,0 mL
Método: ICP - MS
Volume Lab: 4,0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 27 dias
Temperatura: Congelado
Coleta: Coletar soro
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: avaliação do grau de exposição ao vanádio. A toxicidade pelo vanádio em humanos está quase sempre associada a processos industriais. Os efeitos da toxicidade pelo vanádio incluem irritação das mucosas dos olhos, nariz, garganta e trato respiratório.
Referência: < 10 mcg/L
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VANCOMICINA – Dosagem
Código: VANCO
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 2.0 mL
Método: Imunoensaio de Fluorescência Polarizada (FPIA)
Volume Lab: 2.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 48 horas
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Juntamente com o material, enviar informações como : * Data da coleta * Horário da coleta * Data da última dose administrada * Horário da última dose administrada.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Referência: Novos valores de referência a partir de 21/09/2011: Basal (antes da próxima dose): 5 a 10 mcg/mL Nível Tóxico: > 30 mcg/mL Pico (Após 30 minutos): 30 a 40 mcg/mL Nível Tóxico: > 70 mcg/mL Valores de referência antigo: Níveis durante o vale : 5,0 a 10,0 ug/mL Níveis terapeuticos : 15,0 a 20,0 ug/mL Níveis tóxicos : > 80,0 ug/mL
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VARICELA ZOSTER – Anticorpos IgG
Código: VARICG
Material: soro
Sinônimo: Herpes zoster, catapora
Volume: 1.0 mL
Método: Quimioluminescência
Volume Lab: 1.0 mL
Rotina: 3ª e 5ª feira
Resultado: 4 dias
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Caso o exame não for realizado no momento, congelar a amostra. Lipemia interfere. Jejum obrigatório.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster são duas manifestações clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster é essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). A varicela geralmente acontece em crianças, sendo caracterizada por febre e exantema generalizado. Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecção apresentar complicações incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente.
Referência: Não reagente
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VARICELA ZOSTER – Anticorpos IgG e IgM
Código: VARIC
Material: soro
Sinônimo: Herpes zoster, catapora
Volume: 1.0 mL
Método: Quimioluminescência
Volume Lab: 1.0 mL
Rotina: 3ª e 5ª feira
Resultado: 4 dias
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Caso o exame não for realizado no momento, congelar a amostra. Lipemia interfere. Jejum obrigatório.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster são duas manifestações clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster é essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). A varicela geralmente acontece em crianças, sendo caracterizada por febre e exantema generalizado. Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecção apresentar complicações incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente.
Referência: Não reagente
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VARICELA ZOSTER – Anticorpos IgG e IgM, liquor
Código: VARIC_LIQ
Material: L.C.R. - Líquor
Sinônimo: Herpes zoster, catapora
Volume: 1.0 mL
Método: Quimioluminescência
Volume Lab: 1.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 4 dias
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Médico assistente
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster são duas manifestações clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster é essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). A varicela geralmente acontece em crianças, sendo caracterizada por febre e exantema generalizado. Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecção apresentar complicações incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente.
Referência: Não Reagente
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VARICELA ZOSTER – Anticorpos IgM
Código: VARICM
Material: soro
Sinônimo: Herpes zoster, catapora
Volume: 1.0 mL
Método: Quimioluminescência
Volume Lab: 1.0 mL
Rotina: 3ª e 5ª feira
Resultado: 4 dias
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Caso o exame não for realizado no momento, congelar a amostra. Lipemia interfere. Jejum obrigatório.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster são duas manifestações clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster é essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). A varicela geralmente acontece em crianças, sendo caracterizada por febre e exantema generalizado. Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecção apresentar complicações incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecção recente.
