SANGUE OCULTO – Pesquisa

Código: F4

Material: fezes

Sinônimo: Sangue oculto nas fezes

Volume: Variável

Método: Benzidina

Volume Lab: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 4 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Dieta recomendada para dois dias antes e durante o período de teste: Não comer : carne crua, nabos,rabanetes Não ingerir medicamentos com que contenham acido acetil salicílico , vitamina C, salicilatos, esteróides, ferro. Comer pequenas quantidades de carne de frango, enlatados, amendoim, farelos de cereais (trigo aveia etc.) Comer à vontade: vegetais (cru e cozidos), alface, espinafre ou milho, frutas: ameixas, uvas, maçãs.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: auxílio ao diagnóstico de lesões da mucosa gastrointestinal. Causas mais freqüentes de sangramento das porções baixas do trato digestivo: colite, carcinoma de cólon, diverticulite. Causas de sangramento gastrointestinal superior: gastrite, câncer gástrico, úlcera péptica, varizes esofagianas. Interferentes (resultados falso-positivos): ácido acetilsalicílico, ácido ascórbico, salicilatos, esteróides, ferro, dieta inadequada (carnes).Uso: auxílio ao diagnóstico de lesões da mucosa gastrointestinal. Causas mais freqüentes de sangramento das porções baixas do trato digestivo: colite, carcinoma de cólon, diverticulite. Causas de sangramento gastrointestinal superior: gastrite, câncer gástrico, úlcera péptica, varizes esofagianas. Interferentes (resultados falso-positivos): ácido acetilsalicílico, ácido ascórbico, salicilatos, esteróides, ferro, dieta inadequada (carnes).

 

Referência: Negativa

SANGUE OCULTO – Pesquisa com anticorpos monoclonais

Código: SOCULTO

Material: fezes

Sinônimo: Sangue oculto nas fezes

Volume: Variável

Método: Imunocromatográfico

Volume Lab: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Não é necessário dieta especial, porém é importante não ingerir bebidas alcoolicas (excessivamente) , não utilizar medicamentos tais como aspirina e antiinflamatórios os 3 dias que antecedem a coleta da amostra.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso:Teste imunológico específico para hemoglobina humana. Auxílio ao diagnóstico de lesões da mucosa gastrointestinal. Causas mais freqüentes de sangramento das porções baixas do trato digestivo: colite, carcinoma de cólon, diverticulite. Causas de sangramento gastrointestinal superior: gastrite, câncer gástrico, úlcera péptica, varizes esofagianas.

 

Referência: Negativo : ausência de hemo

SARAMPO – Anticorpos IgG

Código: SARAG

Material: soro

Sinônimo: Sorologia para sarampo

Volume: 1.0 mL

Método: ELISA

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: 3ª feira

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário. Coletar soro.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Ver Sarampo - Anticorpos IgM.

 

Referência: Não reagente : < 0,900 Inconclusivo : > 0,901 e < 0,999 Reagente : > 1,000

SARAMPO – Anticorpos IgM

Código: SARAM

Material: soro

Sinônimo: Sorologia para sarampo

Volume: 1.0 mL

Método: ELISA

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: 3ª feira

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário. Coletar soro.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico diferencial de exantema virais; avaliação da eficácia da vacinação. O diagnóstico clínico de sarampo torna-se difícil em alguns casos. Algumas formas atípicas podem aparecer em indivíduos, que permanecem suscetíveis ao vírus do sarampo (por causa de insucesso da vacina ou devido a não imunização). Para o diagnóstico da infecção aguda, o exame mais indicado é a pesquisa de anticorpos IgM específicos. Aproximadamente 10 dias após o rush cutâneo e outros sintomas clínicos, os pacientes apresentam reação (anticorpos do tipo IgM) positiva, podendo persistir até 12 meses após a infecção (IgM residual). A distinção entre fase aguda recente e contaminação anterior pode ser feita observando-se os níveis (decréscimo) de anticorpos IgM. Através dos níveis de anticorpos IgG também é possível fazer o diagnóstico da infecção, obtendo-se duas coletas com intervalo de 7 dias e observando um aumento dos níveis de anticorpos maior que 50% entre as duas semanas, constatando a soroconversão.