Referência: Não reagente
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VASOPRESSINA – (Hormônio Antidiurético – ADH
Código: VAS
Material: plasma com EDTA
Sinônimo: Hormonio anti-diurético, ADH
Volume: 4.0 mL
Método: Hormonio anti-diurético, ADH
Volume Lab: 4.0 mL
Rotina: 3ª feira
Resultado: 4 dias
Temperatura: Congelar
Coleta: Coletar em tubo com EDTA, separar o plasma e congelar rapidamente.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
conhecida como hormônio antidiurético (ADH), possui duas funções fisiológicas importantes. Ela possui efeitos vasopressores (mediados pela contração dos músculos lisos arteriais) e antidiuréticos (mediados pela promoção da reabsorção renal de água pelos ductos coletores corticais). Valores aumentados: porfiria intermitente aguda, síndrome de Guillain Barré, tumor cerebral (primário ou metastático), pneumonia, tuberculose pulmonar, meningite tuberculosa, diabetes insipidus nefrogênica. Valores diminuídos: polidipsia psicogênica, síndrome nefrótica, diabetes insipidus central. Interferentes: fenotiazinas +, alopurinol +, barbituratos +, carbolitium -, fenitoína -.
Referência: Hormonio antidiuretico - ADH Até 6,7 pg/mL Osmolaridade Neonatal : > 266,0 mOsm/Kg 1 mês a 60 anos : 275,0 a 295,0 mOsm/Kg > 60 anos : 280,0 a 301,0 mOsm/Kg
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VASOPRESSINA – ADH – URINÁRIO – 24 h
Código: VASU
Material: urina 24 horas
Sinônimo: Hormonio anti-diurético, ADH
Volume: 4,0 mL
Método: Radioimunoensaio
Volume Lab: 4,0 mL
Rotina: 3ª feira
Resultado: 4 dias
Temperatura: Congelar
Coleta: Não há necessidade de conservante. Enviar uma aliquota de 80,0 mL junto com a informação de volume total.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: diagnóstico diferencial de diabetes insipidus. A vasopressina, também conhecida como hormônio antidiurético (ADH), possui duas funções fisiológicas importantes. Ela possui efeitos vasopressores (mediados pela contração dos músculos lisos arteriais) e antidiuréticos (mediados pela promoção da reabsorção renal de água pelos ductos coletores corticais). Valores aumentados: porfiria intermitente aguda, síndrome de Guillain Barré, tumor cerebral (primário ou metastático), pneumonia, tuberculose pulmonar, meningite tuberculosa, diabetes insipidus nefrogênica. Valores diminuídos: polidipsia psicogênica, síndrome nefrótica, diabetes insipidus central. Interferentes: fenotiazinas +, alopurinol +, barbituratos +, carbolitium -, fenitoína -.
Referência: Hormonio antidiuretico - ADH Até 6,7 pg/mL Atenção: Novos valores de Referência a partir de 07/12/2009 De 35,0 a 75,0 pmol/24 h. Osmolaridade Recem-nascidos (0 a 30 dias): 50 a 645 mOsmol/Kg Adultos e Crianças (24h) : 50 a 1200 mOsmol/Kg Amostra isolada(randomica) : 50 a 1400 mOsmol/Kg Após restrição hídrica(12h) : > 850 mOsmol/Kg
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VDRL – Líquor
Código: LVDRL
Material: liquor
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Método: Reação de floculação com antígeno não treponêmico
Volume Lab: 1.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 48 horas
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Médico assistente.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação: Ver VDRL - Lues.
Referência: Não reagente Consideração : Em caso de resultado Reagente, este deve ser confirmado com testes treponêmicos.
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VDRL – Lues
Código: VDRL
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Método: Imunoensaio Quimioluminescente de Micropartículas (CMIA)
Volume Lab: 1.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 4 dias
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Jejum de 4 horas. Se o exame não for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra. Lipemia pode atuar como interferente.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: diagnóstico e acompanhamento da terapêutica em pacientes com sífilis. São obtidos títulos elevados (>1/32) nas fases primárias ou secundárias da doença, tendendo a se normalizar após o tratamento. Títulos baixos (1/1, 1/4) podem permanecer após o tratamento, caracterizando uma cicatriz sorológica. No líquor, um resultado VDRL reagente quase sempre indica uma infecção sifilítica passada ou presente no sistema nervoso central. Resultados positivos devem ser interpretados com cautela, visto que resultados falso-positivos podem ser observados em outras patologias (ex: doenças autoimunes) e em algumas condições fisiológicas (ex. gravidez). Esta condição é mais rara quando se utilizam testes treponêmicos.