 

Referência: Não reagente : < 0,900 Inconclusivo : > 0,901 e

SARCOPTES SCABIEI – Pesquisa

Código: ESCAB

Material: Raspado de pele

Sinônimo: Sarna

Volume: Variável

Método: Microscopia

Volume Lab: Variável

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Ambiente

Coleta: Fazer escamação da pele com auxílio de espátula e acondicionar o material em placa estéril.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico da sarna.

 

Referência: Negativa

SCHISTOSOMOSE IgG – Sorologia

Código: SHIST

Material: soro

Sinônimo: Esquistossomose, sorologia; Anticorpos Anti-Schist

Volume: 2.0 mL

Método: ELISA

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: 2ª 4ª 6 e feira

Resultado: 4 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de no mínimo 8 h ou conforme orientação médica. Caso o exame não for realizado no momento, refrigerar a amostra.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: exame complementar no diagnóstico de esquistosomose. A presença de ovos nas fezes e ou urina faz o diagnóstico , assim como a presença de ovos no intestino e bexiga através de biópsia . O diagnóstico sorológico é sensível e específico, mas não diferencia entre infecção recém adquirida e crônica, por múltiplas exposições e simplesmente é classificado como positivo ou negativo.

 

Referência: Não Reagente : < ou = a 0,90 Inconclusivo : 0,91 a 1,09 Reagente : > ou = a 1,10

SELÊNIO SÉRICO

Código: SEL

Material: soro - tubo trace

Sinônimo:

Volume: 2.0 mL

Método: Espectrometria de Absorção Atômica com Forno de Grafite

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: 6ª feira

Resultado: 16 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar soro.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: exposição industrial tóxica (pigmentos, equipamentos eletrônicos, semicondutores, fungicidas, fábricas de vidro). Valores diminuídos: nutrição parenteral, gravidez, cirrose hepática, cardiomiopatia.

 

Referência: Soro: de 46 a 143 ug/L. Atenção: Novos valores de referência a partir de 07/11/11: 20 a 190 ug/L

SEROTONINA

Código: SEROT

Material: soro

Sinônimo: 5 HT - 5-Hidroxitriptamina

Volume: 3,0 mL

Método: Cromatografia Líquida de Alto Desempenho (HPLC)

Volume Lab: 3,0 mL

Rotina: 2ª e 3ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar soro. Seguir as instruções a seguir : O paciente não deve ingerir, na véspera e no dia da coleta do exame, os seguintes Alimentos: café, chá, chocolate, mate, refrigerante, abacate, abacaxi, ameixa, banana, berinjela, pickles, kiwi, manga, nozes, tomate, alimentos aromatizados com baunilha e bebidas alcoólicas.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico de tumores carcinóides. 5-hidroxitriptamina ou serotonina (5-HT) é uma indolamina produto da hidroxilação e carboxilação do aminoácido L-Triptofano na seguinte seqüência bioquímica: L-Triptofano- L-50H Triptofano - 5-OHTriptamina ou Serotonina. O teste mais empregado habitualmente é o 5-hidróxi-indol-acético na urina. Quando os valores encontrados são limítrofes ou normais e há forte evidência de síndrome carcinóide, está indicada a dosagem da serotonina. O ácido 5-hidróxi-indol-acético é o maior metabólito da serotonina. Na síndrome carcinóide e em especial nos tumores carcinóides abdominais metastáticos , apresenta valor > 400 ng/ml. Pode também estar associado a Neoplasias Endócrinas Múltiplas, tipos I e II. Pequeno Aumento em algumas doenças como: Dumping Síndrome, Obstrução Intestinal Aguda, Fibrose cística, Infarto agudo do miocárdio, Spru não tropical. Diminuída : Depressão severa, Doença de Parkinson ,Síndrome de Down, fenilcetonúria não tratada, Interferentes : lítio,morfina, reserpina, imipramina, fenotiazida, metildopa, ACTH, levodopa, acetaminofen, inibidores da MAO. Bibliografia :Tagari PC, et al. Simplified determination of serotonin in plasma by liquid chromatography with electrical detection. Clin Chem; 30:131-135,1984.

 

Referência: 25,0 a 208,0 ng/mL Interferentes : aumentam a serotonina - acetaminofen, aminofilina, cafeína, diazepan, efedrina, fenobarbital, reserpina, fenacetin. Atenção: Novos valores de referência e unidade a partir de 07/11/11: 117,5 a 193,3 ug/L

SEROTONINA, METABOLITO NA URINA

Código: SEROTU

Material: urina 24 horas

Sinônimo: 5 HT

Volume: 20,0 mL

Método: Cromatografia Líquida de alto desempenho

Volume Lab: 20,0 mL

Rotina: 2ª, 4ª e 6ª feira

Resultado: 9 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar urina de 24 horas. Adicionar 30 mL 6N HCl para 1 litro ou 1 g/L boric acid (como preservativo). Não comer 72 horas antes da coleta das urinas :bananas, abacates, ameixas, tomates, abacaxis e nozes. Suspender (se possível) o uso de qualquer medicamento. Enviar uma alíquota de 20,0 mL e informar o volume urinário total.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico de tumores carcinóides. 5-hidroxitriptamina ou serotonina (5-HT) é uma indolamina produto da hidroxilação e carboxilação do aminoácido L-Triptofano na seguinte seqüência bioquímica: L-Triptofano- L-50H Triptofano - 5-OHTriptamina ou Serotonina. O teste mais empregado habitualmente é o 5-hidróxi-indol-acético na urina. Quando os valores encontrados são limítrofes ou normais e há forte evidência de síndrome carcinóide, está indicada a dosagem da serotonina. O ácido 5-hidróxi-indol-acético é o maior metabólito da serotonina. Na síndrome carcinóide e em especial nos tumores carcinóides abdominais metastáticos , apresenta valor > 400 ng/ml. Pode também estar associado a Neoplasias Endócrinas Múltiplas, tipos I e II. Pequeno Aumento em algumas doenças como: Dumping Síndrome, Obstrução Intestinal Aguda, Fibrose cística, Infarto agudo do miocárdio, Spru não tropical. Diminuída : Depressão severa, Doença de Parkinson ,Síndrome de Down, fenilcetonúria não tratada, Interferentes : lítio,morfina, reserpina, imipramina, fenotiazida, metildopa, ACTH, levodopa, acetaminofen, inibidores da MAO. Bibliografia :Tagari PC, et al. Simplified determination of serotonin in plasma by liquid chromatography with electrical detection. Clin Chem; 30:131-135,1984.

 

Referência: 0,7 a 8,2 mg/24 horas Interferentes : aumentam a serotonina - acetaminofen, aminofilina, cafeína, diazepan, efedrina, fenobarbital, reserpina , fenacetin.

SEXAGEM FETAL (AMOSTRA MATERNA)

Código: SEXA

Material: Plasma com PPT BD

Sinônimo:

Volume: 8,0 mL

Método: PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) em Tempo Real - Sistema TaqMan

Volume Lab: 8,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 7 dias úteis

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: IMPORTANTE: COLETA DEVERÁ SER FEITA A PARTIR DA 8 ª SEMANA DE GESTAÇÃO. Coletar 2 tubos de plasma PPT, enviar a amostra refrigerada, tempo máximo de transporte 48 horas. O material deve ser centrifugado logo após a coleta por 10 minutos a 1.100G e enviado refrigerado. Não coletar de pacientes que tenham recebido transfusões sanguíneas nos últimos 4 meses. Enviar em tubos com PPT sem manipulação, ou seja, tubo primario.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso :Sexagem fetal por amostra sanguinea materna Identificação de partes do cromossomo Y (DYS14) na circulação materna. Como apenas individuos do sexo masculino possuem esse cromossomo dentro de suas células, sua presença indica um menino e sua ausência uma menina. O teste pode ser realizado em qualquer fase da gravidez, a partir de 8 semanas. Métodos não invasivos para análise do sangue maternal na genética molecular tornou-se um importante campo de interesse para o diagnóstico pré-natal.

 

Referência: Índice de acerto do teste de determinação do sexo fetal pela análise molecular do plasma materno de acordo com o gênero apontado. Total Masc. Fem. Acertos FP* FN* Sensib. 302 143 159 298 00 04 97,2% Obs.: A sensibilidade do método é diretamente proporcional à idade gestacional. *FP : Falso Positivos *FN : Falso Negativos Referencia Referencia Clinical Chemistry (47) 10: 1856-1858 (2001) Observações : - Este exame não pode ser manuseado por pessoas do sexo masculino,pois pode alterar o resultado final da análise. - Em oito semanas de gestação a sensibilidade do método é de 90%. - Detecção do marcador DYS14 sugere feto do sexo masculino. - Não detecção do marcador DYS14 sugere feto do sexo feminino.