Referência: Não reagente A partir de 30/06/2008, o algoritmo para diagnós- tico de Sífilis foi modificado. Todas as amostras serão triadas pelo método Imunoensaio Quimiolumi- nescente de Micropartículas (CMIA). Este ensaio é treponêmico, totalmente automatizado e apresenta uma sensibilidade e especificidade superior a 99%. Informamos que os testes não treponêmicos serão realizados apenas nas amostras reativas no teste de triagem, pelo método de floculação.
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VHS – VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO
Código: VHS
Material: Sangue total com EDTA
Sinônimo: VHS
Volume: 5.0 mL
Método: Automatizado
Volume Lab: 5.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 48 horas
Temperatura: Ambiente
Coleta: O teste deve ser iniciado imediatamente após a coleta.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: avaliação e controle de processos inflamatórios e neoplásicos. A velocidade de hemossedimentação (VHS) é diretamente proporcional ao peso agregado celular, e inversamente proporcional à área da superfície. Os micrócitos sedimentam com maior lentidão que os macrócitos, que possuem menores relações entre área da superfície/volume celular. A VHS tem três estágios. Nos primeiros 10 minutos ocorre pouca sedimentação (vão se formando os rouleaux). Durante cerca de 40 minutos ocorre a sedimentação (numa velocidade constante), diminuindo nos 10 minutos finais (as células se comprimem no fundo do tubo de ensaio). É a medida da velocidade de separação entre as hemácias e o plasma, que por ser menos denso, favorece a sedimentação dos glóbulos pela ação da gravidade. A presença de fatores plasmáticos ou eritrocitários pode alterar a velocidade de hemossedimentação (estes fatores afetam direta ou indiretamente o grau de empilhamento dos eritrócitos). O VHS é um dos testes laboratoriais mais antigos ainda em uso. Sua utilidade vem decrescendo, à medida que foram sendo desenvolvidos métodos mais específicos de avaliação das doenças. É um teste sensível, porém pouco específico. A VHS tem pouca valia na triagem de pacientes assintomáticos para estados de doença; habitualmente a história e o exame físico irão colocar em evidência a causa de VHS elevada. Valores aumentados: doença inflamatória ativa (ex: artrite reumatóide), infecções crônicas, doença do colágeno, doença neoplásica.
Referência: 1a Hora : até 8 mm
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VIRUS RESPIRATÓRIOS
Código: VRESPI
Material: lavado nasofaringeano
Sinônimo: Pesq. adenovirus, virus respiratorios, sincicial
Volume: Variável
Método: Imunofluorescência direta
Volume Lab: Variável
Rotina: Diária
Resultado: 17 dias
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Secreção de nasofaringe obtida através de lavado + swab OU aspirado + swab. Caso o médico solicite coleta de orofaringe, será feita dos dois locais (oro e nasofaringe).
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Referência: Negativo Pesquisa rápida de vírus respiratórios. NOTA: Este teste inclui pesquisa para adenovírus, vírus respiratório sincicial, influenzavirus A e B, parainfluenzavirus 1,2 e 3.
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VIRUS SINCICIAL RESPIRATÓRIO – Anticorpos IgG
Código: SINCI
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Método: Imunofluorescencia Indireta
Volume Lab: 1.0 mL
Rotina: 4a feira
Resultado: 17 dias
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro, refrigerar e enviar.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: Diagnóstico da infecção respiratória pelo virus Sincicial Respiratório. Agente etiológico de infecções respiratórias em crianças menores que 2 anos.
Referência: Não reagente
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VIRUS SINCICIAL RESPIRATÓRIO – ANTÍGENO
Código: VSR
Material: lavado nasofaringeano
Sinônimo: Pesquisa do antígeno
Volume: Variável
Método: Imunofluorescência direta
Volume Lab: Variável
Rotina: Diária
Resultado: 17 dias
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Esse exame é realizado nos seguintes materiais: -- Aspirado de nasofaringe (colher preferencialmente este tipo de material) -- Lavado nasofaringe + swab de nasofaringe (pede-se para colher os dois materiais, para garantir a obtenção de uma amostra rica em células) -- Lavado Broncoalveolar -- Aspirado Traqueal Lavado de nasofaringe: - Utilizar uma seringa estéril de 5 mL, aspirar 5 mL de solução salina (SF 0,9%), instilar 2,5 mL de salina estéril em uma das narinas, mantendo a outra tampada; repetir o procedimento na outra narina com 2,5 mL de salina estéril e aspirar rapidamente, para obter o fluido; - Em crianças menores de 1 ano, aspirar na seringa de 5 mL apenas 1,0 mL de solução salina, instilando a solução em apenas uma das narinas e aspirar rapidamente, para obter o fluido; - Tampar e identificar a seringa; Encaminhar as amostras o mais rápido possível ao laboratório
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
- O exame é útil para o diagnóstico da infecção respiratória causada pelo vírus sincicial respiratório, o principal agente etiológico de infecções respiratórias baixas em crianças com menos de 2 anos (traqueobronquite, bronquite, bronquiolite e pneumonite).
Referência: Negativo
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VITAMINA A
Código: VITAA
Material: soro cong ambar
Sinônimo: Retinol
Volume: 2.0 mL
Método: Cromatografia Líquida de Alto Desempenho (HPLC)
Volume Lab: 2.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 17 dias
Temperatura: Congelado
Coleta: Separar o plasma ou soro e enviar a amostra congelada e ao abrigo da luz ao laboratório. Quando congelada a amostra tem estabilidade de até 2 meses.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: avaliação de deficiência de vitamina A. A vitamina A apresenta-se em 3 formas biológicas, tendo cada uma diferente atividade biológica. O precursor maior das formas é o beta caroteno, pigmento amarelo encontrado em cenouras e outros vegetais, os chamados carotenóides. O nível de vitamina A (retinol) no soro é um reflexo da quantidade de vitamina A e carotenos ingeridos e absorvidos. Em crianças, a carência de vitamina A leva a distúrbios de crescimento, alterações esqueléticas, alteração da mucosa intestinal, xeroftalmia e maior propensão para infecções respiratórias. Em adultos, a deficiência de visão noturna é o sintoma mais comum. Excessos de vitamina A podem ser tóxicos. Valores diminuídos: hipotireoidismo, doenças pancreáticas, tuberculose disseminada, síndrome carcinóide, má nutrição. Interferentes: álcool +, anticoncepcionais +, alopurinol -, óleo mineral -, neomicina -.
Referência: Valores de referência antigos: 1 a 6 anos: 20 - 43 ug/dL 7 a 12 anos: 26 - 49 ug/dL 13 a 19 anos:26 - 72 ug/dL Adultos: 30 - 80 ug/dL Novos valores de referência e unidade a partir de 07/11/11: 1 a 6 anos: 0,2 - 0,4 mg/L 7 a 12 anos: 0,3 - 0,5 mg/L maiores de 13 anos e adultos: 0,3 - 0,7 mg/L
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VITAMINA B12
Código: B12
Material: soro ref ambar
Sinônimo: Cianocobalamina
Volume: 1.0 mL
Método: Quimioluminescência
Volume Lab: 1.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 48 horas
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Jejum não obrigatório. Não ingerir álcool 24h antes do exame. Paciente não deve fazer uso de antagonistas do ácido fólico, methotrexane, aminoglicosídeos. Enviar amostra refrigerada em tubo âmbar.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: avaliação da deficiência de vitamina B12. A vitamina B12 (cobalamina) tem um peso molecular de 1355 daltons. É a única vitamina sintetizada exclusivamente por microorganismos, sendo estocada primariamente no fígado sob a forma de adenosilcobalamina. É importante na hematopoiese e função neuronal. Valores aumentados: insuficiência renal crônica, diabetes, insuficiência cardíaca grave, leucemias, alguns carcinomas, doenças no fígado. Valores diminuídos: deficiência de vitamina B12, síndromes de má absorção, dieta vegetariana, desordens congênitas, deficiência de ferro, deficiência de folato (ácido fólico).