SIFILIS – Anticorpos IgG

Código: SIFIL

Material: soro

Sinônimo: SIFIL

Volume: 2.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: 3ª feira

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas. Se o exame não for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico e acompanhamento da terapêutica em pacientes com sífilis. Na maioria dos casos, a positividade permanece por toda a vida, embora alguns pacientes tornem-se não-reagentes com o passar dos anos. O teste utilizando reagentes para a evidenciação de IgM pode ser útil no diagnóstico mais precoce de sífilis congênita. Os títulos IgG tendem a desaparecer em até 8 meses após o nascimento (a persistência nos títulos após este período pode ser interpretada como sífilis congênita). Em alguns casos de uveíte sifilítica, é possível o encontro de FTA-Abs reagentes com VDRL não reagentes. É possível a presença de falso-positivos, especialmente em quadros de doença do colágeno. Se a terapia é instituída em tempo anterior a soroconversão (no tempo da lesão inicial do cancro), estes pacientes resultarão não reagentes. Resultados falso-positivos e inconclusivos podem ser observados em outras patologias (ex: doenças autoimunes).

 

Referência: Não reagente

SIFILIS – Anticorpos IgM

Código: SIFIM

Material: soro

Sinônimo: Sorologia

Volume: 2.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: 3ª feira

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum de 4 horas. Se o exame não for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico e acompanhamento da terapêutica em pacientes com sífilis. Na maioria dos casos, a positividade indica fase aguda da doença. O teste utilizando reagentes para a evidenciação de IgM pode ser útil no diagnóstico mais precoce de sífilis congênita. Os títulos IgG tendem a desaparecer em até 8 meses após o nascimento (a persistência nos títulos após este período pode ser interpretada como sífilis congênita). Em alguns casos de uveíte sifilítica, é possível o encontro de FTA-Abs reagentes com VDRL não reagentes. É possível a presença de falso-positivos, especialmente em quadros de doença do colágeno. Se a terapia é instituída em tempo anterior a soroconversão (no tempo da lesão inicial do cancro), estes pacientes resultarão não reagentes. Resultados falso-positivos e inconclusivos podem ser observados em outras patologias (ex: doenças autoimunes).

 

Referência: Não reagente

SÓDIO

Código: SODIO

Material: soro

Sinônimo: Natremia

Volume: 1.0 mL

Método: Eletrodo seletivo

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 24 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não obrigatório. Hemólise interfere no resultado, assim como medicamentos a base de corticosteróides, metildopa, bicarbonato de sódio e anti- hipertensivos

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação do equilíbrio hidro-eletrolítico. Valores aumentados: perda excessiva de água através da pele, pulmões e rins (diabetes insipidus, acidose diabética, síndrome de Cushing, coma, doença hipotalâmica). Valores diminuídos: diarréia, vômitos, abuso de diuréticos, pielonefrite crônica, acidose metabólica, acidose tubular renal, diurese osmótica, insuficiência adrenocortical primária e secundária. Interferentes: esteróides anabolizantes +, andrógenos +, carbenicilina +, clonidina +, corticosteróides +, estrógenos +, metildopa +, anticoncepcionais orais +, fenilbutazona +, reserpina +, bicarbonato de sódio +, aminoglicosídeos -, anfotericina B -, angiotensina -, captopril -, carbamazepina -, diuréticos -, manitol -, alopurinol -, agentes antiinflamatórios -, vasopressina -.

 

Referência: 135,0 a 144,0 mEq/L

SÓDIO URINÁRIO

Código: SODIA

Material: urina - amostra isolada

Sinônimo: Sódio urinário - amostra isolada

Volume: 20,0 mL

Método: Eletrodo seletivo

Volume Lab: 20,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar amostra isolada de urina.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Ver Sódio e Potássio Urinário - 24h.

 

Referência: NA

SÓDIO URINÁRIO – 24h

Código: SODIU

Material: urina 24 horas

Sinônimo: Na urinário

Volume: 20,0 mL

Método: Eletrodo seletivo

Volume Lab: 20,0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar urina de 24 horas. Enviar uma alíquota de 20,0 mL junto com a informação do volume total urinário.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Ver Sódio e Potássio Urinário - 24h.