Referência: 180,0 a 900,0 pg/mL
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VITAMINA B12 – Com diluição
Código: B12D
Material: soro ref ambar
Sinônimo: Cianocobalamina
Volume: 1.0 mL
Método: Quimioluminescência
Volume Lab: 1.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 48 horas
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Jejum não obrigatório. Não ingerir álcool 24h antes do exame. Paciente não deve fazer uso de antagonistas do ácido fólico, methotrexane, aminoglicosídeos. Enviar amostra refrigerada em tubo âmbar.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: avaliação da deficiência de vitamina B12. A vitamina B12 (cobalamina) tem um peso molecular de 1355 daltons. É a única vitamina sintetizada exclusivamente por microorganismos, sendo estocada primariamente no fígado sob a forma de adenosilcobalamina. É importante na hematopoiese e função neuronal. Valores aumentados: insuficiência renal crônica, diabetes, insuficiência cardíaca grave, leucemias, alguns carcinomas, doenças no fígado. Valores diminuídos: deficiência de vitamina B12, síndromes de má absorção, dieta vegetariana, desordens congênitas, deficiência de ferro, deficiência de folato (ácido fólico).
Referência: 180,0 a 900,0 pg/mL
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VITAMINA B2
Código: VITB2
Material: soro cong ambar
Sinônimo: B2, Riboflavina
Volume: 2.0 mL
Método: Cromatografia Liquida da alta performance - HPLC
Volume Lab: 2.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 17 dias
Temperatura: Congelado
Coleta: Coletar soro. Pode ser encaminhado plasma com heparina. Até 1 ano de idade, jejum mínimo necessário de 3 horas. De 1 a 5 anos de idade, jejum mínimo necessário de 6 horas. - Envo
VITAMINA B6
Código: VITA6
Material: soro cong ambar
Sinônimo: Piridoxina
Volume: 2.0 mL
Método: Cromatografia Líquida de Alto Desempenho (HPLC)
Volume Lab: 2.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 17 dias
Temperatura: Congelado
Coleta: Separar o plasma ou soro e enviar a amostra ao laboratório congelada e protegida da luz.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
A determinação da vitamina B6, ou piridoxina, é útil no diagnóstico de deficiência dessa vitamina, que pode ser decorrente de alcoolismo crônico, desnutrição, anemia, má absorção ou uso de certos medicamentos, como a isoniazida. A condição pode ocasionar queimação oral e neuropatias periféricas, tipo síndromes do túnel do carpo e do túnel do tarso. A vitamina B6 é um co-fator essencial para diversas enzimas, entre as quais a glicogênio fosforilase e diversas transaminases e descarboxilases de aminoácidos.
Referência: Crianças 2 a 17 anos : 12,0 a 141,0 nmol/L Homens : 28,0 a 210,0 nmol/L Mulheres : 8,0 a 105,0 nmol/L ATENÇÃO: Novos valores de referência e unidade a partir de 07/11/11: 3,6 - 18,0 ug/L
lver o tubo em papel alumínio para proteger da luz.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Referência: 125 a 300 ng/mL
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VITAMINA C
Código: VITAC
Material: soro cong ambar
Sinônimo: Ácido ascórbico
Volume: 3.0 mL
Método:
Volume Lab: 3.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 17 dias
Temperatura: Congelado
Coleta: Coletar e enviar soro ou plasma com heparina de lítio CONGELADO. Outras formas de coleta podem diminuir a estabilidade da vitamina C. NÃO COLETAR A AMOSTRA EMPREGANDO EDTA COMO ANTICOAGULANTE. Para reduzir a oxidação da vitamina C, a amostra deve ser centrifugada assim que possível e deve ser enviada ao laboratório congelada e protegida da luz.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: avaliação de deficiência de vitamina C. O ácido ascórbico (vitamina C) é um cofator enzimático necessário para a formação de colágeno e outras proteínas do tecido conjuntivo. Também facilita a absorção de ferro dietético, estando envolvido em várias outras vias do metabolismo. Valores aumentados: nefrolitíase (oxalato de cálcio), uricosúria, aumento da absorção de ferro. Valores diminuídos: escorbuto, anemia hipocrômica, deficiência de folato, anemias, gravidez, alcoolismo, hipertireoidismo, doença reumática, câncer. Interferentes: aspirina +, corticotropina +, estrógenos -, anticoncepcionais -.