 

Referência: 40,0 a 220,0 mEq/24h

SOMATOMEDINA C – IGF – 1

Código: SOMA

Material: soro

Sinônimo: SM - C (IGF-I)

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescêcia

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário. Coletar soro

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso:Diagnóstico de acromegalia, avaliação de hipopituitarismo e lesões hipotalâmicas em crianças, diagnóstico de Dwarfismo e resposta a terapia. Critéro de cura de acromegalia (retorno aos níveis normais) pós cirurgia(1). Avaliação de crianças com distúrbio de crescimento (diagnóstico de baixa estatura), juntamente com dosagens de GH e outras provas. Em pacientes com deficiência do hormônio de crescimento (nanismo hipofisário), seus valores encontram-se muito abaixo do normal. Em casos de baixa estatura podemos encontrar níveis baixos, nem sempre indicativos de hipossomatotrofismo. A somatomedina C é um índice sensível de nutrição de um indivíduo, o que deve ser levado em conta quando se utiliza sua dosagem para o diagnóstico da baixa estatura. Habitualmente usa-se a interpretação dos níveis de somatomedina C levando-se em consideração a idade óssea. A somatomedina C é um excelente marcador na acromegalia, tanto no diagnóstico como na monitoração terapêutica. Valores baixos confirmam a deficiência de GH. Níveis não detectáveis concomitantes com níveis elevados de GH são característicos da síndrome de Laron. 1.Arita K, Kurisu K, Tominaga A, Sugiyama K, Eguchi K.Slow Postoperative Decline in Blood Concentration of Insulin-like Growth Factor-1 (IGF-1) in Acromegalic Patients.Endocr J. 2005 Feb;52(1):125-30.

 

Referência: Unidade de Referência: ng/mL 15 dias a 1 ano : 55,0 a 327,0 2 anos : 51,0 a 303,0 3 anos : 49,0 a 289,0 4 anos : 49,0 a 283,0 5 anos : 50,0 a 286,0 6 anos : 52,0 a 297,0 7 anos : 57,0 a 316,0 8 anos : 64,0 a 345,0 9 anos : 74,0 a 388,0 10 anos: 88,0 a 452,0 11 anos : 111,0 a 551,0 12 anos: 143,0 a 693,0 13 anos : 183,0 a 850,0 14 anos: 220,0 a 972,0 15 anos : 237,0 a 996,0 16 anos: 226,0 a 903,0 17 anos : 193,0 a 731,0 18 anos: 163,0 a 584,0 19 anos : 141,0 a 483,0 20 anos: 127,0 a 424,0 21 a 25 anos : 116,0 a 358,0 26 a 30 anos : 117,0 a 329,0 31 a 35 anos : 115,0 a 307,0 36 a 40 anos : 109,0 a 284,0 41 a 45 anos : 101,0 a 267,0 46 a 50 anos : 94,0 a 252,0 51 a 55 anos : 87,0 a 238,0 56 a 60 anos : 81,0 a 225,0 61 a 65 anos : 75,0 a 212,0 66 a 70 anos : 69,0 a 200,0 71 a 75 anos : 64,0 a 188,0 76 a 80 anos : 59,0 a 177,0 81 a 85 anos : 55,0 a 166,0

SOMATOMEDINA C – IGF – 1 – Curva

Código: SOMACURVA

Material: soro

Sinônimo: SM - C (IGF-I)

Volume: 1.0 mL

Método: Quimioluminescência

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Jejum não necessário. Coletar soro.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação de crianças com distúrbio de crescimento (diagnóstico de baixa estatura), juntamente com dosagens de GH e outras provas. Em pacientes com deficiência do hormônio de crescimento (nanismo hipofisário), seus valores encontram-se muito abaixo do normal. Em casos de baixa estatura podemos encontrar níveis baixos, nem sempre indicativos de hipossomatotrofismo. A somatomedina C é um índice sensível de nutrição de um indivíduo, o que deve ser levado em conta quando se utiliza sua dosagem para o diagnóstico da baixa estatura. Habitualmente usa-se a interpretação dos níveis de somatomedina C levando-se em consideração a idade óssea. A somatomedina C é um excelente marcador na acromegalia, tanto no diagnóstico como na monitoração terapêutica. Valores baixos confirmam a deficiência de GH. Níveis não detectáveis concomitantes com níveis elevados de GH são característicos da síndrome de Laron. É também útil no diagnóstico e acompanhamento de pacientes com tumores produtores de GH (acromegalia). Alguns autores utilizam os níveis de IGF-1 como critério de cura.