Referência: Valores de referência antigos: 2,0 a 40,0 mg/L ATENÇÃO: Novos valores de referência a partir de 07/11/11: 4,6 a 15,0 mg/L
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VITAMINA D – 1,25 DIHIDROXI
Código: VITAD
Material: soro ref ambar
Sinônimo: Calcitriol,1,25-dihidroxicolecalciferol
Volume: 2.0 mL
Método: HPLC
Volume Lab: 2.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 5 dias
Temperatura: Sob Refrigeração
Coleta: Este exame não necessita de preparo.Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro, refrigerar e enviar em tubo âmbar.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: Auxiliar no diagnóstico de hiperparatiroidismo primário, hipoparatiroidismo, pseudoparatiroidismo, Os níveis de 1,25 dihidroxi vitamina D está aumentada na sarcoidose e hiperparatiroidismo. Pode também estar elevada nos casos de hipercalcemia associada com linfoma.
Referência: 18,0 a 78,0 pg/mL
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VITAMINA D – 25 HIDROXI
Código: VIT25
Material: soro ref ambar
Sinônimo: Vitamina D Total, vit D3 + D2, metabolito é 25 OHD
Volume: 2.0 mL
Método: Eletroquimioluminescência
Volume Lab: 2.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 48 horas
Temperatura: Refrigerado
Coleta: Este exame não necessita de preparo .Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro o mais rápido possível , refrigerar e enviar em tubo âmbar.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: Os níveis séricos de 25OH-vitamina D3 estão diretamente relacionados à mineralização óssea. Quando os valores estão inferiores a 30ng/mL, há uma diminuição de absorção de cálcio e aumento de valores de paratormônio (PTH). Recentemente tem sido observado que a vitamina D apresenta interferência em outros mecanismos corporais além daqueles relacionados ao osso. Assim, tem sido observadas algumas formas de câncer e diabetes associados à deficiência de vitamina D (Holick 266-81;Holick 361-68;Hollis 489-94). Ao avaliar estes mecanismos relacionados às patologias associadas, observaram-se variações nos valores de referência dos níveis de vitamina D. Estas diferenças têm levado a discussão entre os especialistas de quais seriam os reais valores normais de vitamina D. No último evento Vitamin D Summit Meeting (novembro 7-8,2009, Paris,France), houve um consenso em diversos assuntos relacionados a vit D, especificamente o valor de referência ficou recomendado em 30 a 100 ng/mL. A Vitamina D3 (Colecalciferol) e D2 (Ergocalciferol) são as formas mais abundantes de Vitamina D existentes no organismo. A vitamina D3 é sintetizada na pele a partir do 7-desidrocolesterol em resposta a luz solar. As melhores fontes de nutrição da D3 são os peixes gordos como salmão e a cavala. As fontes de nutrição da vitamina D2 provêm de alguns vegetais, leveduras e cogumelos. A dieta vegetariana é abundante em vitamina D2. A vitamina D (D3, D2 e metabólitos) é convertida em 25 OH D no figado. A medida da concentração de 25-OH D no soro é o melhor indicador do estado nutricional da vitamina D.