 

Referência: Unidade de referência: ng/mL 15 dias a 1 ano: 55,0 a 327,0 2 anos : 51,0 a 303,0 3 anos: 49,0 a 289,0 4 anos : 49,0 a 283,0 5 anos: 50,0 a 286,0 6 anos : 52,0 a 297,0 7 anos: 57,0 a 316,0 8 anos : 64,0 a 345,0 9 anos: 74,0 a 388,0 10 anos: 88,0 a 452,0 11 anos: 111,0 a 551,0 12 anos: 143,0 a 693,0 13 anos: 183,0 a 850,0 14 anos: 220,0 a 972,0 15 anos: 237,0 a 996,0 16 anos: 226,0 a 903,0 17 anos: 193,0 a 731,0 18 anos: 163,0 a 584,0 19 anos: 141,0 a 483,0 20 anos: 127,0 a 424,0 21 a 25 anos: 116,0 a 358,0 26 a 30 anos: 117,0 a 329,0 31 a 35 anos: 115,0 a 307,0 36 a 40 anos: 109,0 a 284,0 41 a 45 anos: 101,0 a 267,0 46 a 50 anos: 94,0 a 252,0 51 a 55 anos: 87,0 a 238,0 56 a 60 anos: 81,0 a 225,0 61 a 65 anos: 75,0 a 212,0 66 a 70 anos: 69,0 a 200,0 71 a 75 anos: 64,0 a 188,0 76 a 80 anos: 59,0 a 177,0 81 a 85 anos: 55,0 a 166,0

SORO AMILOIDE A

Código: SOROAMIL

Material: soro

Sinônimo:

Volume: 1.0 mL

Método: Nefelometria

Volume Lab: 1.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar sangue total sem anticoagulante, separar o soro

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: Soro amilóide A (SAA) é uma proteína da fase aguda. Como resposta a processos inflamatórios, tanto infecciosos como não infecciosos, a concentração de SAA no soro sobe dentro de pouco tempo( 6 a 8 horas) , numa proporção múltipla de concentração normal ( até 1000 vezes mais). Uma curta meia-vida, a baixa concentração basal com uma mínima variância inter-individual e a clearance não dependendente dos rins contribuem para a sensibilidade especial de SAA já a mínimas alterações do processo clínico. Valores aumentados de SAA encontram-se nas enfermidades a seguir mencionadas e em que a grandeza da concentração de SAA depende da dimensão da reação inflamatória que lhe é subjacente: Infecções bacterianas e virais induzem uma subida por vezes dramática da síntese de SAA. Se a infecção se atenua ou uma terapêutica anti-infecção dá bons resultados, isso logo se manifesta numa rápida descida da concentração de SAA.

 

Referência: Até 6,4 mg/L

Sp-100/PML – Autoanticorpos

Código: SP100

Material: soro

Sinônimo: Anticorpos anti Profilagrina

Volume: 2.0 mL

Método: Imunofluorescência Indireta

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: Diária

Resultado: 17 dias

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar sangue total sem anticoagulante, separar o soro e refrigerar.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

 Os anticorpos anti-Sp-100/PML são considerados marcadores de cirrose biliar primária (CBP) com especificidade de 97% e sensibilidade de 30%. Esses anticorpos podem ser identificados com precisão por ensaio de ELISA e immunoblot. A técnica de imunofluorescência indireta com marcação dupla (IFD), empregada no presente teste, não permite diferenciar anticorpos contra Sp-100 dos anticorpos anti-PML. Ambos podem preceder em anos o aparecimento da doença. Como o diagnóstico da CBP está baseado em critérios clínicos, histológicos e imunológicos a pesquisa deste auto-anticorpo torna-se importante não apenas por evidenciar a presença de um marcador sorológico, mas também por permitir o início de tratamento precoce da CBP naqueles pacientes que ainda não apresentaram manifestações clínicas da doença, resultando em melhor curso da doença.

 

Referência: SP-100/PML Autoanticorpos Não Reagente Obs1: Anticorpos anti SP-100 estão associados a diversas condições inflamatórias crônicas, den- tre as quais se destaca a cirrose biliar primária. Obs2: Todas as associações clínicas dos auto anti- corpos devem ser valorizadas de acordo com o qua - dro clínico de cada paciente.

SUBCLASSES de IgG Humana

Código: SBCLA

Material: soro

Sinônimo: IgG1, IgG2, IgG3 e IgG4

Volume: 2.0 mL

Método: Nefelometria

Volume Lab: 2.0 mL

Rotina: 2ª feira

Resultado: 48 horas

Temperatura: Congelar

Coleta: Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro e congelar.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: avaliação de infecções repetidas por bactérias; suspeita de imunodeficiências. Em adultos normais, a IgG constitui 75% das imunoglobulinas. Dentro da classe de IgG, estão as concentrações das 4 subdivisões de classe: IgG1, 60-70%; IgG2, 14-20%; IgG3, 4-8%; e IgG4, 2-6%. A IgG é a única classe de imunoglobulina que atravessa a barreira da placenta em humanos, sendo a responsável pela proteção do recém-nascido durante os primeiros meses de vida. As subdivisões de classe não são dotadas igualmente desta propriedade; a IgG2 é transferida mais lentamente que as outras. As subdivisões de classe fixam complemento na ordem seguinte de eficiência descendente: IgG3, IgG1, IgG2, e IgG4. A IgG4 não pode fixar complemento pelo caminho clássico, mas pode ser ativada no caminho alternado. Existem evidências recentes de que muitas infecções podem ocorrer devido ao fracasso na produção das proporções normais das subdivisões de classe, particularmente a IgG2. A deficiência de IgG2 está relacionada com o aumento da susceptibilidade a infecções bacterianas, sendo freqüentemente associada com baixos níveis de IgG4 e deficiência seletiva de IgA. As concentrações séricas diminuídas de IgG2 ou IgG3 têm sido relacionadas a infecções recorrentes do trato respiratório. Alguns autores relataram a deficiência de IgG3 em adultos, associada a quadros de infecção pulmonar.

 

Referência: Idade IgG1 IgG2 IgG3 IgG4 0 a 1 mês 240-1060 87-410 14-55 4-55 mg/dL 1 a 4 meses 180-670 38-210 14-70 <3-36 mg/dL 4 a 6 meses 180-700 34-210 15-80 <3-23 mg/dL 6 a 12 meses 200-770 34-230 15-97 <3-43 mg/dL 1 a 1,5 anos 250-820 38-240 15-107 <3-62 mg/dL 1,5 a 2 anos 290-850 45-260 15-113 <3-79 mg/dL 2 a 3 anos 320-900 52-280 14-120 <3-106 mg/dL 3 a 4 anos 350-940 63-300 13-126 <3-127 mg/dL 4 a 6 anos 370-1000 72-340 13-133 <3-158 mg/dL 6 a 9 anos 400-1080 85-410 13-142 <3-189 mg/dL 9 a 12 anos 400-1150 98-480 15-149 3-210 mg/dL 12 a 18 anos 370-1280 106-610 18-163 4-230 mg/dL Adultos 490-1140 150-640 20-110 8-140 mg/dL

SUBSTÂNCIAS REDUTORAS – Pesquisa

Código: SR

Material: fezes

Sinônimo:

Volume: 5g

Método: Enzimático - Benedict

Volume Lab: 5g

Rotina: Diária

Resultado: 48 horas

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Coletar fezes recentes em frasco coletor.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Uso: diagnóstico das deficiências enzimáticas (principalmente lactase), onde a má absorção dos diferentes açúcares determina o aparecimento de substâncias redutoras nas fezes, além da perda no pH das mesmas. Os açúcares não absorvidos são avaliados como substâncias redutoras.

 

Referência: Negativa

Surdez Congênita – Mutação 35 delG

Código: SURCON

Material: papel filtro - sangue

Sinônimo:

Volume: Papel filtro

Método: PCR (Reação em Cadeia p/ Polimerase)

Volume Lab: Papel filtro

Rotina: Diária

Resultado: 12 dias úteis

Temperatura: Sob refrigeração

Coleta: Colher sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio.

Código SUS:

Código CBHPM:

Interpretação:

Referência:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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