Referência: Atenção novos valores de referência a partir de 15/09/2011, e nova metodologia a partir de 08/12/2011: Deficiência: até 20 ng/mL Insuficiência: de 21 a 29 ng/mL Suficiência: de 30 a 100 ng/mL Nova medotologia: Eletroquimioluminescência NOTA: Valores de 25 hidroxi-vitamina D de 30 a 100 ng/mL são considerados suficientes por terem apresentado melhor correlação com a absorção de cálcio, densidade mineral óssea e níveis de PTH. Valores inferiores a 30 ng/mL podem ser indica- tivos de insuficiência ou deficiência, devendo ser correlacionados com a clínica e com os demais exames laboratoriais de avaliação do metabolismo do cálcio. Valores de referência e metodologia antigos: Insuficiência:
10,0 a 30,0 Deficiência : Inferior a 10,0 Suficiência : 30,0 a 100,0 Toxicidade : Superior a 100,0 Medotologia: Quimioluminescência
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VITAMINA E
Código: VITAE
Material: soro cong ambar
Sinônimo: tocoferol
Volume: 2.0 mL
Método: Cromatografia Líquida de Alto Desempenho (HPLC)
Volume Lab: 2.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 17 dias
Temperatura: Congelado
Coleta: Soro ou plasma com EDTA separado e congelado e enviar a amostra ao abrigo da luz ao laboratório. Quando congelada a amostra tem estabilidade de até 2 meses.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Uso: avaliação de deficiência de vitamina E. A vitamina E (alfa tocoferol) é uma vitamina lipossolúvel que atua como antioxidante, prevenindo danos à membrana celular por radicais livres. O teste é usado também para pacientes com colestase crônica, em nutrição parenteral prolongada, com doença maligna (em especial aqueles com by pass intestinal cirúrgico) e naqueles com síndromes de má absorção (fibrose cística, pancreatite crônica, carcinoma pancreático). Alguns estudos referem que a vitamina E pode reduzir o risco de doença coronariana. Quando os níveis de vitamina E estão diminuídos é importante fazer uma avaliação dos lipídios. Valores diminuídos: hiper agregação plaquetária, hemólise. Interferentes: anticonvulsivantes (carbamazepina, fenobarbital, fenitoína) -.
Referência: Prematuros: 0,25 - 0,37 mg/dL 1 a 12 anos: 0,3 - 0,9 mg/dL 13 a 19 anos: 0,6 - 1,0 mg/dL Adultos: 0,5 - 1,8 mg/dL ATENÇÃO: Novos valores de referência e unidade de medida a partir de 07/11/11: Prematuros: 2,5 - 3,7 mg/L 1 a 12 anos: 3,0 - 9,0 mg/L 13 a 19 anos: 6,0 - 10,0 mg/L adultos: 5,0 - 20,0 mg/L
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VITAMINA H (Biotina)
Código: VITAH
Material: soro cong ambar
Sinônimo: Biotina
Volume: 3.0 mL
Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC
Volume Lab: 3.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 17 dias úteis
Temperatura: Congelado
Coleta: Jejum obrigatório. Não ingerir álcool 24 horas antes da coleta do material. Enviar soro refrigerado e protegido da luz.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
Referência: Deficiência de Vitamina H: < 100 ng/L Estado Aceitável : 100 a 200 ng/L Pessoas Normais : > ou = 200 ng/L
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VITAMINA K
Código: VITAK
Material: soro cong ambar
Sinônimo: filoquinona, fitonadiona
Volume: 3.0 mL
Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC
Volume Lab: 3.0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 17 dias
Temperatura: Congelado
Coleta: Jejum obrigatório. Até 1 ano de idade, jejum mínimo necessário de 3 horas. De 1 a 5 anos de idade, jejum mínimo necessário de 6 horas. Acima de 5 de idade, jejum mínimo necessário de 12 horas. Não ingerir álcool 24 horas antes da coleta do material. - Envolver o tubo em papel alumínio para proteger da luz.
Código SUS:
Código CBHPM:
Interpretação:
- Este teste é indicado para a investigação de deficiência de vitamina K. Por se tratar de uma substância lipossolúvel, sua absorção depende da emulsificação das gorduras no trato digestivo. Várias situações podem ser acompanhadas de carência de vitamina K, tais como má absorção intestinal de gorduras, bloqueio do fluxo biliar, vigência de antibioticoterapia e período neonatal.
Referência: 0,09 a 2,22 ng/mL